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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

12
Jul22

Limpeza dos Quintais em Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Topo Norte / Noroeste da Rua Larga

Ondas de Calor! Fogos Florestais!

 

Abordar a temática das ondas de calor, dos fogos florestais, na fase crítica que estamos vivendo, será tema recorrente. Importante será sempre providenciar medidas de prevenção. No blogue Aquém-Tejo tenho-me debruçado sobre este assunto.

A obrigação de limpeza dos terrenos é dos proprietários. A responsabilidade de resolução deste assunto é dos respetivos donos. Todavia, não fazendo estes o trabalho que lhes compete, podem as entidades públicas intervir, obedecendo aos requisitos legais inerentes.

No topo norte / noroeste da Rua Larga – Aldeia da Mata, existem vários quintais relativamente “abandonados”, acumulando lixos diversos, nomeadamente pastos, tornando-se perigosos para habitações limítrofes. Aliás, para toda a povoação e respetivos habitantes.

Numa ação de Cidadania ativa, temos diligenciado junto das Entidades competentes, nomeadamente Proteção Civil, Câmara Municipal do Crato e Junta de Freguesia de Aldeia da Mata, para que estes quintais sejam devidamente limpos.

De todos temos recebido a melhor das atenções. Que agradecemos.

Na sequência das solicitações / sugestões e das diligências efetuadas pela Proteção Civil, houve particulares que providenciaram limpeza nos respetivos quintais.

A proprietária do quintal nº 95 operacionalizou essa limpeza.

O quintal nº 41 da “Rua de S. Pedro”, cuja propriedade é um emaranhado de donos, conhecido como quintal do “Papo-seco”, foi ontem limpo, 11/07, por uma empresa particular, por ordem da Proteção Civil.

Agradecemos especialmente ao eng. João Marques o empenho na resolução destes assuntos.

Todavia, tenho de frisar um aspeto.

Os trabalhadores que executam estas tarefas, munidos das respetivas roçadoras, apenas fazem essa parcela de trabalho. Cortam a erva seca. Mas deixam-na no terreno! É mal feito. Disse-lhes isso, inclusivamente.

Então não deveria ser obrigação dos mesmos retirar o material cortado e colocá-lo no lixo?!

Essa situação também se verificou no quintal nº 95. Que está cheio de tudo e mais alguma coisa. De meter medo ao susto!

Quando contratualizamos estas tarefas temos de lhes exigir que façam o trabalho completo. Se não, o material incandescente fica ainda no terreno.

(O mesmo se verificou na Travessa do Fundão e nos caminhos vicinais que observei. Não sei se em todos, que não andei por aí a percorrer azinhagas, com este calor!)

Os quintais nº 81 e 83, supostamente, o proprietário providenciará a correspondente limpeza.

Que o faça, como é seu dever, obedecendo aos cuidados especiais a ter na fase “perigosa” que vivemos. E que deixe o espaço efetivamente limpo. Que está uma lixeira!

Quintal não limpo. Foto original. 2022.06.29.jpg

(A foto documenta este quintal.)

E o do nº 85?!

E Caro/a Leitor/a, aí para os seus lados, os proprietários dos quintais e outros terrenos que tais, providenciam as respetivas limpezas?!

Sim! Porque estes assuntos não são específicos apenas das Aldeias. Nas Cidades também ocorrem e, por vezes, numa escala ainda maior.

Ainda há bem pouco tempo, em Almada, o Koy Park tinha mato até à A2 e quase até ao Fórum. E estava desse modo, há anos!

Não sei como estará neste momento que não passo por lá há alguns meses.

E por aqui me fico. Grato pela atenção prestada e pelas ações desenvolvidas.

Saudações Cordiais. Votos de Saúde e de Paz!

 

 

05
Jul22

Chegaram as Amoras… Abalaram os Figos!

Francisco Carita Mata

De São João, frise-se.

Os figos de São João estão mesmo a ir-se embora. E eu, este ano, sem os cheirar sequer.

