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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

08
Nov25

Instantâneos suburbanos: Novembro 2025!

Francisco Carita Mata

Cães e gatos não brigam?!

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Como terá sido morto este pombo?!

Ademais, anilhado!

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Rosa, no jardim do prédio suburbano!

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(Estas são algumas das imagens que me impressionaram, enquanto Aldeão, nas minhas deambulações suburbanas!

Nem falo no lixo, que já é corriqueiro.) 

Aquém-Tejo.

Instantâneos na Cidade.

28
Out25

Uma Libelinha no Claustro!

Francisco Carita Mata

Da Sé!

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De Portalegre, Cidade de Régio!

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(Nunca tinha tido oportunidade de visitar o Claustro da Sé de Portalegre.

Aconteceu hoje. Aproveitei, que andavam limpando os espaços da Sé, nomeadamente o citado claustro. Provavelmente pessoas em modo de voluntariado.

É muito harmonioso, simples, sem grandes floreados ou exageros barrocos. Muito luminoso, apesar do dia meio cinzento, sugerindo chuva. Gostei pela simplicidade harmónica, alguma singeleza, na monumentalidade que ostenta, na sua condição integradora e pertencente a uma Sé.

Achei piada à sugestiva libelinha, ou libelona (?!), que ampliei, fotografando na coluna, que nos induz para o respetivo material construtivo!) 

Digno de visita complementar da Igreja.

28
Ago25

Conhece este gatinho?! Mais uma foto para o Instagram!

Francisco Carita Mata

Conhece, certamente.

É o célebre, valente, resistente, Gato Gil!

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Em poses instagramáveis, muito peculiares!

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Nesta 2ª foto, percebe-se que lhe falta a perna e o pé, traseiro, esquerdo. Só tem o coto correspondente  à anca e coxa.

Resultado de ter ficado preso numa armadilha, em Outubro de 2023.

(Pensava que fora um acidente casual e aleatório.)

Recentemente, fiquei a saber que não será algo fortuito. É propositado!

Um tipo mata os gatos! 

***

Dir-me-á, e com razão, que há por aí quem ande a matar e mandar matar Pessoas!

Infelizmente, bem verdade!

Saúde e Paz!

 

12
Ago25

Rua do Saco: Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

(Aldeia da Mata - Alentejo - Portugal)

Um poema de António Falcão da Costa e fotos minhas.

***

«Poema dedicado à Rua do Saco»

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«A rua do Saco sempre a cantar

Era o celeiro das raparigas

Tudo tem vindo acabar

Já não há rapazes já não há raparigas

 

Rua do Saco sempre a marcar

Com gente muito boa

Com tantos grupinhos a dançar

Fazia a festa e batia palmas a ti, Baloa

 

Rua do Saco com pessoas de muita gentileza

Pessoas sempre de mãos dadas

A caminho da loja da senhora Maria Teresa

Que facilitava muitas coisas fiadas

 

Rua do Saco, nada, nada faltava

O ti Saboga a vender o pão

Era uma rua que marcava

E o Pelado com suas bailaradas no seu Salão

 

Palavras de verdade

Nas pedras ficou gravado

Os passos da mocidade

Que passeavam com seus pares de braço-dado»

***

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(Uma porta peculiar na Rua do Saco)

E o nome atual da Rua do Saco:

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(A 1ª foto ilustra o porquê de terem batizado a Rua do Saco de Rua das Curvas.)

***   ***   ***

Postal publicado em mais um dia de calor extenuante. De fogos matando este desequilibrado País, lentamente. De guerras absurdas, sem final à vista. De massacres de inocentes, que Herodes há muitos, por este Mundo desgovernado!

Saúde e Paz.

22
Jul25

7 Quadras Tradicionais!

Francisco Carita Mata

l“Um Património Colectivo a Preservar”.

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A alegria de uma mãe

É uma filha solteira

Casa a filha, vai-se embora

Vai-se a rosa da roseira.

 

A terra rebate a terra

E a terra rebate o homem

A terra é que nos cria

E a terra é que nos come. ***

 

Ao meu pai peço desculpa

Se me puder desculpar

Quero ir a correr mundo

Quero a casa abandonar.

