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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

03
Nov21

Erosão no “entroncamento” da “Azinhaga e da Travessa”!

Francisco Carita Mata

Uma obra que urge arranjar com caráter de durabilidade.

Erosão no entroncamento. Foto Original. 2021.10.31.jpg

É preciso resolver este assunto com caráter mais definitivo e duradouro. 

Erosão no entroncamento II. Foto Original. 2021.10.31. jpg

O célebre “entroncamento” entre a “Travessa do Fundão / Azinhaga da Atafona” e a “Azinhaga do Poço dos Cães” é necessário arranjá-lo de modo que seja durável o arranjo efetuado.

Erosão na Azinhaga. Foto Original. 2021.10.31.jpg

Ainda recentissimamente foi colocada a gravilha: em 08/10/21. Mal chegou a chuva, nos dias finais do mês, 29, 30 e 31, logo ela se esvaiu.

Erosão na Azinhaga II. 2021.10.31.jpg  

Ficaram os sulcos no “cruzamento”, as regueiras novamente abertas. 

A “Azinhaga”, a parecer uma ribeira… 

Gravilha no Vale I. Foto original. 2021.10.31.jpg

E os areões e gravilhas a irem parar ao “Vale de Baixo”!

Gravilha Vale II. Foto Original. 2021.10.31.jpg

Um ciclo que só terminará quando esse “cruzamento” for revestido a alcatrão ou outro material resistente, que os técnicos especializados da Câmara saberão melhor que eu. Com caleiras e cano subterrâneo, para escoamento das águas.  

Acabar com as obras de remedeio, que duram escassas semanas. Vindo novas chuvadas volta-se ao mesmo. 

Apelo às Autoridades competentes, aos técnicos especializados, que se empenhem cabalmente na resolução do problema.

(Arranjar esse “entroncamento” será bom. Se arranjarem toda a Azinhaga do Poço dos Cães será ótimo!)

E não esquecer a colocação de uma lâmpada no poste junto a quintal de Drº Agostinho.

Obrigado pela atenção.

Votos de muita Saúde!

 

24
Out21

Conhecer a realidade, no próprio local!

Francisco Carita Mata

Pôr do Sol. Foto original. 2021.09.01.jpg

 

Uma visita à Rua Larga e Travessa do Fundão, na Aldeia “Velha”!

 

Na passada 4ª feira, vinte de Outubro, tivemos a visita à Aldeia “Velha”, de Engº João Marques, da Proteção Civil da Câmara Municipal do Crato.

Uma observação in loco, a alguns espaços de Aldeia, onde a ação dos respetivos Serviços será necessária. Foi um “assentar os pés no chão”, parafraseando, de certo modo, uma sua expressão que traduz a necessidade de perceção da realidade, indo aos locais próprios. É preciso ir ao terreno, para perceber as problemáticas subjacentes. Ideia / Princípio que subscrevo totalmente.

Que Aldeia não é só os espaços mais modernos, os clubes e locais de convívio. Aldeia é antes de tudo o mais, o conjunto dos “terrenos” em que se insere e se inscreve a respetiva identidade cultural e ancestral. Tenho dito!

A visita inseriu-se no contexto de pedidos formulados anteriormente, para algumas questões que precisam de resolução, pelos danos já causados ou que eventualmente possam vir a causar.

Alguns já foram temas dos blogues.

A questão das limpezas dos quintais de algumas casas na Rua Larga, cheios de pastos e matos. Que são um perigo!

O enxame de abelhas na Travessa do Fundão, no antigamente designado “Palheiro dos Pobres”. Abelhas que têm feito das delas. Isto é, têm picado, como é respetivo apanágio. Inclusive a quem é alérgico. Um perigo acrescido!

Ficaram os problemas devidamente equacionados, no próprio espaço de intervenção. Houve sensibilidade para os assuntos, disponibilidade para o respetivo tratamento e futura execução.

