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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

29
Set22

Limpeza da valeta no “Vale de Baixo” – 28 Set. 22

Francisco Carita Mata

Aldeia da Mata - Crato

A chuva sempre tão necessária, neste ano chegou ainda no Verão, já no final. Veio bem batida, bem chovida e já sabemos… Chuva assim, escorrendo pelas Travessa do Fundão / Azinhaga da Atafona e Azinhaga do Poço dos Cães, logo a gravilha nelas colocada, a fazer de lastro aos caminhos, vai desaguar ao "Vale de Baixo". Foi o que aconteceu novamente este ano.

Contactei a Junta de Freguesia na semana passada e, nesta semana, combinámos ida do funcionário Carlos Véstia a limpar a areia que entupindo a valeta, processa a escorrência das águas e areias para o terreno. Trabalho realizado ontem, 4ª feira, 28 de Setembro, pela manhã.

Fiquei muito agradado com o trabalho realizado.

Com este postal pretendo precisamente agradecer à Junta de Freguesia e ao funcionário Carlos Véstia. Muito Obrigado e muita Saúde para todos.

Entretanto, também na semana passada, a Junta de Freguesia providenciou a colocação de gravilha nas referidas Azinhagas, nomeadamente no “entroncamento” das mesmas. Trabalho de curto prazo, que tinha mesmo de ser feito, pois, desventradas como estavam, dificultavam a circulação tanto de veículos, como de peões.

Todavia não posso deixar de alertar para a imperiosidade de se concretizar uma obra devidamente adequada para esses caminhos vicinais. Trabalho que já tarda. Com o qual ganharemos todos. Toda a Freguesia!

Remeto para outros postais em que me tenho debruçado sobre este assunto.

Os meus renovados agradecimentos e votos de Paz.

E ainda…

Os tristemente "célebres" quintais da Rua Larga, nomeadamente os que eram pertença da Srª Joaquina Calado, da Srª Dolores e da Srª Augusta, quando são limpos?!

Do que sei e tenho observado dos “supostamente” proprietários e usufrutuários, eles nunca farão as respetivas limpezas.

De modo que

Terá de haver intervenção das Entidades Públicas.

Saúde! Paz! E que continue a vir chuvinha como a que caiu hoje, mas em maior quantidade.

Mas não de enxurrada, que leve novamente a gravilha para a valeta do “Vale de Baixo”.

Valha-nos São Pedro!

 

23
Set22

Limpeza das Praias?!

Francisco Carita Mata

Mas que tem Aldeia da Mata a ver com isso?!

Começaram no passado sábado, 17 de Setembro, ações de limpeza em várias praias deste nosso Portugal.

Atividade altamente meritória, com a qual estou plenamente de acordo.

O que não concordo é com as atitudes de muito boa e santa gente deste nosso país que lança lixo por tudo quanto é sítio. Todos os espaços que estão para além das respetivas portas e janelas, seja da casa ou do carro, são locais propícios a despejar todo e qualquer lixo, de toda e qualquer natureza. São uns porcos! (Sem desprimor pelos ditos cujos, que são assim por natureza!)

É só olharmos e vermos! Infelizmente é assim. Não respeitam, nem apreciam, nem valorizam, o lindo País que temos!

Mas o que tem Aldeia da Mata a ver com isso?! Fica a duas centenas de quilómetros do mar!

Pois, aparentemente não. Mas tudo o que se lança de qualquer maneira nas ruas, nos campos, nas estradas, nas azinhagas, nos caminhos vicinais e por ali fica abandonado, mais tarde ou mais cedo, por andas e bolandas, acaba por ir desaguar ao mar!

Na passada 6ª feira, dia dezasseis e na sequência das enxurradas, no Vale de Baixo, apanhei um saco cheio de plásticos variados, garrafas e quejandos, provenientes da Localidade. Uns invólucros que não conheço, vindos da ETAR. Uma série de porcarias, fora as que ficam no terreno e não apanho. No caminho da Fonte das Pulhas / Ribeira do Porcozunho, nem se fala! Na Ribeira do Salto!!!

A propósito... Hoje, 23 de Setembro, já Outono, fomos à Fonte do Salto. A respetiva Ponte está liberta dos arvoredos que lhe tapavam a estrutura. Trabalho de louvar. Parabéns à Junta e aos funcionários que executaram a tarefa.

Vá à Fonte e visite a Ponte, conforme há muito não a víamos. E não deixe lixo, SFF.

Deite o(s) lixo(s) nos locais próprios.

