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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

18
Jan24

Habitação na Aldeia: o previsto aconteceu.

Francisco Carita Mata

Casa nº 96. Foto original. 11.01.23.

Aldeia da Mata: O “iminente” tornou-se eminente!

Casa nº 96. Foto original. 17.01.24.

A “Tempestade Irene” deitou abaixo uma casa na minha Aldeia. Na passada 3ª feira, 16 de Janeiro, perto das 23 horas. Na Rua Larga, que já foi “Rua das Flores”. O nº 96.

Pelo que ouvi na TV, houve 293 ocorrências no País.

Não que não me interesse pelo que se passa, em geral, no nosso querido e amado Portugal, mas este particular mais me preocupava.

Para estas situações tenho alertado as Entidades competentes, nomeadamente sobre este caso específico. Publiquei postal a 20 de Fevereiro de 2023 e enviei mails a 21.

Também telefonei nessa sequência. À data, responderam-me que “não estava iminente a queda”! Não estando “iminente”, em menos de um ano, tornou-se eminente!

Felizmente, “Graças a Deus”, ocorreu de noite, não passava ninguém, não circulava nenhum veículo, não havia carros estacionados.

Agora?!

Resolver a situação dos muros da casa limítrofe, a sul, porque estes, sim, ameaçam queda iminente. A Câmara tem meios técnicos e humanos para tratar do assunto.

(Se continua a chover, como agora, em que escrevo este postal, os muros até caem por si!)

As fotos, todas de minha autoria, documentam os factos.

1ª Foto: Excerto da frontaria da casa nº 96 - (11/01/23)

2ª Foto: Frontaria da casa nº 96, caída - (17/01/24)

Gosto muito da minha Aldeia, mas não gosto de ver o descalabro destas casas.

Sobre as casas defronte, nºs 81, 83 e 85, também tenho alertado, solicitado, intervenção. Nomeadamente a chaminé da casa do nº 81, altaneira, bonita, sim, mas perigosa.

Lado noroeste da Rua. Foto Original. 15.03.23

Outras fotos da casa nº 96

(Foto de 08/03/23, com o aviso da Câmara, após eu ter enviado mails a 21/02/23.)

Casa nº 96. Foto original. 08.03.23.

Foto da casa a 14/10/23:

Frontaria da casa nº96. Foto original. 14.10.23

Nestes últimos meses, nomeadamente com a invernada, as chuvadas e trovoadas, a degradação acentuou-se. Na noite de 16 de Janeiro aconteceu o que era prevísivel há mais de um ano e para que alertámos.

Foto da Casa caída e excerto nordeste da Rua Larga:

Lado nordeste da Rua e casa caída. Foto Original. 17.01.24

Casa nº 96, frontaria caída e proteção primária (17/01/24):

Casa nº 96. Foto original. 17.01.24.

(Consegue observar-se que as paredes são feitas de terra e pedras e é uma parede única para duas casas, que terão centenas de anos.)

Lado Nordeste da Rua Larga, com a proteção secundária da casa e da rua (18/01/24):

Casa nº 96 e Rua Larga. Foto original. 18.01.24.

Desejo que corra tudo pelo melhor e que as Entidades competentes resolvam o assunto o mais rápido e melhor que for possível.

Saúde e Paz! 

 

13
Jan24

Rosas em Janeiro?!

Francisco Carita Mata

O Milagre das Rosas!

(01 de Jan. 2024)

Rosa de Alexandria:

Rosa de Alexandria. Original. Jan.24

Botão de Rosa rosa:

Rosa rosa. Original. Jan.24

Botão de Rosa branca:

Botão de rosa branca. Original. Jan.24

Botão de Rosa branca,

e um intruso:

(04/01/24)

Botão de rosa branca. Original. Jan.24

(Paraquedista?! Colaborador?! Coadjuvante?! ...)

Botão de Rosa que não sei classificar - (10/01/24):

Botão de rosa ... Original. Jan.24

(Esta Roseira é das poucas que ainda comprei, há cerca de quarenta anos!)

Botão de Rosa salmão - 10/01/24:

Rosa salmão. Original. Jan.24

E as eternas Altemiras:

Altemira. original. Jan.24.

Votos de Saúde e excelente Janeiro!

PAZ!

 

06
Jan24

Árvores no Vale de Baixo: Dez / 23

Francisco Carita Mata

Pinheiro Manso. Foto Original. Dez.23

E resultado de trabalhos no Ginásio IV!