Fiquei de obter os contactos dos proprietários dos territórios que, sendo particulares, têm os respetivos donos as sequentes obrigações. (Essa tarefa já está parcialmente executada. Estou diligenciando para saber os de todos.)

Outras questões também apresentadas reportaram-se à necessidade de colocar uma lâmpada no célebre poste do “Quintal de Drº Agostinho” e do arranjo do “entroncamento” da “Azinhaga da Atafona” / “Travessa do Fundão”. Assuntos também já abordados nos blogues.

Azinhaga. Foto Original. 2021.09.20.jpg

Fomos até ao “Vale de Baixo”, para percebermos, nos locais próprios, como tudo se interrelaciona.

Disponibilidade para concretizar as propostas/pedidos, bem como a respetiva perceção, ficou bem patente.

Agora, iremos continuar pugnando para a consequente realização.

Obrigado pela atenção demonstrada.

Igreja e Araucária. Foto Original. 2021.09.23.jpg

A Aldeia “Velha” e os territórios circundantes da Aldeia também precisam de ser uma fonte de inspiração e atenção para todos os Aldeãos.

Casa Museu. Foto Original. 2021.09.25.jpg

Até porque têm potencial de atração cultural no presente e no futuro. (As fotos reportam para tal.)

Caso sejam devidamente trabalhados.

Haja Saúde!

 

17
Out21

Sabe o que é uma Atafona?!

Francisco Carita Mata

E, já agora, uma Azinhaga?

Travessa do Fundão. Foto Original. 2021.09.01.jpg

Não se admire se não souber o que é uma atafona. Eu próprio soube há bem pouco tempo. Quando resolvi ir procurar ao Dicionário, neste caso, a Lexicoteca.

Intrigava-me o termo. O que significaria? Julgava que seria um regionalismo, como é por ex. “Altemira”. Porque toda a minha vida ouvira nomear, chamar de “Azinhaga da Atafona”, o espaço, a rua, a travessa, atualmente designada por Travessa do Fundão”.

Consultei a Lexicoteca e esta informou-me do que transcrevo: 

"Azinhaga, s. f. (do Ár. az-zinaqa). Caminho estreito e rústico entre muros, sebes altas ou valados, fora dos povoados.

Atafona, s. f. (do Ár. at-tahuna, moinho). 1. Engenho de moer grão, movido manualmente ou por força animal. 2. Azenha. Andar numa atafona, andar numa roda-viva."

 In. Lexicoteca – Moderno Dicionário da Língua Portuguesa – Círculo de Leitores – Vol I – 1985.

Azinhaga da Atafona em Maio. Foto Original. 2021.05.22.jpg

Interessante a resposta obtida.

Nunca conheci, em tal Azinhaga, qualquer engenho do tipo designado. Nem as Pessoas mais velhas da localidade alguma vez ouviram falar disso. Todavia tal não invalida que tivesse havido, em épocas transatas, algum tipo de azenha, moinho, do modelo descrito, em tal espaço ou nas proximidades.

(Todos conhecemos nas mais diversas localidades, aldeias, vilas ou cidades, designações de ruas, largos, espaços, travessas, reportando-nos para situações, casos, profissões, acontecimentos, cuja existência no presente não se verifica, mas de que persiste a memória ancestral, nos nomes atribuídos a esses lugares. Por vezes até foram substituídos por placas toponímicas diferentes, mas a designação antiga ainda perdura. Serão dezenas! Alguns em Lisboa, de que me lembro de cor: Campo de Sant’Ana, Campo de Santa Clara, Campo das Cebolas, Mouraria… Em Portalegre: Rua dos Canastreiros, Rua da Mouraria…

A toponímia tem particularidades muito interessantes. Na Cidade de Régio, lembro-me de dois nomes de ruas bem sugestivas. Já falei de “Rua da Paciência”. Também há “Rua da Amargura”. Um tema interessante a desenvolver: os nomes das Ruas.)

