Frutos e Flores do Quintal de Cima
Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
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Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
Que podem concluir-se em poemas.
O tempo e a inspiração o dirão…
Mote: “Sepultei minha tristeza / Na raiz do alecrim / …”
Glosas:
Guardei a minha tristeza
Em caixinha d’alecrim
Confiante na certeza
Ficasse longe de mim!
Alecrim é flor de cheiro
Branco azul, arroxeado
Ilumina ano inteiro
Cheiro e cor em todo lado!
*** ***
Dos olhos ao coração
Um saltinho de pardal
Podes tu, crer, pois então
Meu Amor, não tens igual!
***
Estas quadras foram inspiradas em motes alheios. A “metodologia Camoniana”, bebida em “Sociedade Perfeita”!
“Sepultei minha tristeza…” cantiga de oito pontos – oitava – que me foi dita por senhora Catarina Matono, em 1982, na minha casa. Quando o meu Pai também me disse uma. Ambas publicadas no blogue e em “De altemira fiz um ramo”.
A última quadra inspira-se na célebre quadra: “o coração mais os olhos…”
Este postal completa, melhor, complementa, o que foi publicado em Aquém-Tejo.
O mesmo modo de funcionamento. Publico estrofes, neste caso, quadras, de possíveis poemas a completar, quando a Inspiração chegar! E a Vida deixar!
Passou o Natal. Cheira a Ano Novo!
A nova coroa na Casa-Museu!
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Substituí a “Coroa de Natal 23”. Mantive a estrutura, mas alterei os principais elementos.
(A base decorativa fundamental são raminhos de Oliveira. Um apelo à Paz! Mantive o raminho do Espinheiro frutificado. Acrescentei uns raminhos de Cedro de jardim, de que temos plantados dois exemplares no Vale de Baixo. Terão mais de vinte anos! São provenientes de sementes, trazidas do jardim da entrada da “Mouzinho da Silveira”, ainda antes da intervenção da “Parque Escolar”.
Incluí um raminho de Alecrim branco: Paz! Este alecrim é o único que tenho desta cor. Resiste no limite SE do Chão da Atafona, no início da Azinhaga da Fonte das Pulhas. Outros, no Quintal de Cima, foram secando. Este tipo de alecrim trouxe-o, através de um raminho, proveniente do Jardim da Gulbenkian, para aí há quase quarenta anos!)
A porta da Casa-Museu, com a “Árvore de Natal” e a “Coroa”, sem o alecrim branco, mas com a "Cruz do Domingo de Ramos":
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Dois modernos enfeites no centro da Aldeia – Bairro de Santo António:
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(As 4 fotos anteriores são todas de 28 de Dezembro.
A seguinte é de 22/12.)
Uma original “Estrela de Natal”:
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(É formada com vários cabides de roupa, construindo um conjunto bem sugestivo.)
A icónica Torre Sineira da Igreja Matriz, iluminada com os últimos raios de sol.
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(Dia 21/12, cerca das 17h. Ainda Outono.)
A fachada da Igreja Matriz.
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(Dia 20/12, também já sol-posto, depois das 17h.)
Votos de "Ano Bom"!
"Boninha" / Bonina / Margaça / Malmequer / Margariga
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"Alecrim, alecrim, aos molhos..."
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Jacinto: o teu perfume eu sinto!
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"Os teus olhos não são olhos / ... /... / À sombra das violetas"!
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A "neve" continua no Alentejo!
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Maravilhas!
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E chegou ou não a Primavera?!
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Que o digam as andorinhas.
Votos de excelente Primavera!
Hoje, apresento foto da porta e da frontaria da "nossa" Casa Museu.

Deste ano 2021, já com as "Coroas de Natal".
À base de loureiro, alecrim e murta. Por enquanto...
Caro Leitor/a, conhece a simbologia destas Plantas?!
Para quando uma visita?! Que bem merece!

Desde já, os meus Votos de um Feliz e Santo Natal!
Em sotaque alentejano, Quintal e Vale, até rimam!

Esta semana pré-eleitoral passei-a na minha Aldeia. Mas não por quaisquer razões relacionadas com esse facto. Vamos até lá, regularmente. Gostei de ver o entusiasmo dos candidatos. Que, ao assumirem a gestão da Autarquia, mantenham esse afã, é o que eu desejo a todos. Com muita Saúde. São os votos que formulo para todos e cada um, quem quer que seja que venha a tomar o “leme do barco”. Friso!

Hoje, trago-vos, Caros/as Leitores/as, imagens de “Flores do meu Quintal”.

A foto que titula o postal é de uma linda rosa rosa. Essa é do Chão, que é um "prolongamento" do Quintal. Resultou essa roseira de um enxerto que fiz de roseira rosa, numa matriz de roseira brava branca. Vive num contexto adverso, mas todos os anos floresce.
Rosas de Santa Teresinha, as segunda e terceira fotos. Extraordinárias estas rosas, florescem praticamente todo o ano.
Rosa branca

Alecrim florido, em final de Verão.

Rapaziada.
(Esta tem flores vermelhas e brancas!)

Despedidas de Verão

Despedida de Verão, em botão.

E os “Frutos do meu Vale”?
Esses aparecerão noutro postal, ainda em botão, no blogue “Aquém-Tejo”!
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