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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

04
Jun25

Morreu o Joaquim Vitorino!

Francisco Carita Mata

 Lembranças sobre Pessoas que já partiram!

20241221_123258.jpg

(A propósito do passamento do Vitorino, que “as conversas são como as cerejas” e estamos no tempo delas.)

Sabes quem morreu? Pergunta a Mãe, no decurso de uma das habituais conversas telefónicas.

É claro que eu não sabia. Raramente sei as novidades da Aldeia. Estas ou outras. A Mãe as que sabe também são poucas. Estas, dos falecimentos, sabe-as, habitualmente.

Quando faz a pergunta, a mim soa-me a dobre de finados! O sino da igreja matriz a tocar, anunciando a morte de alguém da Terra, ou aí residente. Quando o sino se volteava, para dar a notícia de falecimento ou de funeral. Sacristão que sabia, que era capaz, punha o sino, enorme, a dar uma volta de 360 graus! (O José Xavier, também falecido há algum tempo, conseguia dar a volta ao sino!)

Sobre o Vitorino... Era também um Amigo da infância e adolescência. Ainda era novo. Para morrer! Mal entrara ainda na casa dos setentas.

Ultimamente, a “Ceifeira” vem entrando na minha Geração dos Setentas! (Fora o Zé Gomes. Também a Prima Gisele, mas que era um pouco mais velha, mas ainda nos setenta! Os descendentes da Prima Rufina, que ultrapassou os noventa, abalaram todos cedo. A começar pela Prima Isabelinha, que era da minha idade e nos deixou bem nova! Não sei quantos anos teria, quando abalou. A Mãe disse-me que teria pouco mais de cinquenta!

A Prima Costinha também partiu recentemente. Mas já passara bem dos oitenta. Mas era muito nossa querida. Fomos ao funeral.)

Voltando ao Joaquim Vitorino. No final da adolescência, também migrara. Para o Entroncamento, para onde foram viver muitos dos Alentejanos e dos Matenses. Gerações que se empregaram na CP - Caminhos de Ferro de Portugal. Deram emprego a várias gerações, de naturais de Aldeia da Mata, por todo o século XX, em diferentes e variadas especialidades profissionais.

(A Cidade nasceu e cresceu em função dos comboios. Também aí trabalhei, nos finais dos anos setenta. Mas não foi nas locomotivas, nem nas automotoras. Outras viagens. Nos anos 70/80 andei imenso de comboio.)

Na idade adulta, não convivi muito com o Joaquim. Também migrei, por esse Portugal.

Recentemente, vira-o, também num funeral. Julgo que da esposa do senhor António Falcão. Não sei se estaria doente, se foi morte repentina.

Formulo as minhas condolências à Família. Que a sua Alma Descanse em Paz! “RIP” – “Requiescat in Pace”!

(Este blogue está começando a entrar numa fase de noticiar falecimentos. Não foi imaginado para ter secção de “Necrologia”. Mas a Vida é como é. Faz sentido referir estes assuntos. E prestar homenagem aos meus Conterrâneos e Amigos.)

Ilustro com uma foto original do Salgueiro Chorão que plantei no Vale de Baixo, talvez já nos inícios deste milénio, ou ainda nos finais do anterior. Fez-se enorme! Foto do Outono transato, 21/12/24.

A minha geração está no Outono!

A Vida é uma passagem!

15
Out21

Luz e Encruzilhada de Sugestões!

Francisco Carita Mata

Lâmpada no poste e arranjo do “Cruzamento”!

A propósito de “Luz e Escuridão”, volto a escrever sobre o tema e reforçar os pedidos efetuados. Penso enviar este postal a Entidades competentes.

Travessa do Fundão. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Na 1ª foto, que titula este postal, observa-se o espaço fundamental, onde são necessários alguns pequenos melhoramentos, que beneficiarão todos os utentes que diariamente percorrem esses lugares.

Situa-se no final da “Travessa do Fundão”, antigamente designada por “Azinhaga da Atafona”.

É fundamental instalar uma lâmpada no poste situado junto ao quintal de Drº Agostinho.

O espaço do final da Travessa do Fundão e o do “cruzamento” em que esta entronca com a “Azinhaga do Poço dos Cães” precisa ser arranjado de uma forma mais definitiva e durável.

Deixarem de colocar gravilha, conforme a 2ª foto ilustra, e usarem material mais consistente e duradouro.

Gravilha na Travessa Fundão. Foto original. 2021.10.09.jpg

Sugestões que faço:

No final da Travessa do Fundão, imediatamente antes do poste da eletricidade, instalar um escoadouro (calha / caleira), ligado a um cano subterrâneo, para escoar a água das chuvas, da referida Travessa e dos telhados das respetivas casas.

Cano subterrâneo que ligará até caleira já instalada no início da “Azinhaga da Fonte das Pulhas” / “Azinhaga do Porcosunho”.

Caleira Azinhaga Porcosunho. Foto Original. 2021.02.21.jpg

Esse espaço de “entroncamento” deverá ser trabalhado com material mais duradouro. Sugiro alcatrão, porque penso ser material mais durável e resistente. Aquele “entroncamento” é diariamente utilizado.

No final desse espaço alcatroado, instalar outra caleira, para escoar as águas desse “entroncamento”. Caleira essa ligada ao mesmo cano subterrâneo, anteriormente referido.

Travessa Fundão e "entroncamento". Foto Original. 2021.10.09.g

O espaço da Travessa do Fundão que medeia entre a parte que está calcetada e a 1ª caleira mencionada, antes do poste, ficaria bem também calcetado. Mas a não ser possível, que seja também alcatroado.

Estas são as sugestões mínimas que tomo a liberdade de fazer. É fundamental a respetiva execução nestes mínimos. Penso que ganharemos todos com isso. Fiz apenas sugestões. Há certamente quem perceba mais do assunto do que eu.

Penso enviar ligação para este postal às Entidades competentes: Junta de Freguesia de Aldeia da Mata e Câmara Municipal do Crato.

"Entroncamento" e Araucária. Foto Original. 2021.10.09.jpg

(Esta última foto serve para localizar o "entroncamento", no contexto espacial da Aldeia. Fica situado a Norte da Araucária, um ícone da Povoação.)

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde!

 

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