 

Cantei uma, cantei duas

Com esta já são três

Canta lá ó rapariga

Que agora é a tua vez.

 

Deixa-me ver se ainda sei

Minha cantiga cantar

E os pontos que escolhi

Se ainda os sei juntar.

 

Eu bem sei que sabes, sabes

Eu bem sei que sabes bem

Eu bem sei que sabes dar

O valor a quem o tem.

 

Felicidade encontrada

Vela à noite na mão

Basta um ventinho de nada

E estamos na escuridão.

 

In. “Quadras Tradicionais (e não só) – Um Património Colectivo a Preservar”

Deolinda Milhano

(Pag.s 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56)

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Notas e Questões Finais…

*** O meu Pai também dizia esta quadra, dizendo home – em vez de homem – como, tradicional e oralmente se dizia, no Alentejo. E também para rimar.

7 Quadras de 7 páginas de números múltiplos de 7!

E porquê 7?!

 

27
Mai25

Arsénio Ressurreição: Exposição em Portalegre

Francisco Carita Mata

Galeria de São Sebastião - Portalegre

De 23 de Maio a 15 de Agosto de 2025.

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***

A Cidade, vista do "Bairro da Caganita"!

(1945)

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Gosto muito deste quadro e de um sobre Alagoa, de 1963.

Se conhecer a Cidade de Portalegre, consegue perceber onde estaria o Pintor, perspetivando a Cidade?!

Pois...

Precisamente, a Norte, mais ou menos onde se situam atualmente a Avenida Pio XII, o Hospital... 

Interessante!

 

25
Mai25

Os Tanques da Corredoura!

Francisco Carita Mata

E o Lago?!

Ainda a propósito das “Festas da Cidade” e da Corredoura!

Em tempos, na Corredoura, existiu um Lago. Antes da intervenção do “Polis”, nos primórdios do III Milénio! Até foi habitado por cisnes!

Era um lago curvilíneo, enquadrado por simulacros de grutas fingidas, a modos de paisagens cársicas, fabricadas de cimentos e pedras. Ainda restam uns cocurutos. Do lago, não resta nada! Apenas as memórias. Era um espaço romântico e romantizado. As curvas, o passeio que o rodeava e amurada que o delimitava, proporcionavam recantos singelos e pitorescos. Aí se vivenciaram muitos romances juvenis, em intervalos escolares, em matinés de final de semana e fins de tardes. Às horas e nos modos em que o amor se tornasse urgente! Certamente também a amores mais proibitivos e a tempos mais recônditos.

Não sei mais!

Só sei que do lago, dos cisnes, nada sobrou!

Talvez não!

Quem atualmente passar pela Corredoura e procurar o Lago irá deparar-se com um espaço de skate e desportos radicais.

E algo alienígena, como que uns tanques retilíneos, trapezoides, que se vão esticando e encurtando, no sentido norte – sul.

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As fotos ilustram a parte central dessas estruturas. Como se fossem o leito médio de um ribeiro, todo em granito, a desembocar, a norte e jusante, nesses pretensos lagos.

Onde nunca vi água! Talvez quando chove…

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São reminiscências do lago curvilíneo, transformado em linhas retas, em tanques de granito claro.

Umas coisas sem jeito, que para ali estão, sem nunca terem exercido a função para que foram idealizados.

Certamente água a correr, descendo de sul para norte, aproveitando a gravidade. Manter operacional essa funcionalidade não deveria ser tarefa isenta de custos e tecnologia.

Testemunham a triste realidade deste País em que tanto se gasta em inutilidades. Haveria outras formas de pôr a água a correr, de modo mais natural.

Frente ao edifício da Câmara, figuram tanques semelhantes. Têm água quando chove. Folhagens dos plátanos, no Outono.

Faltam Árvores na Corredoura, substituindo as que cortaram. Cedros majestosos! Frente ao edifício da Câmara ficavam bem.

(Naquele espaço, tanto granito! – os skaters deram-lhe excelente utilidade!)

E os tanques?!

Se não lhes deitam água, transformem-nos em canteiros!

Plantem bolbosas, rizomas, plantas que aguentem a sede e o calor!

Plantem Árvores Autóctones nos espaços abertos do Parque!

 

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