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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

17
Ago22

Gosto muito da minha Aldeia.

Francisco Carita Mata

Mas há coisas na minha Aldeia de que não gosto!

Quintal abandonado. Foto original. 2022.08.13. jpg

E uma das situações de que não gosto na minha Aldeia é o abandono a que estão votadas algumas das habitações. Nomeadamente na Rua Larga e na Rua de São Pedro. Logo nestas duas Ruas, as mais antigas da Povoação. Casas abandonadas, quintais transformados em quase lixeiras. Um desmazelo que não fica bem à Localidade!

Os primeiros, principais e primordiais responsáveis são os respetivos proprietários. Que as abandonam. E, pior de tudo, deixam os quintais transformar-se em depósitos de materiais combustíveis. Um perigo para quem vive nas proximidades, para os moradores das ruas adjacentes. Para toda a Povoação. Basta nós olharmos, com olhos de ver, para tudo o que acontece por este nosso país, quando ocorrem incêndios e a aflição dos moradores, se o fogo se aproxima dos povoados. As televisões têm mostrado, por demais, tais factos!

Os “proprietários” (?!) estão longe. Quem sofre é quem está perto!

(Deus nos livre e guarde que tal aconteça!)

Quando aqueles não cumprem o seu dever, as entidades competentes podem e devem intervir.

Temos diligenciado para que os serviços públicos intervenham. Nomeadamente, Junta de Freguesia, Câmara Municipal e Proteção Civil. E tem havido colaboração e resposta positiva aos pedidos.

Na sequência dessas diligências, a proprietária do quintal do nº 95, da Rua Larga, mandou limpá-lo, ainda em Junho. Todavia, quem lá andou a cortar a erva com a roçadora, lá deixou todo o pasto seco. Para além dos lixos que já lá estariam. É olhar e ver!

O quintal da Rua de São Pedro nº 41 foi limpo pelo mesmo método já em Julho, por uma empresa particular, a mando da Proteção Civil. Calhei a observar o trabalho feito, quando os “roçadores” o acabaram, deixando também o pasto. Questionei-os sobre o facto. Responderam-me que não fazia mal, já não havia perigo.

Não concordo. Claro que o material combustível fica todo no terreno. Sinceramente acho que este pessoal não tem brio, nem noção do que faz. Realmente, é o que penso!

Os quintais da Rua Larga nºs 81 e 83, supostamente seria o proprietário que providenciaria a respetiva limpeza. Supostamente! Passou-se Julho. Agosto já passou de meio! E nada feito! Nem me parece que tal venha a acontecer pela parte de quem deveria: o dono.

Sobre o quintal do nº 85, da Rua Larga, os inquilinos nómadas, que por vezes pernoitam na respetiva casa (?!), dizem que o vão limpar “para o mês que vem” ou “para o final do mês” ou “em Agosto”! São mais ou menos as respostas que me dão, quando os interpelo sobre o assunto.

Resumindo e concluindo. Nalguns casos, as coisas estão um pouco melhores. Noutros nem melhor nem igual. Estão pior! Porque se acumula sempre mais lixo.

Peditório da colcha. Foto original. 2022.08.07. jpg

Houve a “Festa da Aldeia”. Passou o peditório da colcha. Não passou a procissão. Eu até acho que a procissão já nem passa, para que não se veja o estado em que estão algumas casas destas duas Ruas. São Pedro não gostará, está visto! Tem a Ermida bem perto. São Martinho, que terá comandado o cortejo como orago da Freguesia, também não teria gostado de ver. E a Senhora ainda menos!

Em síntese, pretendo que as Entidades Públicas e competentes providenciam intervenção onde ela deverá ser feita. Obedecendo aos normativas gerais e específicos inerentes a essas ações, que conhecerão melhor que eu. Apenas cidadão interessado na minha e nossa Aldeia.

Contactarei formalmente quem de direito sobre o assunto!

Obrigado pela sua atenção. Votos de muita Saúde.

 

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