Figos Abebos. Chão Atafona. Foto original. 2022.06.25.jpg

Temos comido alguns figos, mas não da variedade mencionada. Comemos dos que estão documentados na foto. A Mãe chama-lhes “Figos abebos” (?!). Não sei.  Os de São João não temos nenhuma figueira. Já tive uma plantada, mas secou-se, julgo que em 2019. Há uns anos trouxe um ramo da figueira que há no quintal da minha sogra, abacelei, transplantei para o “Vale de Baixo”, julgando que era de São João. Mas, afinal, era de “pingo - mel”. A figueira original fora enxertada pelo meu sogro com duas variedades de figos. Situação frequente, antigamente, pelas pessoas que se dedicavam a estas lides agrícolas e hortelãs. Quando cortei o ramo para abacelar, pensando levar da do São …, levei da do Pingo… Também gosto muito deste tipo de figos. Já produz há vários anos, mas é lá mais para Setembro. Já documentei no blogue.

De São João todos os anos abundam na figueira do “Quintal de Dr. Agostinho”. Todos os anos! Mas quem os come são os melros, também as melras, certamente; os estorninhos, esses nem se fala. Voam em bandos, batem todas as figueiras nos quintais, hortas e hortejos da povoação. Desta variedade, a mais apreciada nesta época, talvez de todas. São os melhores figos, penso eu. Mesmo sem os ter provado esta safra. Dão cabo deles todos. Como, habitualmente, os proprietários não estão por cá nestas alturas, são os pássaros que os debicam e depenicam todos os verões. Também vão às nossas, mas as do Santo são as preferidas. Também costumo observar, mais esporadicamente, um ou outro papa-figos. Também observei um corvo fugindo da figueira! E, neste início de Verão, também vi, este ano, uma ave que desconhecia e me pareceu talvez uma pega azul. Será possível?!

Mas deixemo-nos de passaradas… que ainda me comem os figos. Estes que fotografei no final de Junho também já não há praticamente na figueira. E onde fica ela?!

No canto sudoeste do Chão da Atafona, mesmo no limite, quase, quase no Vale de Baixo”, mesmo junto ao portão. Se for à “Fonte das Pulhas”, ao “Porcos unho”, à água ou às amoras, e houver figos a que chegue, não se acanhe. Colha e coma! Não é preciso dizer, qualquer pessoa faz isso e “colher figos não é roubar”. Nunca foi, pelo menos deste os tempos do “Novo Testamento”. Conhece a parábola da figueira?!

Tenho algumas estórias com isto de colher figos. Algum dia conto.

Por aqui me fico, que estes figos já se foram… ou vão indo.

E não há mais figos?!

Claro que haverá, lá mais para Setembro, até mesmo ainda em Agosto.

Ah! E, em Agosto, também virão os Figos da Índia. Sim! Mas esses é outra história!

E, agora, já temos as amoras.

Passeie. Vá ao campo, pela fresca. Mas... Não deixe lixo, SFF!

 

02
Jul22

Já há Amoras nos silvados!

Francisco Carita Mata

Azinhaga da Fonte das PulhasPorcozunho

Aldeia da Mata

amoras. azinhaga porcozunho. Foto original. 01.07.22.

Anteontem, 5ª feira, dia 30 de Junho, observei as primeiras amoras, pintando alguns cachos nuns balsedos. Colhi umas três ou quatro. São ainda pouquíssimas. E muito fraquinhas. A falta de chuva no passado Outono e Inverno, também na Primavera, condiciona a fraqueza destas amoritas, na safra estival. Fraquitas, sim, mas, todavia, saborosas! (Quem dá o que tem...)

A foto documenta-as nos cachos, observando-se as diversas fases de maturação nas infrutescências. Alguns ramos, noutros silvados, estão ainda em floração. São assim as silvas ou silveiras. Florescem e frutificam em diversas etapas.

Favorecem-se e a passarada agradece. Ademais os figos de São João estão a acabar!

Saúde! Paz! Bom Verão! E saboreie as amoras!

 

30
Jun22

Descortiçamento: Foto de Grupo - Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Ervedal – Aldeia da Mata – 15 de Junho de 2022

Descortiçamento Ervedal. Grupo. Foto original. 2022.06.15.jpg

Neste findar de Junho, trinta, acabados os Santos Populares, publico o postal enquadrando a foto final com o grupo dos participantes na faina do “Descortiçamento no Ervedal”.

A análise da foto processa-se seguindo o método de leitura no nosso “Mundo Ocidental”. Da esquerda para a direita.

Todavia, podemos desde logo processar uma observação global.