E faça a reciclagem, SFF. (É algo que constato na Freguesia é que muito boa e santa gente, pura e simplesmente, não faz reciclagem. Mesmo com os respetivos contentores bem perto.)

Há até quem se admire por eu fazer reciclagem. Que muito linearmente se recusam a fazer!  Um espanto!!!!

Surpresas da minha querida e santa Aldeia!

Haja Saúde. Vacinas contra a Covid e a gripe. E que haja Paz. Que tarda!

 

15
Set22

Finalmente a Chuva! Abençoada Chuva!

Francisco Carita Mata

A bendita Água voltou!

(Também em Aldeia da Mata!)

Bendita, para os locais onde não fez estragos. Que isto da chuva, mesmo quando desejada, mal chega, começa logo a enfadar. Mas é por demais necessária. Nalguns locais fez das suas. Em Manteigas, em plena Serra da Estrela, foi o que se viu.  Uma consequência direta dos incêndios de Agosto. Incêndios, principalmente em zonas serranas, mal vêm as primeiras chuvas, logo ocorrem as enxurradas a jusante.

Aqui para os meus lados e na minha Aldeia e nos espaços que conheço e percorro, também a ocorrência habitual.

O “cruzamento” no topo Oeste da Travessa do Fundão, onde esta entronca com a Azinhaga da Atafona e dá seguimento à Azinhaga do Poço dos Cães está como pode ser verificado in loco. A gravilha, terra, entulho, foi quase tudo arrastado pela força das águas, com estas chuvadas destes últimos dias.

Também já sabemos que foi parar ao Vale de Baixo, onde fez enxurrada. É o trivial.

Solução?! A que já tenho apresentado há anos.

Uma intervenção duradoura, de preferência com alcatrão, que cubra esse “cruzamento”, a parte da Travessa do Fundão não calcetada e toda a Azinhaga do Poço dos Cães até ao adro de São Martinho.

Não fazer a solução de remedeio usual: a gravilha. Mais do mesmo. Nas chuvas sequentes toda a gravilha abala.

Para operacionalizar esta obra terá de haver articulação entre as Autarquias: Junta de Freguesia de Aldeia da Mata e Câmara Municipal do Crato.

Provavelmente terá de ser uma obra faseada. Primeiro o “cruzamento” e depois as Azinhagas. Mas terão de equacionar solução para este problema, orçamentando-o.

Certamente este ano civil ainda terão de remediar com gravilha. Mas poderão e deverão prever este trabalho para próximo ano civil. É uma obra que tarda há anos. Dezenas!

Colocar "grelhas" para escoamento das águas em vários pontos nevrálgicos.

Mas todos estes aspetos os responsáveis sabem melhor que eu, que não tenho pretensão de me sobrepor a ninguém. Contudo sou eu que transito naqueles espaços todos os dias. É aos meus terrenos que a terra vai desaguar todos os anos.

Mas esta obra só me irá beneficiar a mim?!

Claro que não! Todos os dias por ali passam outros vizinhos. Uns a pé, outros em carros ou em camionetas. E toda a Aldeia beneficiará.

E se essas Azinhagas fossem iluminadas, tanto melhor!

E, a talho de foice, os célebres quintais abandonados no topo norte da Rua Larga, são ou não limpos?!

Saúde. Paz. E grato pela atenção.

 

11
Set22

Árvores dos Frutos de Agosto!

Francisco Carita Mata

… Ainda e agora já em Setembro!

Árvores com história(s)

 

Quando publiquei o postal Frutos de Agosto em “Aquém-Tejo” pensei escrever sobre as Árvores que nos presenteiam com essas dádivas – frutos. Só agora, já em Setembro, me é possível concretizar essa promessa, esse objetivo.

As árvores são: figueiras várias, figueiras da Índia, amendoeira. Localizam-se quase todas no Chão da Atafona, exceto a figueira de pingo - mel, que veraneia no Vale de Baixo, há pouco mais de dez anos.

Sobre esta, já explanei e apresentei foto, em anteriores postais. Abençoado engano! Oferece-nos saborosos figos. Precisava ser mais regada, mas tirar água do poço com balde não é propriamente fácil. Agora tenho dois baldes no poço, que os respetivos cordéis me pregaram a partida de se terem partido. Vagueiam ao cimo das águas, de fundo virado ao sol e lua!

No Chão da Atafona existem, aparentemente, seis figueiras.

Três são verdeais. Os figos são brancos por fora e igualmente claros no interior. Bastante saborosos. Mas isso são todos!

Duas destas figueiras estão no interior da propriedade. Outra bordeja o limite leste, confinando com a Azinhaga do Poço dos Cães.

