Frutos e Flores do Quintal de Cima
Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
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Murtunhos / Murtinhos
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Alecrim
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Rosa Branca
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Digam lá... se no Outono não há Primavera?!
Cães e gatos não brigam?!
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Como terá sido morto este pombo?!
Ademais, anilhado!
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Rosa, no jardim do prédio suburbano!
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(Estas são algumas das imagens que me impressionaram, enquanto Aldeão, nas minhas deambulações suburbanas!
Nem falo no lixo, que já é corriqueiro.)
Da Sé!
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De Portalegre, Cidade de Régio!
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(Nunca tinha tido oportunidade de visitar o Claustro da Sé de Portalegre.
Aconteceu hoje. Aproveitei, que andavam limpando os espaços da Sé, nomeadamente o citado claustro. Provavelmente pessoas em modo de voluntariado.
É muito harmonioso, simples, sem grandes floreados ou exageros barrocos. Muito luminoso, apesar do dia meio cinzento, sugerindo chuva. Gostei pela simplicidade harmónica, alguma singeleza, na monumentalidade que ostenta, na sua condição integradora e pertencente a uma Sé.
Achei piada à sugestiva libelinha, ou libelona (?!), que ampliei, fotografando na coluna, que nos induz para o respetivo material construtivo!)
Digno de visita complementar da Igreja.
Algures, num páteo centenário, numa Cidade milenar!
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Numa Cidade sem tempo, com templo!
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Évora, capital do Alentejo e também do Reino de Portugal!
Conhece, certamente.
É o célebre, valente, resistente, Gato Gil!
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Em poses instagramáveis, muito peculiares!
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Nesta 2ª foto, percebe-se que lhe falta a perna e o pé, traseiro, esquerdo. Só tem o coto correspondente à anca e coxa.
Resultado de ter ficado preso numa armadilha, em Outubro de 2023.
(Pensava que fora um acidente casual e aleatório.)
Recentemente, fiquei a saber que não será algo fortuito. É propositado!
Um tipo mata os gatos!
***
Dir-me-á, e com razão, que há por aí quem ande a matar e mandar matar Pessoas!
Infelizmente, bem verdade!
Saúde e Paz!
(Aldeia da Mata - Alentejo - Portugal)
Um poema de António Falcão da Costa e fotos minhas.
***
«Poema dedicado à Rua do Saco»
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«A rua do Saco sempre a cantar
Era o celeiro das raparigas
Tudo tem vindo acabar
Já não há rapazes já não há raparigas
Rua do Saco sempre a marcar
Com gente muito boa
Com tantos grupinhos a dançar
Fazia a festa e batia palmas a ti, Baloa
Rua do Saco com pessoas de muita gentileza
Pessoas sempre de mãos dadas
A caminho da loja da senhora Maria Teresa
Que facilitava muitas coisas fiadas
Rua do Saco, nada, nada faltava
O ti Saboga a vender o pão
Era uma rua que marcava
E o Pelado com suas bailaradas no seu Salão
Palavras de verdade
Nas pedras ficou gravado
Os passos da mocidade
Que passeavam com seus pares de braço-dado»
***
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(Uma porta peculiar na Rua do Saco)
E o nome atual da Rua do Saco:
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(A 1ª foto ilustra o porquê de terem batizado a Rua do Saco de Rua das Curvas.)
*** *** ***
Postal publicado em mais um dia de calor extenuante. De fogos matando este desequilibrado País, lentamente. De guerras absurdas, sem final à vista. De massacres de inocentes, que Herodes há muitos, por este Mundo desgovernado!
Saúde e Paz.
l“Um Património Colectivo a Preservar”.
A alegria de uma mãe
É uma filha solteira
Casa a filha, vai-se embora
Vai-se a rosa da roseira.
A terra rebate a terra
E a terra rebate o homem
A terra é que nos cria
E a terra é que nos come. ***
Ao meu pai peço desculpa
Se me puder desculpar
Quero ir a correr mundo
Quero a casa abandonar.
Cantei uma, cantei duas
Com esta já são três
Canta lá ó rapariga
Que agora é a tua vez.