E há um pormenor ou por maior, relevante. Só quatro sujeitos têm machada. Foram esses que efetivamente tiraram cortiça.

Sigamos a fotografia, referindo estes quatro personagens.

O 2º sujeito da foto é o conterrâneo António Caetano, tirador de cortiça, trabalho sazonal, já o pai exercia esse mister.

O 4º é o senhor da Cunheira, que também já figurou noutro postal e que exibe a respetiva machada e um naco de cortiça, realçando a ferramenta.

O 5º é o engenheiro Nuno, zootécnico, também extrator da cortiça e que também já destacou outro postal.

O 7º é um senhor com quem não cheguei a conversar, não sei de que localidade, mas que também tirava cortiça.

O 6º senhor referiu-me ser do Crato. A respetiva função, segundo observei, era essencialmente carregar as pranchas da cortiça para a furgoneta, que também figura parcialmente na foto.

E os outros dois personagens?

A 3ª pessoa é o senhor João Alves, o empresário que comprou a cortiça ainda na árvore e os eucaliptos. Por conta de quem correu toda esta função. Que, eu, apenas assisti e documentei fotograficamente e em vídeo. E que tenho narrado sobre o acontecimento. Também pai do engenheiro Nuno.

E o primeiro personagem da foto é o senhor João José que, como eu, apenas esteve a assistir. Mas dado que foi ele que me alertou para eu documentar a execução da tirada no sobreirão, também mereceu registo fotográfico e documental.

E com este postal, propositadamente em “Apeadeiro da Mata”, em princípio, dou por finda esta minha sequela sobre “Descortiçamento no Ervedal", em Aldeia da Mata.

Até daqui a nove anos!

Até lá, que tenhamos muita Saúde. E que haja Paz!

 

21
Jun22

Descortiçamento – Ervedal – Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Descortiçamento Ervedal. Foto Original. 2022.06.15.jpg

15 de Junho de 2022 – 4ª feira

Irei publicando algumas fotos sobre este acontecimento extraordinário. Sim! Extraordinário! Porque a especificidade do trabalho, as particularidades desta função, deste trabalho agrícola, o esforço e tenacidade exigida aos profissionais, assim o categorizam. Extraordinariamente importante!

É um trabalho sazonal: Maio - Junho, de cada ano. Também conforme o tempo, mais ou menos quente. E periódico. Relativamente a cada sobreiro, a cada montado de sobro, só se realiza de nove em nove anos.

Dadas estas duas variáveis, sazonalidade e periodicidade, resultou no facto de, só neste ano de 2022, eu ter assistido, pela primeira vez na minha vida, ao exercício desta tarefa da nossa agricultura alentejana. E que tarefa! Por esse facto pessoal, também é extraordinário!

Foi uma experiência interessantíssima sobre que irei abordando alguns postais.

Ademais porque se concretizou em território de que somos proprietários, terrenos herdados de minha Avó Carita, a que me contava contos tradicionais. E o mais relevante ainda, porque foram sobreiros semeados pelo meu Pai e por mim. 

Todos estes aspetos valorizam sobremaneira este acontecimento.

Mérito de quem o exerceu, os trabalhadores, a quem agradeço a disponibilidade e sobre quem irei escrevendo e documentando.

Saúde e Paz. E, o Verão que continue fresquinho!

 

13
Out21

Arranjo da valeta no “Vale de Baixo”

Francisco Carita Mata

A propósito de “Muita areia para a minha camioneta”!

Cano da valeta. Foto original. 2021.10.07.jpg

(A foto anterior ilustra o que eu já fizera.)

Obrigado é uma palavra muito bonita. Gosto sempre de agradecer.

E, por isso, estou grato à Junta de Freguesia de Aldeia da Mata, pela forma expedita como responderam à minha solicitação.

Apresentara a situação diretamente, por mail; indiretamente, através do blogue, no postal “Muita areia para a minha camioneta”. Presencialmente, na 4ª feira, dia 06/10, antes da reunião semanal.

Houve concordância imediata, sem quaisquer entraves. Ficou combinado que 6ª feira, dia 08/10, pelas 8 horas, o funcionário adstrito a estas funções seria disponibilizado para a atividade.

E assim foi. Obrigado, também ao Srº Carlos, pelo desempenho da tarefa proposta. Houve sintonia entre todos os intervenientes.