Uma de figos “esteveiros”. Fica no limite sul - leste do Chão. No início da Azinhaga da Fonte das Pulhas / Ribeira do Porcozunho. É a figueira maior. O meu Pai dizia-me que tinha sido o Tio João Carita que a tinha plantado. Deduzo que terá cerca de um século. Tal como as outras, embora possam não parecer, pois têm sido intervencionadas. Algumas por mim. Outra com ajuda do Amigo Marco. Os figos esteveiros são pretos por fora, branco-pérola, por dentro. Não são dos mais saborosos.

Ainda no limite sul do terreno, mais para oeste, está outra figueira cujo nome desconheço. (A Mãe também não me sabe dizer. Aliás, é a Ela, Dona Bela, que devo o conhecimento dos nomes destes figos: verdeais, esteveiros, abebos.)

Os figos são brancos por fora e branco-pérola, no interior. Ao colherem-se, o pecíolo fica sempre agarrado ao tronco. São muito saborosos. Regalo do amaranto papa-figos. Foi daí que vi escapulir-se um, numa destas manhãs.

No limite sudoeste da pequena propriedade está a figueira que ilustra o postal. Só que não é apenas uma figueira. São pelo menos duas ou mais. Uma que nos dá figos “abebos”, e outra ou outras, figos-reis. A dos figos “abebos” é a mais velha, provavelmente da época das outras. Cem anos, por aí! As marcas da longevidade são bem visíveis no tronco.

As restantes, troncos bem mais jovens, são todas de figos-reis. Como terão ido ali parar?!

Saberá O/A Caro/a Leitor/a dar-me uma ideia?!

(Falta-me escrever sobre a Amendoeira doce, mas ficará para outro postal.)

Saúde e Paz! E bons figos!

 

 

09
Set22

Figos da Índia 22! Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Safra de 2022 concluída!

Figos da Índia. Foto original. 2022.09.07.jpg

Anteontem, efetuei a última colheita de figos da Índia, por este ano. Colhidos, distribuídos por pessoas familiares e amigas, ainda me restam alguns para meu proveito. Devidamente arranjados, guardados no frigorífico, são melhores que ananás! O que dá mais trabalho é colhê-los. Têm muitos picos / espinhos. Só pela manhã efetuo tal tarefa. De preferência bem cedo, que esteja ainda fresco e pouco sol.

A parte mais difícil está realizada. Ainda não descasquei os meus, mas estão no fresco.

No final, a função mais agradável: comê-los.

A foto ilustra uma das plantas com os frutos. Noutros postais aparecem já descascados.

Estas plantas resultam todas de um ou dois ramos que trouxe do quintal da minha sogra. Há dez ou quinze anos. Desenvolvem-se muito rapidamente. Vou-as replicando regularmente. Bordejam a parte leste do “Quintal de Cima” e do “Chão da Atafona”. Também já plantei algumas no “Vale de Baixo”.

Pretendo estruturar uma parede vegetal com estas plantas e outras de igual teor e algumas autóctones: sanguinho, loureiro, espinheiro, sobreiro, carvalho…

São atividades que funcionam como o meu ginásio!

Complementarei este postal em Aquém-Tejo com uma foto de um figo muito especial!

 

08
Set22

Bicentenário do Brasil, no Apeadeiro?!

Francisco Carita Mata

200 anos de Independência do Brasil!

Foto Original. Rosa branca. 2022.08.23.jpg

Sim. Neste blogue “Apeadeiro da Mata” também faz sentido lembrar o bicentenário da independência do Brasil.

Afinal, em Aldeia da Mata, como nas mais diversas comunidades deste nosso Portugal, existem muitos imigrantes brasileiros, que aqui estabeleceram as suas vidas. Umas pessoas trouxeram as suas famílias, outras aqui constituíram família, laborando nas nossas aldeias, vilas e cidades de Portugal. Alguns / Algumas vão periodicamente ao país sul-americano, vão e voltam, A maioria cá se radicou mais ou menos definitivamente. Os filhos de lá trazidos ou cá nascidos, cresceram, estudaram, arranjaram trabalho, formaram novas famílias. São membros das comunidades em que se inseriram. Todos contribuindo também para o progresso e desenvolvimento dos locais onde habitam.

Aldeia da Mata não é exceção a esse panorama comum a todo o Portugal.

Será que também comemoraram os dois séculos de independência do seu País Natal?!

*******

(Ilustro também com uma Rosa Branca do “Quintal de Cima”, tal como em Aquém- Tejo.

Rosas de Agosto!”

Rosas de Paz! Serenidade! Tolerância. Que o Brasil bem precisa!)

 

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