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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

11
Nov22

Araucária – Árvore icónica de Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Uma marca identitária!

Araucária. Vista do Vale. Foto original. 27.03.22

Ontem, em Aquém-Tejo, escrevi sobre a candidatura a Árvore do Ano 2023, e sobre uma Oliveira Milenar, localizada a caminho da Fonte da Baganha.

Hoje, paramos no Apeadeiro da Mata, para testemunharmos sobre a célebre Araucária de Norfolk, marca identitária do perfil de Aldeia da Mata.

Situada num quintal particular, propriedade privada, evidentemente, todavia acaba por ser Património afetivo e cultural de toda a Freguesia. É, indubitavelmente, a Árvore mais emblemática, mais marcante da Aldeia. Pelo seu porte majestoso, a respetiva dimensão, as características formais, a proverbial localização junto à Igreja Matriz, ombreando com a torre sineira. Pese, embora, o facto de não ser uma árvore autóctone!

Para quem se dirija ao povoado, proveniente de Leste, do Norte, de Oeste, está sempre presente o respetivo enquadramento altaneiro.

As fotos testemunham o afirmado.

Foto titulando postal: vista de Noroeste, a partir do “Vale de Baixo” - 27/03/22. É, para mim, uma vista diária.

Araucária. Vista da tapada do rescão. Foto original. 07.04.22

2ª foto – 07/04/22 – vista de NW, a partir da “Tapada do Rescão”.

Araucária. Vista do caminho das Alminhas. Foto original. 24.04.22

3ª foto – 27/04/22 – vista de Nordeste, a partir do “Caminho das Alminhas”

Araucária. Vista do caminho do poço dos cães. Foto original. 08.05.22

4ª foto – 08/05/22 – vista a partir do “Caminho do Poço dos Cães” – Norte.

Araucária. Vista do Adro de São Martinho. Foto original. 23.09.22

5ª foto – 23/09/22 – vista de Oeste – Adro de São Martinho.

E se, num próximo ano, houvesse a ousadia de candidatar esta Araucária a Árvore do Ano?

 

29
Set22

Limpeza da valeta no “Vale de Baixo” – 28 Set. 22

Francisco Carita Mata

Aldeia da Mata - Crato

A chuva sempre tão necessária, neste ano chegou ainda no Verão, já no final. Veio bem batida, bem chovida e já sabemos… Chuva assim, escorrendo pelas Travessa do Fundão / Azinhaga da Atafona e Azinhaga do Poço dos Cães, logo a gravilha nelas colocada, a fazer de lastro aos caminhos, vai desaguar ao "Vale de Baixo". Foi o que aconteceu novamente este ano.

Contactei a Junta de Freguesia na semana passada e, nesta semana, combinámos ida do funcionário Carlos Véstia a limpar a areia que entupindo a valeta, processa a escorrência das águas e areias para o terreno. Trabalho realizado ontem, 4ª feira, 28 de Setembro, pela manhã.

Fiquei muito agradado com o trabalho realizado.

Com este postal pretendo precisamente agradecer à Junta de Freguesia e ao funcionário Carlos Véstia. Muito Obrigado e muita Saúde para todos.

Entretanto, também na semana passada, a Junta de Freguesia providenciou a colocação de gravilha nas referidas Azinhagas, nomeadamente no “entroncamento” das mesmas. Trabalho de curto prazo, que tinha mesmo de ser feito, pois, desventradas como estavam, dificultavam a circulação tanto de veículos, como de peões.

Todavia não posso deixar de alertar para a imperiosidade de se concretizar uma obra devidamente adequada para esses caminhos vicinais. Trabalho que já tarda. Com o qual ganharemos todos. Toda a Freguesia!

Remeto para outros postais em que me tenho debruçado sobre este assunto.

Os meus renovados agradecimentos e votos de Paz.

E ainda…

Os tristemente "célebres" quintais da Rua Larga, nomeadamente os que eram pertença da Srª Joaquina Calado, da Srª Dolores e da Srª Augusta, quando são limpos?!

Do que sei e tenho observado dos “supostamente” proprietários e usufrutuários, eles nunca farão as respetivas limpezas.

De modo que

Terá de haver intervenção das Entidades Públicas.

Saúde! Paz! E que continue a vir chuvinha como a que caiu hoje, mas em maior quantidade.

Mas não de enxurrada, que leve novamente a gravilha para a valeta do “Vale de Baixo”.

Valha-nos São Pedro!

 

15
Set22

Finalmente a Chuva! Abençoada Chuva!

Francisco Carita Mata

A bendita Água voltou!

(Também em Aldeia da Mata!)

Bendita, para os locais onde não fez estragos. Que isto da chuva, mesmo quando desejada, mal chega, começa logo a enfadar. Mas é por demais necessária. Nalguns locais fez das suas. Em Manteigas, em plena Serra da Estrela, foi o que se viu.  Uma consequência direta dos incêndios de Agosto. Incêndios, principalmente em zonas serranas, mal vêm as primeiras chuvas, logo ocorrem as enxurradas a jusante.