Estas fotos, de Dezembro, mostram algumas árvores no “Vale de Baixo”. São de 19 a 27/2023. Traduzem também a evolução de Outono para Inverno.

Titulando o postal, o “Pinheiro Manso”, que plantei entre pedra granítica, que rebentaram, para aproveitamento, mas que não concluíram. Por isso ficou uma fissura, onde a árvore se vai desenvolver. Junto à pedra, os “aparelhos de Ginásio”!

(Tinha protegido o Pinheiro, com rede, chamiços e canas, de modo que ovelhas e cabras não se pudessem aproximar e roer a planta. Situação que ocorreu por duas vezes, antes desta proteção rudimentar. Este pinheiro foi-nos dado em Almada, há cerca de dez anos, na habitual troca por lixo para reciclar. Iniciativa que a Câmara desenvolve também há várias dezenas de anos. O que nos tem permitido obter várias plantas.)

Os chamiços, em montão, antes de serem queimados.

Chamiços. Foto original. Dez.23

Ao longe, os monumentos carismáticos de Aldeia. No centro da foto, um Eucalipto que o Pai plantou, talvez há mais de trinta anos, também entre duas pedras graníticas nascediças. É atualmente, a árvore de maior porte do espaço.

(Várias Oliveiras, várias vezes centenárias, posicionadas no terreno.)

Ao lado esquerdo, observa-se uma Azinheira, nascida naturalmente entre duas pedras, que me lembro de ver sempre no terreno. Terá várias dezenas de anos. Foi nela que nos inspirámos para plantar árvores entre pedras.

Eis, imagem dessa Azinheira, in situ.

Azinheira. Foto Original. Dez.23

O Pinheiro com a proteção atual, que julgo suficiente face às ovelhas.

Pinheiro Manso. Foto Original. Dez.23

(Perante as cabras não sei!)

As cinzas!

Cinzas. Foto original. Dez.23

O fogo já fora!

(As fotos anteriores são todas de 19/12/23.)

As próximas três são de 24 de Dezembro.

O Chorão, ainda em modo de Outono.

Chorão. Foto original. Dez.23

Ontem, 05/01/23, ainda tinha folhas! Hoje, seis, “Dia de Reis”, está quase totalmente de Inverno. De noite, houve muito vento.

A parte central do Vale, com as árvores de folha caduca, todas em modo de Inverno.

Vale. Parte Central. Foto original. Dez.23

(Ameixieira, gamboeira, freixos, choupo, salgueiro, diospireiro…)

Lado SE e Este do Vale.

Vale. Parte SE e E. Foto original. Dez.23

As Catalpas, já no Inverno. O Carvalho Roble ainda tem folhas amarelas. Mas o irmão já as perdeu.

O mencionado Carvalho Roble, dia 27 de Dezembro.

Carvalho Roble. Foto Original. Dez.23

(Hoje, 6 de Janeiro de 2024, ainda tinha folhas.)

Cada tempo tem seu tempo!

(Para esta metodologia, Outono – Inverno, de certo modo, inspirei-me em "maiordesessenta".)

 

29
Dez23

Enfeites Natalícios 23… ainda!

Francisco Carita Mata

Passou o Natal. Cheira a Ano Novo!

A nova coroa na Casa-Museu!

Coroa de Natal. Foto original. Dez.23

Substituí a “Coroa de Natal 23”. Mantive a estrutura, mas alterei os principais elementos.

(A base decorativa fundamental são raminhos de Oliveira. Um apelo à Paz! Mantive o raminho do Espinheiro frutificado. Acrescentei uns raminhos de Cedro de jardim, de que temos plantados dois exemplares no Vale de Baixo. Terão mais de vinte anos! São provenientes de sementes, trazidas do jardim da entrada da “Mouzinho da Silveira”, ainda antes da intervenção da “Parque Escolar”.

Incluí um raminho de Alecrim branco: Paz! Este alecrim é o único que tenho desta cor. Resiste no limite SE do Chão da Atafona, no início da Azinhaga da Fonte das Pulhas. Outros, no Quintal de Cima, foram secando. Este tipo de alecrim trouxe-o, através de um raminho, proveniente do Jardim da Gulbenkian, para aí há quase quarenta anos!)

