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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

26
Dez22

Gato(s) no Quintal (IV)

Francisco Carita Mata

Neste caso, apenas um! No Quintal de Baixo - Aldeia da Mata.

Gato ou Gata. Foto Original. 26.12.22

Um ou Uma?! Não sei de todo, se é gato, se é gata!

Seja lá o que for, enquanto ando pelo quintal a cirandar, lá estão eles também. Habitualmente três, que também são patentes às refeições. Nestas, acaba por aparecer mais um quarto elemento. De cor mais clara e de menor porte que os outros, julgo que é gata! Mas sem quaisquer certezas. Suposição minha, apenas.

Lá que têm pose, têm! Este prestou-se mesmo para a fotografia!

A gataria também gosta! Não são apenas os humanos!

Festas Felizes!

Os gatos gostam muito de festas. Mas eu não me atrevo. Nem de longe nem de perto! Festas de gato!?

 

21
Nov22

Os Gatos no Quintal III – Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Gatos no Quintal. Foto Original. 12.09.22.

Para não haver mais ciumeiras!

Anteontem, publiquei uma foto da Cadela Violeta. Bonita, enquanto animal e bonita também de nome. Violeta!

Os Gatos quando souberam, por portas travessas, do postal sobre a Violeta, fartaram-se de reclamar! Ciúmes. “Andas há tempos a prometer escrever sobre nós e nada!” Soube, através de fonte bem informada.

De modo que, para não haver mais ciumeiras, hoje, publico uma foto dos três gatinhos que são patentes no “Quintal de Baixo”. Geralmente também aparece um quarto, às horas de comida, mas nunca os consegui fotografar simultaneamente. Ontem, já quase sol-posto, perto das dezassete e trinta, juntaram-se os quatro, precisamente no poleiro da foto anterior. Não levara telemóvel, ademais já estava escuro. E a cor deles não favorece nada as fotos!

São irmãos e nasceram este ano. Também, muito esporadicamente, os vejo com a mãe. Atualmente é muitíssimo raro. Quando eram mais pequenos, lá mais para o início do ano, andavam os cinco. Agora, patentes, todos os dias, todas as horas que vou ao quintal, com ou sem comida, lá andam os três a cirandar à minha volta. No meio das ervas, debaixo do telheiro, pelo cabanal, em cima das antigas manjedouras das vacas, sobre o carro da mula, onde não os quero, pelos vários muros. Correm tudo, em triunvirato.

Na foto, estão sobre o velho telhado do antigo galinheiro, há vários anos desativado, talvez vinte anos, mais ou menos.

E, para não faltar ao prometido, já continuei as “Narrativas dos Gatos”!

Gatos? Ou Gatas?! De ambos os sexos?! Identidade de género?! Não sei, verdadeiramente!

Voltarei a escrever.

 

19
Nov22

A Cadela Violeta - Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

A Caminho da Fonte das Pulhas!

Cadela Violeta. 26.09.22. Foto Original.

Não resisto a publicar uma foto desta cadela. 

O Caro/a Leitor/a pode ajuizar com os seus próprios olhos.

É uma passageira habitual do "Caminho da Fonte das Pulhas", acompanhando o dono, o Miguel, que vai à Fonte, beber; à Horta, para espairecer.

Saúde e Paz. Bons passeios para todos.

 

30
Out22

Aldeia da Mata está de Parabéns!

Francisco Carita Mata

Lançamento de livro: “Memórias e Poesias”

De: Falcão da Costa.

E um Poema: «Memórias de um Pastor»

 

Foi apresentado ontem, dia 29/10/22, sábado, pelas 16 h., o livro “Memórias e Poesias” de A. Falcão da Costa, na esplanada da piscina, em Aldeia da Mata.

Este livro é mais um documento sobre a nossa Terra, demonstrativo do amor e gratidão que o Autor dedica à sua Terra Natal, a localidades do Concelho do Crato, ao Alentejo. Textos narrativos em prosa e poesias, que nos falam de tempos passados vividos pelo Autor ou por ele presenciados ou do seu conhecimento.  De lugares e pessoas notáveis da nossa Aldeia, do nosso Concelho. De experiências de vida do Sr. António Falcão da Costa, dos seus Familiares. São prosas e versos que se leem com muito agrado.

