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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

29
Dez23

Enfeites Natalícios 23… ainda!

Francisco Carita Mata

Passou o Natal. Cheira a Ano Novo!

A nova coroa na Casa-Museu!

Coroa de Natal. Foto original. Dez.23

Substituí a “Coroa de Natal 23”. Mantive a estrutura, mas alterei os principais elementos.

(A base decorativa fundamental são raminhos de Oliveira. Um apelo à Paz! Mantive o raminho do Espinheiro frutificado. Acrescentei uns raminhos de Cedro de jardim, de que temos plantados dois exemplares no Vale de Baixo. Terão mais de vinte anos! São provenientes de sementes, trazidas do jardim da entrada da “Mouzinho da Silveira”, ainda antes da intervenção da “Parque Escolar”.

Incluí um raminho de Alecrim branco: Paz! Este alecrim é o único que tenho desta cor. Resiste no limite SE do Chão da Atafona, no início da Azinhaga da Fonte das Pulhas. Outros, no Quintal de Cima, foram secando. Este tipo de alecrim trouxe-o, através de um raminho, proveniente do Jardim da Gulbenkian, para aí há quase quarenta anos!)

A porta da Casa-Museu, com a “Árvore de Natal” e a “Coroa”, sem o alecrim branco, mas com a "Cruz do Domingo de Ramos":

Coroa e Árvore de Natal. Foto original. Dez.23

Dois modernos enfeites no centro da Aldeia – Bairro de Santo António:

Enfeite de Natal. Foto Original. Dez.23

Enfeite de Natal. Foto Original. Dez.23

(As 4 fotos anteriores são todas de 28 de Dezembro.

A seguinte é de 22/12.)

Uma original “Estrela de Natal”:

Estrela de Natal. Foto original. Dez.23

(É formada com vários cabides de roupa, construindo um conjunto bem sugestivo.)

A icónica Torre Sineira da Igreja Matriz, iluminada com os últimos raios de sol.

Torre sineira. Foto original. Dez.23

(Dia 21/12, cerca das 17h. Ainda Outono.)

A fachada da Igreja Matriz.

Igreja matriz. foto original. Dez. 23

(Dia 20/12, também já sol-posto, depois das 17h.)

Votos de "Ano Bom"!

 

21
Dez23

Festas Felizes: 2023!

Francisco Carita Mata

Festas Felizes Foto Original 12.23

Daqui: da minha Aldeia Natal!

Festas Felizes Foto Original 12.23

Este cantinho - “Apeadeiro da Mata” - também tem direito a um Postal Natalício.

Ademais, ilustrado com bonitas fotos da minha Aldeia Natal!

Festas Felizes Foto Original 12.23

Votos de Festas Felizes para Visitantes, Leitores deste blogue. Para Conterrâneos. Para Amigos e Familiares. Para Associados dos vários Grupos Poéticos: APP – Associação Portuguesa de Poetas, CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia, Mensageiro da Poesia; “Momentos de Poesia”, SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.

Festas Felizes Foto Original 12.23

A todos, um Santo e Feliz Natal!

*******

Festas Felizes Foto Original 12.23

(P.S. - A menina Marinete e o tio Gil também se associam aos Votos Festivos!)

(A 1ª e última foto são de 13/12. As outras de 15/12. Todas de minha autoria.)

Saúde e Paz!

 

 

18
Dez23

Oliveira Milenar no “Chão da Zabel”!

Francisco Carita Mata

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Aldeia da Mata – Alto Alentejo

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Na tarde de 15 de Dezembro, consegui operacionalizar uma atividade que já vinha projetando há algum tempo.

Já apresentei nos blogues postais dedicados a Árvores com história, a algumas Árvores icónicas de Aldeia da Mata, nomeadamente Oliveiras Milenares.

Por este nosso País, existem vários exemplares destas Árvores, que conseguem atingir níveis de longevidade dificilmente igualáveis.

Nos campos da minha Aldeia, também há alguns exemplares. Conheço, pelo menos, os dois que já aqui apresentei. Há certamente mais alguns.

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Este exemplar está inserido no designado “Chão da Zabel”, que era do Mestre João Surrécio.

E que concretizei eu?!

O Chão está vedado. Tem uma cancela, mas que não é muito fácil de abrir e é muito difícil de fechar. De manhã, quando fiz a minha caminhada, observei que, excecionalmente, estava aberta.

De tarde, aproveitei para ir tirar algumas fotos e estruturar algumas medições da Árvore.

Medir a árvore?! E para quê?!

Oliveira milenar. Foto original. Dez 23

Supostamente as medidas da árvore permitem inferir a respetiva datação. Há métodos patenteados, sobre a datação das oliveiras, que eu não disponho. Portanto, o meu trabalho é apenas uma aproximação ao que é feito com caráter científico pela UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

E que medições foram efetuadas?!

A base do tronco, o tronco a cerca de um metro do solo, o perímetro da copa da árvore.

Usei cordéis de alguma dimensão e consegui obter os valores pretendidos, de forma aproximada.