Muro do Quintal na Azinhaga. Foto Original. 2021.05.06.jpg

Voltando à “Azinhaga da Atafona”…

A respetiva designação sugere-nos, implicitamente, que em tempos mais antigos, “coisas de séculos”, terá por ali havido uma “Atafona”, um moinho de grão, movido por tração animal ou humana.

Que interessante teria sido se, quando batizaram a Travessa, a tivessem nomeado pelo nome por que sempre a conhecemos: “Azinhaga da Atafona”.

Mudar-lhe o nome de batismo outra vez?!

Não. Não julgo que seja para tanto. Apenas que fique registado o nome antigo pelo qual todos nós, os mais velhos, que temos mais de cinquentas, sempre conhecemos tal local.

Este postal apenas pretende isso. Para que a memória perdure!

Papoilas na Azinhaga. Foto original. 2021.05.22.jpg

As fotos além de ilustrarem o espaço da mencionada Azinhaga ou Travessa também apresentam um pedaço de mó antiga.

Pedaço de mó. Foto Original. 2021.10.07.jpg

Esta mó “apanhei-a” bem perto da “Azinhaga”, este ano, num dos montes de pedras, que os javalis e as javalinas fossaram, nestas azáfamas em que eles têm andado este ano.

Mó composta em canteiro. Foto Original. 2021.10.07.jpg

(E sobre “Azinhaga”, não esquecer que é um nome conhecido mundialmente. Sim. Porque o único Nobel de Literatura Português, José Saramago, era natural de Azinhaga. Registe-se! É só consultar a net.)

Malmequeres na Azinhaga. Foto Original. 2021.05.06.jpg

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita saúde.

 

28
Set21

Muita areia para a minha camioneta!

Francisco Carita Mata

Entupimento na valeta, no Vale. Trabalho de campo.

Questão Pertinente!

Cruzamento Azinhagas. Foto original. 2021.09.20.jpg

Neste blogue “Apeadeiro…”, bem como no “Aquém-Tejo”, já abordei o problema da erosão exercida pela força da água das chuvas, no “cruzamento” da “Azinhaga da Atafona” com a “Azinhaga do Poço dos Cães”.

Erosão Cruzamento. Foto original. 2021.09.20.jpg

As fotos documentam esse facto.

Azinhaga. Foto original. 2021.09.23. jpg

Sendo que as águas se deslocam pela força da gravidade, correm naturalmente para “baixo”. Transportando todas as areias mais grossas ou mais finas, os areões e os cascalhos. E para onde?!

Precisamente para uma valeta que corre no lado sul do “Vale de Baixo”.

Valeta e cano. Foto Original. 2021.09.21.jpg

Valeta que drena única e exclusivamente as águas provenientes da Localidade, provindas do Largo do Terreiro, com tudo o que isso representa. Lixo também. E as águas das referidas Azinhagas, que não estando calcetadas nem alcatroadas, mas cobertas de areão e gravilhas, materiais facilmente erodidos, os transportam para essa valeta. Que vão entulhando, impedindo a água de fluir.

Valeta. Foto original. 2021.09.21.jpg

As fotos documentam a situação.

Valeta III. Foto Original. 2021.09.21.jpg

No dia 21 de Setembro, último dia de Verão, na sequência de chuvadas fortes, na semana anterior, constatei que a valeta estava toda atulhada e o cano que escoa a água da Aldeia, praticamente entupido.

Ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Pus mãos à obra, que não sou de ficar parado.

Peguei no carro de mão, para levar as ferramentas, enxada e ancinho e tesoura de aparar sebes para cortar o balsedo.

Valeta e ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Limpei apenas a parte inicial da valeta. As fotos mostram fases do trabalho.

Mas é preciso continuar, porque a valeta continua entupida ainda mais uns metros abaixo.

E, eu, tenho de reconhecer, este trabalho já é “muita areia para a minha camioneta”!

Valeta. Ancinho. Enxada. Foto original. 2021.09.21.jpg

A foto seguinte, de 23 de Setembro, e na sequência de nova queda de chuva, bem chovida, como se costuma dizer, mostra a água a escorrer naturalmente pela parte da valeta arranjada.