Parabéns e Obrigado a todos: executivos e funcionários da Junta de Freguesia de Aldeia da Mata.

As fotos ilustram excertos do trabalho.

A execução da tarefa pelo funcionário, com a máquina.

Execução da máquina. Foto original. 2021.10.08.jpg

O trabalho concluído pelo funcionário.

Trabalho concluído. Foto original. 2021.10.08.jpg

Foto da valeta antes da intervenção. Para comparação.

Valeta antes da intervenção. Foto original. 2021.10.07.jpg

Também houve trabalho subsequente com a minha intervenção e as minhas máquinas. Melhor, as ferramentas: enxada, sempre presente; o ancinho, a forquilha, a tesoura das sebes e a pá.

Trabalho manual. Foto original. 2021.10.08.jpg

Com a enxada, o instrumento mais utilizado, retirei parte da areia, gravilha e terra, que ficou na valeta. Puxei para o exterior. Deixei um “parapeito” largo, de modo que a terra não volte à valeta quando chover.

Com o ancinho aliso essa terra, retirando as balsas cortadas, verdes e secas. As verdes que, a ficarem na terra, reverdecerão crescendo. As secas, para que o gado as não pise e não se magoe.

Junto-as em magote e com o ancinho e a forquilha, transporto-as para a parede, de modo que os javalis não atirem com as pedras do muro.

Com a tesoura de aparar sebes, corto ramos de silvas que a máquina não cortou, de modo que a parede vegetal constituída pelas balsas fique mais organizada.

Com a pá vou atirando alguma areia e terra que ficou acumulada em maior quantidade.

Sim, há muito trabalho que tem de ser feito manualmente.

Trabalho manual. Foto original. 2021.10.08.jpg

Mas este trabalho mais artesanal não poderia ter sido feito sem a intervenção da máquina.

Há um complemento de ambos. Trabalho mecânico e trabalho artesanal e braçal.

Daí o meu agradecimento. A Junta cumpriu o seu dever. Parabéns e Obrigado.

E um reparo para os Habitantes da Aldeia, Aldeões, como eu.

A imagem seguinte apresenta parte do lixo, em plásticos, latas e vidros, que encontrei na sequência da limpeza da valeta. Que encheu um vaso!

Lixo. Foto original. 2021.10.08.jpg

Reflita sobre isso. E coloque os lixos nos recipientes certos.

(Estas atividades executaram-se maioritariamente de manhã. Eu ainda voltei de tarde.)

E não posso deixar de frisar um reparo.

De tarde, constatei que no célebre “cruzamento” da “Azinhaga da Atafona” / Travessa do Fundão, com a “Azinhaga do Poço dos Cães” voltou a ser reposta gravilha.

Gravilha no cruzamento. Foto Original. 2021.10.09.jpg

E que significado tem tal facto?!

Que, quando chover, grande parte desse material escorrerá direito à célebre valeta, acabada de limpar. Não gostei.

O que fazer?! Isso será tema para futuro postal.

Haja Saúde! E, Obrigado!

 

02
Out21

Gatos no meu Quintal (I)!

Francisco Carita Mata

Sim! Que no meu Quintal não há apenas flores!

E também um ninho.

A propósito do postal anterior e de “Cats”, hoje escrevo sobre os gatitos que resolveram adotar o Quintal, como poiso de contemplação, de amesendação fugidia, de treino atlético, de veraneio.

Gato no quintal. Foto original. 2021.08.08.jpg

Sim! Porque foi mais ou menos no início do Verão, finais da Primavera, que eles começaram a assentar mais no espaço.

Terão começado a frequentar o território ainda antes, que não consigo precisar bem.

Primeiro foi a mãe gata. A breve trecho, apareceu com dois gatinhos. Ou gatinhas, que não sei distinguir. São pedreses, conforme a imagem documenta.

Foram ganhando confiança. Fomos deixando comida em recipientes, à sombra, abrigados do calor. Que no Verão abrasa. Também vários depósitos com água, espalhados pelo espaço. Água também para a passarada e outros animais, insetos, que abundam. Também as aves, na Primavera, têm poiso certo. Inclusive, fazem ninhos todos os anos. Este ano, pelo menos dois que detetámos. Hei de apresentar mais fotos.