A porta da Casa-Museu, com a “Árvore de Natal” e a “Coroa”, sem o alecrim branco, mas com a "Cruz do Domingo de Ramos":

Coroa e Árvore de Natal. Foto original. Dez.23

Dois modernos enfeites no centro da Aldeia – Bairro de Santo António:

Enfeite de Natal. Foto Original. Dez.23

Enfeite de Natal. Foto Original. Dez.23

(As 4 fotos anteriores são todas de 28 de Dezembro.

A seguinte é de 22/12.)

Uma original “Estrela de Natal”:

Estrela de Natal. Foto original. Dez.23

(É formada com vários cabides de roupa, construindo um conjunto bem sugestivo.)

A icónica Torre Sineira da Igreja Matriz, iluminada com os últimos raios de sol.

Torre sineira. Foto original. Dez.23

(Dia 21/12, cerca das 17h. Ainda Outono.)

A fachada da Igreja Matriz.

Igreja matriz. foto original. Dez. 23

(Dia 20/12, também já sol-posto, depois das 17h.)

Votos de "Ano Bom"!

 

21
Dez23

Festas Felizes: 2023!

Francisco Carita Mata

Festas Felizes Foto Original 12.23

Daqui: da minha Aldeia Natal!

Festas Felizes Foto Original 12.23

Este cantinho - “Apeadeiro da Mata” - também tem direito a um Postal Natalício.

Ademais, ilustrado com bonitas fotos da minha Aldeia Natal!

Festas Felizes Foto Original 12.23

Votos de Festas Felizes para Visitantes, Leitores deste blogue. Para Conterrâneos. Para Amigos e Familiares. Para Associados dos vários Grupos Poéticos: APP – Associação Portuguesa de Poetas, CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia, Mensageiro da Poesia; “Momentos de Poesia”, SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.

Festas Felizes Foto Original 12.23

A todos, um Santo e Feliz Natal!

*******

Festas Felizes Foto Original 12.23

(P.S. - A menina Marinete e o tio Gil também se associam aos Votos Festivos!)

(A 1ª e última foto são de 13/12. As outras de 15/12. Todas de minha autoria.)

Saúde e Paz!

 

 

18
Dez23

Oliveira Milenar no “Chão da Zabel”!

Francisco Carita Mata

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Aldeia da Mata – Alto Alentejo

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Na tarde de 15 de Dezembro, consegui operacionalizar uma atividade que já vinha projetando há algum tempo.

Já apresentei nos blogues postais dedicados a Árvores com história, a algumas Árvores icónicas de Aldeia da Mata, nomeadamente Oliveiras Milenares.

Por este nosso País, existem vários exemplares destas Árvores, que conseguem atingir níveis de longevidade dificilmente igualáveis.

Nos campos da minha Aldeia, também há alguns exemplares. Conheço, pelo menos, os dois que já aqui apresentei. Há certamente mais alguns.

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Este exemplar está inserido no designado “Chão da Zabel”, que era do Mestre João Surrécio.

E que concretizei eu?!

O Chão está vedado. Tem uma cancela, mas que não é muito fácil de abrir e é muito difícil de fechar. De manhã, quando fiz a minha caminhada, observei que, excecionalmente, estava aberta.

De tarde, aproveitei para ir tirar algumas fotos e estruturar algumas medições da Árvore.

Medir a árvore?! E para quê?!

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Supostamente as medidas da árvore permitem inferir a respetiva datação. Há métodos patenteados, sobre a datação das oliveiras, que eu não disponho. Portanto, o meu trabalho é apenas uma aproximação ao que é feito com caráter científico pela UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

E que medições foram efetuadas?!

A base do tronco, o tronco a cerca de um metro do solo, o perímetro da copa da árvore.

Usei cordéis de alguma dimensão e consegui obter os valores pretendidos, de forma aproximada.

Perímetro do tronco na base, junto ao solo: 10,28 metros.

Perímetro do tronco, a cerca de 1,10 metro do solo: 4,10 metros

Perímetro da copa da Árvore: 25,12 metros.

(Para calcular o perímetro da copa, medi o respetivo diâmetro no solo: 8 metros. Posteriormente, apliquei a regra: 2R x 3,14.)

Todas estas medidas serão importantes para datação do ser vivo.

Mas eu baseio-me apenas na base do tronco. Infiro apenas uma datação aproximada.

