Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

11
Jan25

O gato Gil!

Francisco Carita Mata

"Gatos dos Quintais XXVI"

20241225_165516.jpg

Dia de natal de 2024!

Aos meses que já não víamos o gato Gil!

Até receavamos que lhe tivesse acontecido mais alguma desgraça! A ele que já sofrera tanto!

Graças a Deus que não!

Estava com muito bom aspecto. 

Quer dizer que se tem alimentado bem. Onde?!  Não sei. 

Este postal também é editado pelo celular. Quando puder explicarei melhor. 

Obrigado pela sua atenção. 

 

14
Jun24

Dona Marinete e o seu rebento!

Francisco Carita Mata

Gatos dos Quintais (XXV)

Dona Marinete e seu filhote!

(No "Quintal de Cima")

20240612_082703.jpg

(Filhote ou filhota?!

Não sei ainda...)

(Mas não eram três gatinhos, apresentados no "Quintal de Baixo", a 14 de Maio?!)

...   ...   ...

***

O filhote - ou filhota(?) - tentando mamar!

20240612_082644.jpg

(Mama! Dá sempre jeito!)

***

E o extraordinário, resistente e valente, inexcedível, Gil!

20240611_203819.jpg

(Descansando, relaxando, na "Azinhaga da Fonte das Pulhas", quando me acompanhou - mesmo coxo - numa passeata vespertina!)

Os animais são nossos amigos.

O que acha o Caro/a Leitor/a?!

 

02
Abr24

Gil e Marinete: Gatos dos meus Quintais (XXII)!

Francisco Carita Mata

O Gato Gil e a sobrinha Marinete!

20240317_144302.jpg

Há muito que não publico nada sobre os gatos dos meus quintais!

Da última vez que publiquei, ainda pensava que Marinete era um gato e, por isso, lhe chamavámos "Riscadinho"! Entretanto, revelada a verdadeira identidade, passou a nomear-se Marinete.

Na foto, da primeira quinzena de Março, estão tio e sobrinha. Gil é irmão de "Dona Mi-Dú", mãe de Marinete, que há dias não aparece. Julgo que estará novamente de bebé, segunda gestação. Mas não sei!

O Gil bem se vê que lhe falta a perna traseira esquerda.

Haviam acabado de comer.

Felizes, os gatos?!

Saúde e Paz!

(O tempo continua frio, ventoso e chuvoso!)

 

25
Nov23

Árvores plantadas neste “Verão de S. Martinho”!

Francisco Carita Mata

Freixo e Choupo. Original. 21.11.23

Trabalhos de “Ginásio”, associados a queimadas. E também gatos…

O/A Caro/a Leitor/a tem toda a razão!

As árvores que titulam o postal não foram plantadas este ano.

Já agora, será que consegue identificá-las?!

Bem… eu digo. A que ainda tem folhas outonais é um choupo negro. Será da década passada. Terá para aí uns dez anos. Não sei bem… Obtive-a através de ramo, que abacelei. Cresce muito depressa.

A que está em primeiro plano e já sem folhas, é freixo. São vários, obtidos por sementeira. São dos anos noventa do séc. XX.

Em fundo, está o canavial, de que queimei algumas canas secas. Precisa de grande desbaste. Propaga-se muito, apesar das ovelhas gostarem muito dos ramos verdes. Não tive qualquer ação no plantio destas canas. Estarão por ali há décadas! Sempre as lá vi!

Também uma grande azinheira. Vislumbra-se resto de fumo da queimada.

As fotos que se seguem são de árvores e arbustos que transplantei, dos vasos em que as semeara, para os terrenos em que as pretendo consolidar. Aproveitei este Outono primaveril de meados de Novembro, conhecido por “Verão de São Martinho”. Vamos ver se pegam!

Um Sanguinho, no Vale de Baixo.

Sanguinho. Original. 16.11.23

Bem “vedado”, que as ovelhas são muito gulosas. (Plantei dois.)

No Vale também plantei uma Figueira, mas não sei de que variedade!

Tenho também consolidado os tapumes das outras figueiras e das restantes plantas: amoreira, azinheira, sobreiro, carvalho, romãzeira, marmeleiro, loureiros. Refiro-me às plantas mais pequenas, que as maiores e mais velhas já se protegem por si mesmas.

No “Quintal de Baixo” plantei:

Nespereira!