Perímetro do tronco na base, junto ao solo: 10,28 metros.

Perímetro do tronco, a cerca de 1,10 metro do solo: 4,10 metros

Perímetro da copa da Árvore: 25,12 metros.

(Para calcular o perímetro da copa, medi o respetivo diâmetro no solo: 8 metros. Posteriormente, apliquei a regra: 2R x 3,14.)

Todas estas medidas serão importantes para datação do ser vivo.

Mas eu baseio-me apenas na base do tronco. Infiro apenas uma datação aproximada.

Como?!  De algumas Oliveiras famosas, os estudiosos do assunto publicaram a respetiva idade. E também as medidas.

E o que faço eu?!

Aplico uma regra de três simples, relacionando medidas da base do tronco e idade.

É um método perfeito?! De modo algum!

É apenas uma aproximação!

E quantos anos, aproximadamente, terá a Oliveira Milenar?!

*******

Festas Felizes!

 

13
Dez23

Árvore de Natal?!

Francisco Carita Mata

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Na porta da Casa-Museu Aldeia da Mata.

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Reconheço que esta “Árvore de Natal” foge um pouco aos parâmetros habituais.

Mas se observar com atenção, na estrutura apresentada estão os elementos fundamentais, alguns simbólicos, das componentes de uma “Árvore de Natal”.

A base estrutural assenta numa forma bidimensional triangular. Se fizermos um corte longitudinal num pinheiro, não será essa a forma geométrica que obtemos?!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

É quase exclusivamente construída com elementos naturais. Ou reciclados.

Os enfeites produzidos artificialmente reportam-nos para a sinalética das prendas natalícias: fitinhas dos embrulhos, pequenos acessórios, lembrando pequenas prendas, os chocolates de antigamente… (Não ia colocar ratinhos, pais Natal, bombons, expostos na rua… e às inclemências do tempo!)

Os adereços naturais são de plantas autóctones: base – folhas de loureiro; um patamar com murtas frutificadas.

E frutos – bagas vermelhas - do espinheiro

Casa Museu. Foto original. Dez 23

No topo da Árvore, novo elemento natural: uma pinha de pinheiro manso. Lá está o pinheiro!

As fotos documentam o trabalho efetuado a 8 de Dezembro.

No dia 10, concluí e coloquei também uma “Coroa de Natal”!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

(Mantive a Cruz simbólica, feita de ramos de alecrim, associada ao "Domingo de Ramos".)

E, a propósito de Cruz, sabe como se designa a Cruz inserida no dístico da Casa Museu?!

Casa Museu. Foto original. Dez 23

Festas Felizes!

 

01
Dez23

Objetos de uso antigo. Agora… peças de coleção?!

Francisco Carita Mata

Alguidares. Foto original. Nov.23

Alguidares de barro, "achados" numas arrumações no sótão.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

Atualmente, estes alguidares praticamente não têm valor de uso. Mas já tiveram!

Antes do advento dos plásticos e quando, regularmente, se fazia a matança do porco, eram utilizados para as várias tarefas associadas a esta função tradicional. Direi que ainda tinham utilidade nos anos setenta e oitenta do séc. XX.

Para temperar a carne do porco. Um para as morcelas, outro para as cacholeiras, outro para os chouriços vermelhos, outro para os chouriços mouros, outro para as farinheiras. E, depois eram os lombos!

Este conjunto de alguidares, diferentes em tamanho, têm duas origens de fabricação. Sendo ambos vidrados, os que têm desenhos estilizados são de Estremoz; os simples, sem qualquer desenho, eram fabricados em Flor da Rosa.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

Um destes de Estremoz, como podemos ver na foto anterior, está ligeiramente quebrado, tem uma fenda. Mas conseguimos perceber que foi como que cosido, com uns agrafos de metal. O que se verifica melhor na foto seguinte.

Alguidar de Estremoz. Foto original. Nov.23

E porque documento esta situação?!

Para percebermos que, à época, tudo se reaproveitava. Eram consertados por alguém habilidoso ou então por homens que corriam as aldeias, vilas e cidades do nosso país, arranjando os mais diversos utensílios.

Desde tesouras, facas, … – os “Amola-tesouras”, que ainda por aí circulam. (Bem há pouco tempo presenciei, conversei e fotografei um senhor na Margem – Sul, arranjando estes utensílios, defronte de uma churrasqueira famosa.)

Outros arranjavam vasos, panelas, marmitas, tachos… (…de comer, não os outros, como se chamavam nessa época). Estes eram conhecidos por “Gateiros”. (Não sei se ainda por aí circularão pessoas com esta atividade artesanal.)

E, pronto, Caro/a Leitor/a, hoje lembrei-me de trazer ao blogue estes “Alguidares”!

Alguidar de Flor da Rosa. Foto original. Nov.23

Conhecia?! Tem na sua casa ou na de familiares?!

(…)

Não! Não quero comprar. Estes bastam-me!

Vender?!

Saúde e Paz!

 

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