Como?!  De algumas Oliveiras famosas, os estudiosos do assunto publicaram a respetiva idade. E também as medidas.

E o que faço eu?!

Aplico uma regra de três simples, relacionando medidas da base do tronco e idade.

É um método perfeito?! De modo algum!

É apenas uma aproximação!

E quantos anos, aproximadamente, terá a Oliveira Milenar?!

*******

Festas Felizes!

 

13
Dez23

Árvore de Natal?!

Francisco Carita Mata

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Na porta da Casa-Museu Aldeia da Mata.

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Reconheço que esta “Árvore de Natal” foge um pouco aos parâmetros habituais.

Mas se observar com atenção, na estrutura apresentada estão os elementos fundamentais, alguns simbólicos, das componentes de uma “Árvore de Natal”.

A base estrutural assenta numa forma bidimensional triangular. Se fizermos um corte longitudinal num pinheiro, não será essa a forma geométrica que obtemos?!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

É quase exclusivamente construída com elementos naturais. Ou reciclados.

Os enfeites produzidos artificialmente reportam-nos para a sinalética das prendas natalícias: fitinhas dos embrulhos, pequenos acessórios, lembrando pequenas prendas, os chocolates de antigamente… (Não ia colocar ratinhos, pais Natal, bombons, expostos na rua… e às inclemências do tempo!)

Os adereços naturais são de plantas autóctones: base – folhas de loureiro; um patamar com murtas frutificadas.

E frutos – bagas vermelhas - do espinheiro

Casa Museu. Foto original. Dez 23

No topo da Árvore, novo elemento natural: uma pinha de pinheiro manso. Lá está o pinheiro!

As fotos documentam o trabalho efetuado a 8 de Dezembro.

No dia 10, concluí e coloquei também uma “Coroa de Natal”!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

(Mantive a Cruz simbólica, feita de ramos de alecrim, associada ao "Domingo de Ramos".)

E, a propósito de Cruz, sabe como se designa a Cruz inserida no dístico da Casa Museu?!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Festas Felizes!

 

01
Dez23

Objetos de uso antigo. Agora… peças de coleção?!

Francisco Carita Mata

Alguidares. Foto original. Nov.23

Alguidares de barro, "achados" numas arrumações no sótão.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

Atualmente, estes alguidares praticamente não têm valor de uso. Mas já tiveram!

Antes do advento dos plásticos e quando, regularmente, se fazia a matança do porco, eram utilizados para as várias tarefas associadas a esta função tradicional. Direi que ainda tinham utilidade nos anos setenta e oitenta do séc. XX.

Para temperar a carne do porco. Um para as morcelas, outro para as cacholeiras, outro para os chouriços vermelhos, outro para os chouriços mouros, outro para as farinheiras. E, depois eram os lombos!

Este conjunto de alguidares, diferentes em tamanho, têm duas origens de fabricação. Sendo ambos vidrados, os que têm desenhos estilizados são de Estremoz; os simples, sem qualquer desenho, eram fabricados em Flor da Rosa.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

Um destes de Estremoz, como podemos ver na foto anterior, está ligeiramente quebrado, tem uma fenda. Mas conseguimos perceber que foi como que cosido, com uns agrafos de metal. O que se verifica melhor na foto seguinte.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

E porque documento esta situação?!

Para percebermos que, à época, tudo se reaproveitava. Eram consertados por alguém habilidoso ou então por homens que corriam as aldeias, vilas e cidades do nosso país, arranjando os mais diversos utensílios.

Desde tesouras, facas, … – os “Amola-tesouras”, que ainda por aí circulam. (Bem há pouco tempo presenciei, conversei e fotografei um senhor na Margem – Sul, arranjando estes utensílios, defronte de uma churrasqueira famosa.)

Outros arranjavam vasos, panelas, marmitas, tachos… (…de comer, não os outros, como se chamavam nessa época). Estes eram conhecidos por “Gateiros”. (Não sei se ainda por aí circularão pessoas com esta atividade artesanal.)

E, pronto, Caro/a Leitor/a, hoje lembrei-me de trazer ao blogue estes “Alguidares”!

Alguidar de Flor da Rosa. Foto original. Nov.23

Conhecia?! Tem na sua casa ou na de familiares?!

(…)

Não! Não quero comprar. Estes bastam-me!

Vender?!

Saúde e Paz!