Aqui para os meus lados e na minha Aldeia e nos espaços que conheço e percorro, também a ocorrência habitual.

O “cruzamento” no topo Oeste da Travessa do Fundão, onde esta entronca com a Azinhaga da Atafona e dá seguimento à Azinhaga do Poço dos Cães está como pode ser verificado in loco. A gravilha, terra, entulho, foi quase tudo arrastado pela força das águas, com estas chuvadas destes últimos dias.

Também já sabemos que foi parar ao Vale de Baixo, onde fez enxurrada. É o trivial.

Solução?! A que já tenho apresentado há anos.

Uma intervenção duradoura, de preferência com alcatrão, que cubra esse “cruzamento”, a parte da Travessa do Fundão não calcetada e toda a Azinhaga do Poço dos Cães até ao adro de São Martinho.

Não fazer a solução de remedeio usual: a gravilha. Mais do mesmo. Nas chuvas sequentes toda a gravilha abala.

Para operacionalizar esta obra terá de haver articulação entre as Autarquias: Junta de Freguesia de Aldeia da Mata e Câmara Municipal do Crato.

Provavelmente terá de ser uma obra faseada. Primeiro o “cruzamento” e depois as Azinhagas. Mas terão de equacionar solução para este problema, orçamentando-o.

Certamente este ano civil ainda terão de remediar com gravilha. Mas poderão e deverão prever este trabalho para próximo ano civil. É uma obra que tarda há anos. Dezenas!

Colocar "grelhas" para escoamento das águas em vários pontos nevrálgicos.

Mas todos estes aspetos os responsáveis sabem melhor que eu, que não tenho pretensão de me sobrepor a ninguém. Contudo sou eu que transito naqueles espaços todos os dias. É aos meus terrenos que a terra vai desaguar todos os anos.

Mas esta obra só me irá beneficiar a mim?!

Claro que não! Todos os dias por ali passam outros vizinhos. Uns a pé, outros em carros ou em camionetas. E toda a Aldeia beneficiará.

E se essas Azinhagas fossem iluminadas, tanto melhor!

E, a talho de foice, os célebres quintais abandonados no topo norte da Rua Larga, são ou não limpos?!

Saúde. Paz. E grato pela atenção.

 

11
Set22

Árvores dos Frutos de Agosto!

Francisco Carita Mata

… Ainda e agora já em Setembro!

Árvores com história(s)

 

Quando publiquei o postal Frutos de Agosto em “Aquém-Tejo” pensei escrever sobre as Árvores que nos presenteiam com essas dádivas – frutos. Só agora, já em Setembro, me é possível concretizar essa promessa, esse objetivo.

As árvores são: figueiras várias, figueiras da Índia, amendoeira. Localizam-se quase todas no Chão da Atafona, exceto a figueira de pingo - mel, que veraneia no Vale de Baixo, há pouco mais de dez anos.

Sobre esta, já explanei e apresentei foto, em anteriores postais. Abençoado engano! Oferece-nos saborosos figos. Precisava ser mais regada, mas tirar água do poço com balde não é propriamente fácil. Agora tenho dois baldes no poço, que os respetivos cordéis me pregaram a partida de se terem partido. Vagueiam ao cimo das águas, de fundo virado ao sol e lua!

No Chão da Atafona existem, aparentemente, seis figueiras.

Três são verdeais. Os figos são brancos por fora e igualmente claros no interior. Bastante saborosos. Mas isso são todos!

Duas destas figueiras estão no interior da propriedade. Outra bordeja o limite leste, confinando com a Azinhaga do Poço dos Cães.

Uma de figos “esteveiros”. Fica no limite sul - leste do Chão. No início da Azinhaga da Fonte das Pulhas / Ribeira do Porcozunho. É a figueira maior. O meu Pai dizia-me que tinha sido o Tio João Carita que a tinha plantado. Deduzo que terá cerca de um século. Tal como as outras, embora possam não parecer, pois têm sido intervencionadas. Algumas por mim. Outra com ajuda do Amigo Marco. Os figos esteveiros são pretos por fora, branco-pérola, por dentro. Não são dos mais saborosos.

Ainda no limite sul do terreno, mais para oeste, está outra figueira cujo nome desconheço. (A Mãe também não me sabe dizer. Aliás, é a Ela, Dona Bela, que devo o conhecimento dos nomes destes figos: verdeais, esteveiros, abebos.)

Os figos são brancos por fora e branco-pérola, no interior. Ao colherem-se, o pecíolo fica sempre agarrado ao tronco. São muito saborosos. Regalo do amaranto papa-figos. Foi daí que vi escapulir-se um, numa destas manhãs.

No limite sudoeste da pequena propriedade está a figueira que ilustra o postal. Só que não é apenas uma figueira. São pelo menos duas ou mais. Uma que nos dá figos “abebos”, e outra ou outras, figos-reis. A dos figos “abebos” é a mais velha, provavelmente da época das outras. Cem anos, por aí! As marcas da longevidade são bem visíveis no tronco.