Água correndo. Foto original. 2021.09.23.jpg

Agora, Caro/a Leitor/a, gostaria de deixar uma questão pertinente.

Atendendo que a mencionada valeta serve, única e exclusivamente, para escoar águas da Localidade e a gravilha, areia, lodo e lixo que a vai entupindo, também é proveniente dos espaços públicos, devo ou não requerer à Autarquia que venha limpar a valeta?

(Acresce que a Autarquia tem máquinas para o efeito e pessoal adstrito a essas funções.)

Obrigado pela sua atenção e votos de muita Saúde.

Sabugueiro. Foto original. 2021.05.02.jpg

(A última foto é de flor de sabugueiro, de planta precisamente junto a essa valeta.

É proveniente de Almada, na sequência de atividade que organizam na Primavera, em que trocamos lixo para reciclagem, por plantas. Ação que operacionalizam já há uma catrefada de anos. Mais de uma ou duas dezenas!)

Nota Final: Felicitar todos os eleitos para funções nas Autarquias: Freguesia e Concelho. Que trabalhem, em conjunto, para o bem da comunidade. Muita Saúde para todos.

 

 

 

 

18
Set21

Na minha Aldeia também houve arruada.

Francisco Carita Mata

Sim! Numa aldeia que também é Aldeia!

Aldeia. Foto Original. 2021.07.29.jpg

E na minha Aldeia, ontem, também houve arruada. Com o atual Presidente de Câmara.

A Mãe lembrou-lhe a limpeza das ruas… e dos quintais. Também aproveitei para enviar um mail a reforçar o pedido que já fizera a 25 de Junho. E reportar para os blogues.

Azinhaga Atafona. Foto Original. 2021.05.22. jpg

É preciso aproveitar estas ondas das eleições a ver se o pessoal se compromete. Que depois esquecem-se com facilidade.

Quintal. Foto original. 2021.07.29.jpg

Nesta euforia, anda tudo numa azáfama… Para não esquecer!

Quintal Aldeia. Foto original. 2021.07.29.jpg

Lixo e mais lixo é o que mais abunda por essas terras portuguesas. Muito, mas muito ou a maior parte, é da responsabilidade das pessoas, dos cidadãos.

Almada é por demais. (Lixos diversos, pontificando dejetos de cães.)

Na minha Aldeia os quintais de casas desabitadas, os terrenos circundantes da povoação a precisarem de limpezas, são um perigo entre tudo o mais.

Mas é só nas Aldeias?

Veja-se Almada, o Koi Park, entre o Fórum Almada e a A2. O mato e o lixo vêm até à saída da autoestrada. Zonas de imenso movimento diário, de gentes e carros. Situação que persiste há anos!

Responsabilidade dos particulares, proprietários. Sem dúvida!

Mas não agindo estes, qual o papel das Entidades Públicas?!

Têm ou não a obrigação de agir, de intervir?!

Têm, sim.

Como?!

Primeiro, notificando, avisando, genericamente.

Não vendo resultados, avisar e notificar especificamente, cada um dos infratores.

Não agindo estes, como é sua obrigação, os Órgãos Autárquicos podem intervir, substituindo-se aos particulares. Exigindo-lhes pagamento do trabalho efetuado.

Mesmo particulares, vizinhos, podem substituir-se aos prevaricadores, exigindo-lhes reembolso de despesas e trabalhos.

(Este ónus é sempre a parte complicada da questão.)

Esta boa e santa gente que não providencia as limpezas de quintais, campos próximos das localidades, parques e outras coisas que tais, são como os que se recusam às vacinas.

São um perigo público!

O que acha o/a Caro/a Leitor/a?! 

Obrigado pela atenção e votos de muita Saúde!

Sabugueiro. Foto original. 2021.05.02.jpg

 

 

12
Set21

A Caminho da Fonte das Pulhas

Francisco Carita Mata

Hoje, a proposta de passeio é à Fonte das Pulhas.

