Árvore de Natal 2025!
Casa Museu Aldeia da Mata
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Feliz Natal!
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Casa Museu Aldeia da Mata
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Feliz Natal!
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Deseja um Feliz Natal, a todos os gatos e gatas!
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Eu gosto muito!
Gostos não se discutem!
Se fosse vivo, faria 99 anos!
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Ilustro com uma imagem do Vale de Baixo, propriedade que o Pai e Mãe compraram, em 1974, ao Sr. Gouveia.
O Pai haveria de gostar de ver. O terreno lavrado. A direita, o Eucalipto plantado pelo Pai. Antecedido de uma Oliveira centenária, em que tantos anos terá ripado a azeitona.
Ao centro, certamente nunca viu, o Choupo, agora no amarelo outonal, que eu plantei há pouco tempo. Relativamente!
Descanse em Paz, Pai!
Que pouco descanso teve em Vida!
Feliz Natal, a quem ler este postal.
Não resisto a publicar este excerto...
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... do azulejo apresentado em Aquém Tejo!
Um triângulo com a base no Céu e o vértice na Terra!
A doçura e encanto dos anjos, espetadores divertidos da Cena. A Pomba iluminando a serenidade compassiva da Virgem!
E este simples quadro imaginário, no contexto da parede, esvaziando-se da cal, na voragem e incúria do tempo.
Fica a mensagem anunciadora de um futuro Nascimento!
Feliz Natal!
Hoje, foi dia de colher romãs.
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Não sei quantas romãs deu.
Ainda não as contei!
Bonito Outono.
De que passarinho será este ninho?!
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Em 16 de Outubro, antes da vinda da chuva, que só viria a 21/10/2025, andei colhendo as uvas nesta videira. Aproveitando o tempo de Verão que se prolongou, este ano, até mais de meados de Outubro!
Pois, bem no alto, bem escondido nas folhas da vide, estava este ninho já meio desmanchado.
De que pássaro seria?!
Quando ando pelo Quintal de Cima, nos meses de Abril e Maio, quando a passarada faz a criação, esvoaçam, por ali, milheirinhas. Também andam, sempre trauteando lindas melodias, rouxinóis! Um, dois, não sei! Nunca os vejo, mas encanto-me nos seus cantares plangentes, melodiosos, fascinantes.
Presumo que o ninho será de algum destes habitantes plumados.
É, parece-me, de lã! Será?!
Fizeram criação, certamente. Agora, já partiram. Os rouxinóis são migrantes.
Ficou o resto do ninho.
Para próximo ano voltarão. Fico esperando!
Ainda no Jardim da Gulbenkian, no dia 31/08/2025, último dia do mês de Agosto:
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Se os bambús que tenho no meu Vale de Baixo, tivessem acesso à água que estes têm, bem lindos que estariam!
Ditas por D. Maria Belo, neste Agosto de 2025.
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Chapéu preto desabado
Quem o tem não é ninguém
Que há-de o meu bem fazer
Ao chapéu preto que tem.
*
Quando passares por mim
Não me abaixes o chapéu
Eu tenho ouvido dizer
Ódios não entram no céu.
*
Chapéu preto não se usa
Faz figura de ladrão
Inda nunca m' encontraste
A roubar teu coração.
**
Valha-me Deus tanta lima
Tanta laranja no chão
Tanta amizade fingida
Tanto bem querer em vão.
*
Se a amizade se pesasse
Na balança da razão
Do meu lado pendia
Correntes até ao chão.
*
Anda o sol atrás da lua
A lua atrás do luar
Minha alma atrás da tua
Sem a poder alcançar.
*** * ***
Estas cantigas foram todas ditas em Agosto. Algumas pelo telefone! Durante os telefonemas que habitualmente fazemos ao longo do dia. Numa das vezes, estávamos no Jardim da Gulbenkian!
Talvez algumas destas quadras já figurem em "De altemira fiz um ramo".
***
Foto? Uvas de Agosto do "Quintal de Cima" - Aldeia da Mata.
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Quadras Tradicionais (XII)
(Ditas por D. Antónia Aires e D. Maria Bela, recentemente.)
Francisco é um tinteiro
Manuel pena parada
José é rei dos amores
João é carta fechada.
(Dita por D. Antónia Aires.)
*** * ***
Quem me dera ter a vida
Que a roseira tem no campo
Não me dava tanta lida
Nem em ti pensava tanto.
(Dita por D. Maria Bela.)
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