 

29
Nov23

Pores do Sol: 23 e 25 de Novembro... E hoje!

Francisco Carita Mata

Caro/a Leitor/a,

Certamente dirá que eu abuso das fotos dos pores do Sol!

Mas como poderei deixar de publicar, pelo menos, algumas imagens destes ocasos que o sol nos proporciona, nestes dias finais de Novembro? Agora, verdadeiramente Outono, anunciando-se Inverno, a modos de o frio começar a surgir. Alguma chuva, pouca, tem caído nestes dias finais, deste “Mês dos Santos”, que foi quase sempre em modos de “Verão de São Martinho”!Pôr do sol. Foto original. Nov.23.

(Foto de 23/11: limite sul do adro da Igreja Matriz.)

As duas seguintes são de 25 de Novembro.

Pôr do sol. Foto original. Nov.23.

(Chão da Atafona) 

Pôr do sol. Foto original. Nov.23.

(Hoje, em Aquém-tejo, publiquei um dos meus postais, dedicado às “politiquices”, em que foco um “bitaite” sobre esse dia…)

Na foto de hoje, as cores já são outras!

Pôr do sol. Foto original. Nov.23.

E, por abordar o Outono...

Choupo e freixo. original. Nov 23

(Vale de Baixo, o choupo, verdadeiramente outonal!)

(27/11/23)

 

25
Nov23

Árvores plantadas neste “Verão de S. Martinho”!

Francisco Carita Mata

Freixo e Choupo. Original. 21.11.23

Trabalhos de “Ginásio”, associados a queimadas. E também gatos…

O/A Caro/a Leitor/a tem toda a razão!

As árvores que titulam o postal não foram plantadas este ano.

Já agora, será que consegue identificá-las?!

Bem… eu digo. A que ainda tem folhas outonais é um choupo negro. Será da década passada. Terá para aí uns dez anos. Não sei bem… Obtive-a através de ramo, que abacelei. Cresce muito depressa.

A que está em primeiro plano e já sem folhas, é freixo. São vários, obtidos por sementeira. São dos anos noventa do séc. XX.

Em fundo, está o canavial, de que queimei algumas canas secas. Precisa de grande desbaste. Propaga-se muito, apesar das ovelhas gostarem muito dos ramos verdes. Não tive qualquer ação no plantio destas canas. Estarão por ali há décadas! Sempre as lá vi!

Também uma grande azinheira. Vislumbra-se resto de fumo da queimada.

As fotos que se seguem são de árvores e arbustos que transplantei, dos vasos em que as semeara, para os terrenos em que as pretendo consolidar. Aproveitei este Outono primaveril de meados de Novembro, conhecido por “Verão de São Martinho”. Vamos ver se pegam!

Um Sanguinho, no Vale de Baixo.

Sanguinho. Original. 16.11.23

Bem “vedado”, que as ovelhas são muito gulosas. (Plantei dois.)

No Vale também plantei uma Figueira, mas não sei de que variedade!

Tenho também consolidado os tapumes das outras figueiras e das restantes plantas: amoreira, azinheira, sobreiro, carvalho, romãzeira, marmeleiro, loureiros. Refiro-me às plantas mais pequenas, que as maiores e mais velhas já se protegem por si mesmas.

No “Quintal de Baixo” plantei:

Nespereira!

Nespereira. Original. Nov 23

Roseira Brava

Roseira Brava. original. 15.11.23.

E ainda um espinheiro, algumas murtas, junto de madressilva e figueiras da Índia. Perspetivo que, ao crescerem, formarão uma sebe face ao muro e ao caminho vicinal.

Azinhaga da Atafona. Original. 15.11.23.

Esperemos que assim seja! Que aguentem, principalmente os calores excessivos de Verão, as secas e que eu tenha tempo, possibilidade e paciência para as regar.

E, já se sabe, as companhias…

Gatos. Original. 17.11.23

Na foto anterior, estão manos da ninhada deste ano (Abril / Maio), aconchegados no muro do tanque, no Vale de Baixo.

O branco é Du-Dú. São ambos filhos de Mi-Dú (Dona Maria Eduarda). O “malhado”, a modos e afinal, é “malhada”. Era conhecido por “Riscadinho”, mas já que “mudou de identidade”, batizámo-lo novamente. Passou a chamar-se “Marinete”!

Saúde, Paz, boa disposição e bons trabalhos de tempos livres!

 

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