Li o livro de uma assentada, no domingo passado, dia 23 de Outubro. Gostei.

Muitos textos documentados com fotos específicas e originais, reportando-se ao respetivo conteúdo, outros com reproduções obtidas na internet.

Está de parabéns Aldeia da Mata, mas muito especialmente o Autor: Falcão da Costa. Também a Junta de Freguesia, Amigos e Familiares que apoiaram a produção, a construção, a edição, a apresentação de mais esta Obra que enriquece o Património da Freguesia. Também todos os Conterrâneos, Matenses de nascimento, de adopção ou afinidade, que compareceram nessa apresentação, que leram ou irão ler o livro.

*******

Ovelhas Vale de Baixo. Foto Original. Out.22

«MEMÓRIAS DE UM PASTOR»

«Sou pastor

Tenho o meu cuidado

Adoro o meu labor

Amigo do meu cajado

 

Sou pastor

No vale e na serra

Adoro o meu labor

Cá na minha terra

 

Sou pastor

Desde o amanhecer

Adoro o meu labor

Até ao anoitecer

 

Sou pastor

É a minha missão

Adoro o meu labor

É a minha solidão

 

Sou pastor

Olho as estrelas no Verão

Adoro o meu labor

Assim passo o meu serão.»

 

“Este poema foi um derivado de palavras numa tarde de Verão junto ao Monte do Vale dos Homens com o pastor o ti António Bacalhau.»

*******

Foto?!

Original. De ovelhas, no “Vale de Baixo”, mas sem pastor, que agora as ovelhas praticamente já não são guardadas por pastores. Tempos modernos! É também esse um dos valores do livro: documenta-nos, fala-nos, relata-nos sobre tempos, modos de vida que já não existem. Mas que importa relembrar e testemunhar! Conforme o Autor, Falcão da Costa, também várias vezes refere.

 

11
Set22

Árvores dos Frutos de Agosto!

Francisco Carita Mata

… Ainda e agora já em Setembro!

Árvores com história(s)

 

Quando publiquei o postal Frutos de Agosto em “Aquém-Tejo” pensei escrever sobre as Árvores que nos presenteiam com essas dádivas – frutos. Só agora, já em Setembro, me é possível concretizar essa promessa, esse objetivo.

As árvores são: figueiras várias, figueiras da Índia, amendoeira. Localizam-se quase todas no Chão da Atafona, exceto a figueira de pingo - mel, que veraneia no Vale de Baixo, há pouco mais de dez anos.

Sobre esta, já explanei e apresentei foto, em anteriores postais. Abençoado engano! Oferece-nos saborosos figos. Precisava ser mais regada, mas tirar água do poço com balde não é propriamente fácil. Agora tenho dois baldes no poço, que os respetivos cordéis me pregaram a partida de se terem partido. Vagueiam ao cimo das águas, de fundo virado ao sol e lua!

No Chão da Atafona existem, aparentemente, seis figueiras.

Três são verdeais. Os figos são brancos por fora e igualmente claros no interior. Bastante saborosos. Mas isso são todos!

Duas destas figueiras estão no interior da propriedade. Outra bordeja o limite leste, confinando com a Azinhaga do Poço dos Cães.

Uma de figos “esteveiros”. Fica no limite sul - leste do Chão. No início da Azinhaga da Fonte das Pulhas / Ribeira do Porcozunho. É a figueira maior. O meu Pai dizia-me que tinha sido o Tio João Carita que a tinha plantado. Deduzo que terá cerca de um século. Tal como as outras, embora possam não parecer, pois têm sido intervencionadas. Algumas por mim. Outra com ajuda do Amigo Marco. Os figos esteveiros são pretos por fora, branco-pérola, por dentro. Não são dos mais saborosos.