Ninho. Roseira Avó. Foto Original. 2021.09.05.jpg

Os gatos, nos meses anteriores, Agosto e Setembro, foi vê-los nas poses tão peculiares, de esfinges, observando-nos. Como a foto evidencia. Nos muros, emoldurados pela videira e as uvas. Nos taludes, sempre a alguma distância. Se nos deslocamos, logo fogem, subindo as árvores, trepando os postes das latadas, galgando os muros.

Mas sempre à coca.

Acompanhando-nos, principalmente ao final da tarde. Buscando comida, sempre a correr… fugidios.

Coisas de Gatos, digamos… ou Gatas, que não sei!

Saúde!

28
Set21

Muita areia para a minha camioneta!

Francisco Carita Mata

Entupimento na valeta, no Vale. Trabalho de campo.

Questão Pertinente!

Cruzamento Azinhagas. Foto original. 2021.09.20.jpg

Neste blogue “Apeadeiro…”, bem como no “Aquém-Tejo”, já abordei o problema da erosão exercida pela força da água das chuvas, no “cruzamento” da “Azinhaga da Atafona” com a “Azinhaga do Poço dos Cães”.

As fotos documentam esse facto.

Azinhaga. Foto original. 2021.09.23. jpg

Sendo que as águas se deslocam pela força da gravidade, correm naturalmente para “baixo”. Transportando todas as areias mais grossas ou mais finas, os areões e os cascalhos. E para onde?!

Precisamente para uma valeta que corre no lado sul do “Vale de Baixo”.

Valeta e cano. Foto Original. 2021.09.21.jpg

Valeta que drena única e exclusivamente as águas provenientes da Localidade, provindas do Largo do Terreiro, com tudo o que isso representa. Lixo também. E as águas das referidas Azinhagas, que não estando calcetadas nem alcatroadas, mas cobertas de areão e gravilhas, materiais facilmente erodidos, os transportam para essa valeta. Que vai entulhando, impedindo a água de fluir.

No dia 21 de Setembro, último dia de Verão, na sequência de chuvadas fortes, na semana anterior, constatei que a valeta estava toda atulhada e o cano que escoa a água da Aldeia, praticamente entupido.

Ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Pus mãos à obra, que não sou de ficar parado.

Peguei no carro de mão, para levar as ferramentas, enxada e ancinho e tesoura de aparar sebes para cortar o balsedo.

Valeta e ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Limpei apenas a parte inicial da valeta. As fotos mostram fases do trabalho.

Mas é preciso continuar, porque a valeta continua entupida ainda mais uns metros abaixo.

E, eu, tenho de reconhecer, este trabalho já é “muita areia para a minha camioneta”!

Valeta. Ancinho. Enxada. Foto original. 2021.09.21.jpg

A foto seguinte, de 23 de Setembro, e na sequência de nova queda de chuva, bem chovida, como se costuma dizer, mostra a água a escorrer naturalmente pela parte da valeta arranjada.

Água correndo. Foto original. 2021.09.23.jpg

Agora, Caro/a Leitor/a, gostaria de deixar uma questão pertinente.

Atendendo que a mencionada valeta serve, única e exclusivamente, para escoar águas da Localidade e a gravilha, areia, lodo e lixo que a vai entupindo, também é proveniente dos espaços públicos, devo ou não requerer à Autarquia que venha limpar a valeta?

(Acresce que a Autarquia tem máquinas para o efeito e pessoal adstrito a essas funções.)

Obrigado pela sua atenção e votos de muita Saúde.

Sabugueiro. Foto original. 2021.05.02.jpg

(A última foto é de flor de sabugueiro, de planta precisamente junto a essa valeta.

É proveniente de Almada, na sequência de atividade que organizam na Primavera, em que trocamos lixo para reciclagem, por plantas. Ação que operacionalizam já há uma catrefada de anos. Mais de uma ou duas dezenas!)

Nota Final: Felicitar todos os eleitos para funções nas Autarquias: Freguesia e Concelho. Que trabalhem, em conjunto, para o bem da comunidade. Muita Saúde para todos.

 

 

 

 

26
Set21

Flores do meu Quintal (I)

Francisco Carita Mata

Frutos do meu Vale!

Em sotaque alentejano, Quintal e Vale, até rimam!