Fonte das Pulhas. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Sugestão: ir a pé. Faça essa caminhada, SFF. Pela sua Saúde. Bem sei que tem uma barreira um pouco difícil de subir, no regresso e exigente de cuidados a descer, na ida.

Mas vá. Com cuidados redobrados nessa zona.

Primeira recomendação: Não deixe qualquer lixo ou porcarias no caminho. Recomendação para todas as pessoas que percorrem esse caminho. Já bastam os javalis!

Muito menos nas redondezas da Fonte. Siga as recomendações do Srº João Guerreiro da Purificação, registadas em bonita quadra, num dos azulejos do singelo fontanário.

E, como "o caminho se faz caminhando…"

Azinhaga do Poço dos Cães. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Inicia-se junto à Igreja Matriz, vai descendo, sentido Sul - Norte, pela Azinhaga do Poço dos Cães, inflete-se para a esquerda, Oeste, pela designada Azinhaga da Fonte das Pulhas ou do Porcozunho, uma vez que se dirige aos dois locais, que ambos bordejam a respetiva Ribeira do Porcozunho. A fonte, na margem esquerda, a horta, na margem direita.

(Na imagem supra, a sombra do poste indica o caminho. Na foto, lado direito, porque esta foi tirada no sentido oposto.)

Caminhos marcantes e identitários de ancestralidade, percorridos pelos nossos antepassados, ao longo de centenas ou milhares de anos, comprovados, por ex., pelas oliveiras que os bordejam, de escala temporal milenar.

Interesse-se pela vegetação autóctone: Sanguinho

Sanguinho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Observe a ação devastadora dos javalis

Ação dos javalis. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Colha amoras, se for no tempo delas.

Amoras. Foto original. 2021.07.21.jpg

Um ramo de loureiro, um raminho de alecrim, no regresso. Uns figos, mas não à hora do calor. Uns figos da Índia, se for capaz.

Caminho do Porcozunho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Antes, beba água na fonte. Utilize o cocho.

Cocho. Foto original. 2021.07.08.jpg

Traga uma garrafa de água ou duas, se puder.

Aprecie a paisagem circundante.

Monte acima da Horta do Porcozunho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

E, dir-me-á se é ou não é um passeio salutar! Haja Saúde!

E conseguiu ver as passadeiras ou alpondras ou poldras?!

E o nome: Fonte das Pulhas! Peculiar. O que estará na base deste nome?!

Agora, uma curiosidade literária. No livro “O Lugar das Árvores Tristes”, a Autora, Lénia Rufino, com ascendentes maternos na Aldeia, nomeia um lugar de ação da narrativa como “Fonte dos Pulos”. Será que se inspirou, de certo modo, nesta Fonte ou na Fonte do Salto?!

Fonte e margem esquerda da Ribeira. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Às Entidades competentes:

Organizem, estruturem passeios pedestres pelas Fontes

Por “Fontes, Passadeiras e Pontes…”

E aos passeantes ou utentes: Não deixem lixo. Não conspurquem o caminho!

Grato pela sua atenção!

 

11
Set21

A Luz e a escuridão!

Francisco Carita Mata

No Apeadeiro… Apeie-se, SFF!

 

Neste segundo postal em “Apeadeiro da Mata”, coloco uma ligação para o postal “Luz e Escuridão em “Aquém-Tejo”.

Azinhaga Atafona. Foto Original. 2021.05.22.jpg

Aí abordo algumas questões importantes que gostaria de ver resolvidas na “minha” Aldeia. Estão ilustradas com fotos. Neste blogue “Apeadeiro…” aonde passarão a figurar temáticas específicas sobre Aldeia, apresento outras fotos exemplificativas dos pedidos, sugestões, propostas efetuadas.

Quintal abandonado. Foto original. 2021.07.29. jpg

 

Obrigado pela sua atenção. Votos de muita e santa Saúde!

 

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