Ainda no limite sul do terreno, mais para oeste, está outra figueira cujo nome desconheço. (A Mãe também não me sabe dizer. Aliás, é a Ela, Dona Bela, que devo o conhecimento dos nomes destes figos: verdeais, esteveiros, abebos.)

Os figos são brancos por fora e branco-pérola, no interior. Ao colherem-se, o pecíolo fica sempre agarrado ao tronco. São muito saborosos. Regalo do amaranto papa-figos. Foi daí que vi escapulir-se um, numa destas manhãs.

No limite sudoeste da pequena propriedade está a figueira que ilustra o postal. Só que não é apenas uma figueira. São pelo menos duas ou mais. Uma que nos dá figos “abebos”, e outra ou outras, figos-reis. A dos figos “abebos” é a mais velha, provavelmente da época das outras. Cem anos, por aí! As marcas da longevidade são bem visíveis no tronco.

As restantes, troncos bem mais jovens, são todas de figos-reis. Como terão ido ali parar?!

Saberá O/A Caro/a Leitor/a dar-me uma ideia?!

(Falta-me escrever sobre a Amendoeira doce, mas ficará para outro postal.)

Saúde e Paz! E bons figos!

 

 

09
Set22

Figos da Índia 22! Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Safra de 2022 concluída!

Figos da Índia. Foto original. 2022.09.07.jpg

Anteontem, efetuei a última colheita de figos da Índia, por este ano. Colhidos, distribuídos por pessoas familiares e amigas, ainda me restam alguns para meu proveito. Devidamente arranjados, guardados no frigorífico, são melhores que ananás! O que dá mais trabalho é colhê-los. Têm muitos picos / espinhos. Só pela manhã efetuo tal tarefa. De preferência bem cedo, que esteja ainda fresco e pouco sol.

A parte mais difícil está realizada. Ainda não descasquei os meus, mas estão no fresco.

No final, a função mais agradável: comê-los.

A foto ilustra uma das plantas com os frutos. Noutros postais aparecem já descascados.

Estas plantas resultam todas de um ou dois ramos que trouxe do quintal da minha sogra. Há dez ou quinze anos. Desenvolvem-se muito rapidamente. Vou-as replicando regularmente. Bordejam a parte leste do “Quintal de Cima” e do “Chão da Atafona”. Também já plantei algumas no “Vale de Baixo”.

Pretendo estruturar uma parede vegetal com estas plantas e outras de igual teor e algumas autóctones: sanguinho, loureiro, espinheiro, sobreiro, carvalho…

São atividades que funcionam como o meu ginásio!

Complementarei este postal em Aquém-Tejo com uma foto de um figo muito especial!

 

08
Set22

Bicentenário do Brasil, no Apeadeiro?!

Francisco Carita Mata

200 anos de Independência do Brasil!

Foto Original. Rosa branca. 2022.08.23.jpg

Sim. Neste blogue “Apeadeiro da Mata” também faz sentido lembrar o bicentenário da independência do Brasil.

Afinal, em Aldeia da Mata, como nas mais diversas comunidades deste nosso Portugal, existem muitos imigrantes brasileiros, que aqui estabeleceram as suas vidas. Umas pessoas trouxeram as suas famílias, outras aqui constituíram família, laborando nas nossas aldeias, vilas e cidades de Portugal. Alguns / Algumas vão periodicamente ao país sul-americano, vão e voltam, A maioria cá se radicou mais ou menos definitivamente. Os filhos de lá trazidos ou cá nascidos, cresceram, estudaram, arranjaram trabalho, formaram novas famílias. São membros das comunidades em que se inseriram. Todos contribuindo também para o progresso e desenvolvimento dos locais onde habitam.

Aldeia da Mata não é exceção a esse panorama comum a todo o Portugal.

Será que também comemoraram os dois séculos de independência do seu País Natal?!

*******

(Ilustro também com uma Rosa Branca do “Quintal de Cima”, tal como em Aquém- Tejo.

Rosas de Agosto!”

Rosas de Paz! Serenidade! Tolerância. Que o Brasil bem precisa!)

 

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