Rosa no Chão. Foto original. 2021.09.23. jpg

Esta semana pré-eleitoral passei-a na minha Aldeia. Mas não por quaisquer razões relacionadas com esse facto. Vamos até lá, regularmente. Gostei de ver o entusiasmo dos candidatos. Que, ao assumirem a gestão da Autarquia, mantenham esse afã, é o que eu desejo a todos. Com muita Saúde. São os votos que formulo para todos e cada um, quem quer que seja que venha a tomar o “leme do barco”. Friso!

Rosa de Santa Teresinha. Foto original. 2021.09.18.jpg

Hoje, trago-vos, Caros/as Leitores/as, imagens de “Flores do meu Quintal”.

Rosas de Santa Teresinha. Foto original. 2021.09.19.jpg

A foto que titula o postal é de uma linda rosa rosa. Essa é do Chão, que é um "prolongamento" do Quintal. Resultou essa roseira de um enxerto que fiz de roseira rosa, numa matriz de roseira brava branca. Vive num contexto adverso, mas todos os anos floresce.

Rosas de Santa Teresinha, as segunda e terceira fotos. Extraordinárias estas rosas, florescem praticamente todo o ano.

Rosa branca

Rosa branca. Foto original. 2021.09.18.jpg

Alecrim florido, em final de Verão.

Alecrim florido. Foto Original. 2021.09.20.jpg

Rapaziada.

(Esta tem flores vermelhas e brancas!)

Rapaziada. Foto original. 2021.09.20.jpg

Despedidas de Verão

Despedidas de Verão. Foto original. 2021.09.19.jpg

Despedida de Verão, em botão.

Despedida de Verão em botão. Foto original. 2021.09.19.jpg

E os “Frutos do meu Vale”?

Esses aparecerão noutro postal, ainda em botão, no blogue “Aquém-Tejo”!

 

18
Set21

Na minha Aldeia também houve arruada.

Francisco Carita Mata

Sim! Numa aldeia que também é Aldeia!

Aldeia. Foto Original. 2021.07.29.jpg

E na minha Aldeia, ontem, também houve arruada. Com o atual Presidente de Câmara.

A Mãe lembrou-lhe a limpeza das ruas… e dos quintais. Também aproveitei para enviar um mail a reforçar o pedido que já fizera a 25 de Junho. E reportar para os blogues.

Azinhaga Atafona. Foto Original. 2021.05.22. jpg

É preciso aproveitar estas ondas das eleições a ver se o pessoal se compromete. Que depois esquecem-se com facilidade.

Quintal. Foto original. 2021.07.29.jpg

Nesta euforia, anda tudo numa azáfama… Para não esquecer!

Lixo e mais lixo é o que mais abunda por essas terras portuguesas. Muito, mas muito ou a maior parte, é da responsabilidade das pessoas, dos cidadãos.

Almada é por demais. (Lixos diversos, pontificando dejetos de cães.)

Na minha Aldeia os quintais de casas desabitadas, os terrenos circundantes da povoação a precisarem de limpezas, são um perigo entre tudo o mais.

Mas é só nas Aldeias?

Veja-se Almada, o Koi Park, entre o Fórum Almada e a A2. O mato e o lixo vêm até à saída da autoestrada. Zonas de imenso movimento diário, de gentes e carros. Situação que persiste há anos!

Responsabilidade dos particulares, proprietários. Sem dúvida!

Mas não agindo estes, qual o papel das Entidades Públicas?!

Têm ou não a obrigação de agir, de intervir?!

Têm, sim.

Como?!

Primeiro, notificando, avisando, genericamente.

Não vendo resultados, avisar e notificar especificamente, cada um dos infratores.

Não agindo estes, como é sua obrigação, os Órgãos Autárquicos podem intervir, substituindo-se aos particulares. Exigindo-lhes pagamento do trabalho efetuado.

Mesmo particulares, vizinhos, podem substituir-se aos prevaricadores, exigindo-lhes reembolso de despesas e trabalhos.

(Este ónus é sempre a parte complicada da questão.)

Esta boa e santa gente que não providencia as limpezas de quintais, campos próximos das localidades, parques e outras coisas que tais, são como os que se recusam às vacinas.

São um perigo público!

O que acha o/a Caro/a Leitor/a?! 

Obrigado pela atenção e votos de muita Saúde!

 

 

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