Frutos e Flores do Quintal de Cima
Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
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Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
Hoje, foi dia de colher romãs.
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Não sei quantas romãs deu.
Ainda não as contei!
Bonito Outono.
De que passarinho será este ninho?!
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Em 16 de Outubro, antes da vinda da chuva, que só viria a 21/10/2025, andei colhendo as uvas nesta videira. Aproveitando o tempo de Verão que se prolongou, este ano, até mais de meados de Outubro!
Pois, bem no alto, bem escondido nas folhas da vide, estava este ninho já meio desmanchado.
De que pássaro seria?!
Quando ando pelo Quintal de Cima, nos meses de Abril e Maio, quando a passarada faz a criação, esvoaçam, por ali, milheirinhas. Também andam, sempre trauteando lindas melodias, rouxinóis! Um, dois, não sei! Nunca os vejo, mas encanto-me nos seus cantares plangentes, melodiosos, fascinantes.
Presumo que o ninho será de algum destes habitantes plumados.
É, parece-me, de lã! Será?!
Fizeram criação, certamente. Agora, já partiram. Os rouxinóis são migrantes.
Ficou o resto do ninho.
Para próximo ano voltarão. Fico esperando!
Ainda no Jardim da Gulbenkian, no dia 31/08/2025, último dia do mês de Agosto:
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Se os bambús que tenho no meu Vale de Baixo, tivessem acesso à água que estes têm, bem lindos que estariam!
Ditas por D. Maria Belo, neste Agosto de 2025.
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Chapéu preto desabado
Quem o tem não é ninguém
Que há-de o meu bem fazer
Ao chapéu preto que tem.
*
Quando passares por mim
Não me abaixes o chapéu
Eu tenho ouvido dizer
Ódios não entram no céu.
*
Chapéu preto não se usa
Faz figura de ladrão
Inda nunca m' encontraste
A roubar teu coração.
**
Valha-me Deus tanta lima
Tanta laranja no chão
Tanta amizade fingida
Tanto bem querer em vão.
*
Se a amizade se pesasse
Na balança da razão
Do meu lado pendia
Correntes até ao chão.
*
Anda o sol atrás da lua
A lua atrás do luar
Minha alma atrás da tua
Sem a poder alcançar.
*** * ***
Estas cantigas foram todas ditas em Agosto. Algumas pelo telefone! Durante os telefonemas que habitualmente fazemos ao longo do dia. Numa das vezes, estávamos no Jardim da Gulbenkian!
Talvez algumas destas quadras já figurem em "De altemira fiz um ramo".
***
Foto? Uvas de Agosto do "Quintal de Cima" - Aldeia da Mata.
Conhece, certamente.
É o célebre, valente, resistente, Gato Gil!
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Em poses instagramáveis, muito peculiares!
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Nesta 2ª foto, percebe-se que lhe falta a perna e o pé, traseiro, esquerdo. Só tem o coto correspondente à anca e coxa.
Resultado de ter ficado preso numa armadilha, em Outubro de 2023.
(Pensava que fora um acidente casual e aleatório.)
Recentemente, fiquei a saber que não será algo fortuito. É propositado!
Um tipo mata os gatos!
***
Dir-me-á, e com razão, que há por aí quem ande a matar e mandar matar Pessoas!
Infelizmente, bem verdade!
Saúde e Paz!
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Quadras Tradicionais (XII)
(Ditas por D. Antónia Aires e D. Maria Bela, recentemente.)
Francisco é um tinteiro
Manuel pena parada
José é rei dos amores
João é carta fechada.
(Dita por D. Antónia Aires.)
*** * ***
Quem me dera ter a vida
Que a roseira tem no campo
Não me dava tanta lida
Nem em ti pensava tanto.
(Dita por D. Maria Bela.)
(Aldeia da Mata - Alentejo - Portugal)
Um poema de António Falcão da Costa e fotos minhas.
***
«Poema dedicado à Rua do Saco»
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«A rua do Saco sempre a cantar
Era o celeiro das raparigas
Tudo tem vindo acabar
Já não há rapazes já não há raparigas
Rua do Saco sempre a marcar
Com gente muito boa
Com tantos grupinhos a dançar
Fazia a festa e batia palmas a ti, Baloa
Rua do Saco com pessoas de muita gentileza
Pessoas sempre de mãos dadas
A caminho da loja da senhora Maria Teresa
Que facilitava muitas coisas fiadas
Rua do Saco, nada, nada faltava
O ti Saboga a vender o pão
Era uma rua que marcava
E o Pelado com suas bailaradas no seu Salão
Palavras de verdade
Nas pedras ficou gravado
Os passos da mocidade
Que passeavam com seus pares de braço-dado»
***
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(Uma porta peculiar na Rua do Saco)
E o nome atual da Rua do Saco:
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(A 1ª foto ilustra o porquê de terem batizado a Rua do Saco de Rua das Curvas.)
*** *** ***
Postal publicado em mais um dia de calor extenuante. De fogos matando este desequilibrado País, lentamente. De guerras absurdas, sem final à vista. De massacres de inocentes, que Herodes há muitos, por este Mundo desgovernado!
Saúde e Paz.
Anteontem, final do dia.
Quintal de Baixo:
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Os efeitos da "guerra" travada pelo Gil, com uma armadilha, marcaram-no: falta de perna e pé traseiro esquerdo.
Saúde e Paz, que tanta falta faz!
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Extraordinário!
De louvar esta brilhante iniciativa.
Se, no Mundo, toda a gente tivesse iniciativas destas, viveríamos num Mundo muito melhor!
O viveiro está bastante aumentado. Inicialmente, contava quatro vasos, agora já vai em nove!
***
Terá de começar a distribuí-los?!
(É o que tenho feito no meu viveiro. Na semana passada, dei dois exemplares de Murtas ao Artur.)
***
Saúde e Paz, que tanta falta faz!