As restantes, troncos bem mais jovens, são todas de figos-reis. Como terão ido ali parar?!

Saberá O/A Caro/a Leitor/a dar-me uma ideia?!

(Falta-me escrever sobre a Amendoeira doce, mas ficará para outro postal.)

Saúde e Paz! E bons figos!

 

 

05
Fev22

E a Luz venceu a Escuridão!

Francisco Carita Mata

Colocação da lâmpada no poste do “Quintal de Doutor Agostinho”!

Luz venceu escuridão. Foto original. 2022.02.01.jpg

Não, não é uma crónica sobre o mítico Estádio da Luz, lá para os lados da Estrada da Luz, mas onde parece imperar, de facto, a escuridão!

Estava eu no remanso do ancestral “Chão da Atafona”, alindando um canteirão do jardim, do meu escritório campestre. Isto, no dia um de Fevereiro, véspera do “Dia da Senhora das Candeias”, também nomeada “Senhora da Luz”!

Apercebendo-me de alguma movimentação para os lados do “Quintal de Doutor Agostinho”, qual não é o meu espanto e contentamento, quando observo um indivíduo alcandorado no célebre poste do dito quintal, já por diversas vezes referenciado nos blogues a que me dedico.

Colocação lâmpada. Foto original. 2022.02.01.jpg

“E fez-se luz”! Estavam a instalar um candeeiro de iluminação no poste, conforme vimos requerendo há algum tempo. Aleluia! É mesmo o efeito da “Senhora da Luz”!

Excelente! A situação merece ser documentada, pensei. Fui a casa buscar o telemóvel. Entretanto falei com os profissionais que estavam tratando do assunto, fotografei, pedi autorização ao jovem que estava colocando o candeeiro e respetiva lâmpada, para publicar foto. Que autorizou. Uma das que documenta o postal. Ao início da noite, fui verificar o local iluminado. Outra foto documental, a que o titula.

E agora?!, dir-me-ão. É só uma lâmpada! É verdade. Mas contraponho: uma caminhada faz-se com o primeiro passo.

E o que se diz quando nos fazem alguma coisa que pedimos? Pois… Muito Obrigado. Obrigado, é sempre uma palavra muito bonita, que devemos usar com frequência.

Os meus agradecimentos a todas as Entidades competentes que diligenciaram nesse sentido: Autarquias - Câmara Municipal de Crato, Junta de Freguesia de Aldeia da Mata, Proteção Civil, Empresa que instalou a lâmpada. “Visabeira” figurava na carrinha em que se deslocaram os trabalhadores. Agradecimento a estes profissionais, com especial realce para o jovem que se alcandorou ao poste, conforme fotografia. Sem o seu trabalho nada feito. Muito obrigado. Grato também aos Vizinhos que também se interessaram e colaboraram e aos Matenses que, em cargos específicos, deram o seu contributo.

E, novamente…. Só por uma lâmpada?! … Uma caminhada faz-se com o primeiro passo.

E, ainda para as Entidades competentes: Agora, é preciso arranjar esse “entroncamento” da Azinhaga do Poço dos Cães com a Azinhaga da Atafona / Travessa do Fundão.

E votos de muita Saúde, para todos e também, especialmente para si, Caro/a Leitor/a.

 

03
Nov21

Erosão no “entroncamento” da “Azinhaga e da Travessa” (I)!

Francisco Carita Mata

Uma obra que urge arranjar com caráter de durabilidade.

Erosão no entroncamento. Foto Original. 2021.10.31.jpg

É preciso resolver este assunto com caráter mais definitivo e duradouro. 

O célebre “entroncamento” entre a “Travessa do Fundão / Azinhaga da Atafona” e a “Azinhaga do Poço dos Cães” é necessário arranjá-lo de modo que seja durável o arranjo efetuado.

Ainda recentissimamente foi colocada a gravilha: em 08/10/21. Mal chegou a chuva, nos dias finais do mês, 29, 30 e 31, logo ela se esvaiu.

Erosão na Azinhaga II. 2021.10.31.jpg  

Ficaram os sulcos no “cruzamento”, as regueiras novamente abertas. 

A “Azinhaga”, a parecer uma ribeira… 

E os areões e gravilhas a irem parar ao “Vale de Baixo”!

Gravilha Vale II. Foto Original. 2021.10.31.jpg

Um ciclo que só terminará quando esse “cruzamento” for revestido a alcatrão ou outro material resistente, que os técnicos especializados da Câmara saberão melhor que eu. Com caleiras e cano subterrâneo, para escoamento das águas.  

Acabar com as obras de remedeio, que duram escassas semanas. Vindo novas chuvadas volta-se ao mesmo. 

Apelo às Autoridades competentes, aos técnicos especializados, que se empenhem cabalmente na resolução do problema.

(Arranjar esse “entroncamento” será bom. Se arranjarem toda a Azinhaga do Poço dos Cães será ótimo!)

E não esquecer a colocação de uma lâmpada no poste junto a quintal de Drº Agostinho.

Obrigado pela atenção.

Votos de muita Saúde!

 

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