Deixa-me ver se ainda sei
Minha cantiga cantar
E os pontos que escolhi
Se ainda os sei juntar.
Eu bem sei que sabes, sabes
Eu bem sei que sabes bem
Eu bem sei que sabes dar
O valor a quem o tem.
Felicidade encontrada
Vela à noite na mão
Basta um ventinho de nada
E estamos na escuridão.
In. “Quadras Tradicionais (e não só) – Um Património Colectivo a Preservar”
Deolinda Milhano
(Pag.s 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56)
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Notas e Questões Finais…
*** O meu Pai também dizia esta quadra, dizendo home – em vez de homem – como, tradicional e oralmente se dizia, no Alentejo. E também para rimar.
7 Quadras de 7 páginas de números múltiplos de 7!
E porquê 7?!
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Gil, esperando pequeno almoço!
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Gil reclamando pequeno almoço!
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Gil tomando pequeno almoço. Fazendo-se a foto, para Instante grame! Pode observar que lhe falta a perna e pé traseiro esquerdo. Um resistente! Um valente!
***
Espreite Quintal de Cima! SFF.
Galeria de São Sebastião - Portalegre
De 23 de Maio a 15 de Agosto de 2025.
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A Cidade, vista do "Bairro da Caganita"!
(1945)
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Gosto muito deste quadro e de um sobre Alagoa, de 1963.
Se conhecer a Cidade de Portalegre, consegue perceber onde estaria o Pintor, perspetivando a Cidade?!
Pois...
Precisamente, a Norte, mais ou menos onde se situam atualmente a Avenida Pio XII, o Hospital...
Interessante!
E o Lago?!
Ainda a propósito das “Festas da Cidade” e da Corredoura!
Em tempos, na Corredoura, existiu um Lago. Antes da intervenção do “Polis”, nos primórdios do III Milénio! Até foi habitado por cisnes!
Era um lago curvilíneo, enquadrado por simulacros de grutas fingidas, a modos de paisagens cársicas, fabricadas de cimentos e pedras. Ainda restam uns cocurutos. Do lago, não resta nada! Apenas as memórias. Era um espaço romântico e romantizado. As curvas, o passeio que o rodeava e amurada que o delimitava, proporcionavam recantos singelos e pitorescos. Aí se vivenciaram muitos romances juvenis, em intervalos escolares, em matinés de final de semana e fins de tardes. Às horas e nos modos em que o amor se tornasse urgente! Certamente também a amores mais proibitivos e a tempos mais recônditos.
Não sei mais!
Só sei que do lago, dos cisnes, nada sobrou!
Talvez não!
Quem atualmente passar pela Corredoura e procurar o Lago irá deparar-se com um espaço de skate e desportos radicais.
E algo alienígena, como que uns tanques retilíneos, trapezoides, que se vão esticando e encurtando, no sentido norte – sul.
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As fotos ilustram a parte central dessas estruturas. Como se fossem o leito médio de um ribeiro, todo em granito, a desembocar, a norte e jusante, nesses pretensos lagos.
Onde nunca vi água! Talvez quando chove…
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São reminiscências do lago curvilíneo, transformado em linhas retas, em tanques de granito claro.
Umas coisas sem jeito, que para ali estão, sem nunca terem exercido a função para que foram idealizados.
Certamente água a correr, descendo de sul para norte, aproveitando a gravidade. Manter operacional essa funcionalidade não deveria ser tarefa isenta de custos e tecnologia.
Testemunham a triste realidade deste País em que tanto se gasta em inutilidades. Haveria outras formas de pôr a água a correr, de modo mais natural.
Frente ao edifício da Câmara, figuram tanques semelhantes. Têm água quando chove. Folhagens dos plátanos, no Outono.
Faltam Árvores na Corredoura, substituindo as que cortaram. Cedros majestosos! Frente ao edifício da Câmara ficavam bem.
(Naquele espaço, tanto granito! – os skaters deram-lhe excelente utilidade!)
E os tanques?!
Se não lhes deitam água, transformem-nos em canteiros!
Plantem bolbosas, rizomas, plantas que aguentem a sede e o calor!
Plantem Árvores Autóctones nos espaços abertos do Parque!