Nespereira. Original. Nov 23

Roseira Brava

Roseira Brava. original. 15.11.23.

E ainda um espinheiro, algumas murtas, junto de madressilva e figueiras da Índia. Perspetivo que, ao crescerem, formarão uma sebe face ao muro e ao caminho vicinal.

Azinhaga da Atafona. Original. 15.11.23.

Esperemos que assim seja! Que aguentem, principalmente os calores excessivos de Verão, as secas e que eu tenha tempo, possibilidade e paciência para as regar.

E, já se sabe, as companhias…

Gatos. Original. 17.11.23

Na foto anterior, estão manos da ninhada deste ano (Abril / Maio), aconchegados no muro do tanque, no Vale de Baixo.

O branco é Du-Dú. São ambos filhos de Mi-Dú (Dona Maria Eduarda). O “malhado”, a modos e afinal, é “malhada”. Era conhecido por “Riscadinho”, mas já que “mudou de identidade”, batizámo-lo novamente. Passou a chamar-se “Marinete”!

Saúde, Paz, boa disposição e bons trabalhos de tempos livres!

 

15
Out23

Um postal que não gostaria de escrever… (Gatos do Quintal - XVIII)

Francisco Carita Mata

Mas que vai ter de ser escrito!

Gil. original 04.03. 23

Gatos do Quintal XVIII – Crónica de tristeza e desalento!

Gil. original 14.03. 23

Não gostaria de escrever, porque encerra duas notícias desagradáveis.

Gil. Original. 07.05.23.

O gato Gil, um dos protagonistas que deambularam por estas crónicas sobre “Gatos do Quintal” anda desaparecido há oito dias! O que, dado o historial dos irmãos – Ricardina, em Julho e Bart, em Abril – não mais aparecerá.

E, não aparecerá, porquê?! Presume-se, deduz-se que terá morrido!

Mas de “morte natural”?! Duvido completamente. O mais certo é ter sido morto.

Propositadamente?! Provavelmente não! Alguma armadilha colocada nos campos, para “apanhar” outros bichos. E, os gatos… exploradores e curiosos como são, nelas terão caído.

Isto é o que eu imagino. Que não sei nada sobre o assunto. Não vi. Não sei! Mas que as há, há!

Mas este é já o terceiro gato que desaparece! Dos quatro irmãos, apenas resta Mi-Dú e os dois filhos: Du-Dú e Riscadinho, sobrinhos duplamente de Gil!.

E esta é necessariamente a segunda notícia desagradável: Quem terá armadilhado?!

(Não vou escalpelizar mais o assunto. Ponto final.)

Gil e sobrinhos comendo. original. 28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos! A desenvoltura, a sofreguidão na comida, o afago e simpatia que demonstrava sempre, apesar de lhe chamar “chato”, a companhia que fazia, uma presença tutelar, de guarda, enquanto eu cirandava no Chão ou no Vale. A correria, a subida às árvores a mostrar as habilidades, o instinto caçador, catando, espreitando, atento ao menor ruído e movimento. Lá que caçava pássaros, lá isso apanhava; talvez até os ninhos, é provável; também as lagartixas, nunca mais se viram! Mas também ratos, nunca mais houve nos quintais, nem no palheiro. Cobras também, mas pequenas. Que caçadora de cobras como nenhum, era Ricardina – heroína!

Mi-Dú sempre foi mais recatada. É mais maternal. Julgo que andará novamente de bebé! É para povoar o espaço. Que, agora, só ela e os filhotes.

Gil, Mi-Dú, Du-Dú, Riscadinho. Original. 28.09.23.

Destes, Du-Dú tenta imitar o tio Gil, mas ainda não consegue. Esperemos que se afoite mais e me acompanhe nas passeatas. Também ainda não é adulto. Estará nos cinco meses.

Gil e Du - Dú.  28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos!

Gato GIL. Foto original. 24.09.23.

É uma sensação de perda, de algo que falta, situação que eu julgaria completamente improvável, há dois anos (2021)! Mas a Vida é uma constante aprendizagem e nada é a preto e branco. Tudo muda e há imensas cambiantes na realidade em que vivemos e que nos cerca.

Neste Mundo atroz, em que as guerras, a destruição, imperam, às mãos dos homens entre si. Que importância tem um gato ser morto, provavelmente numa armadilha?! Mesmo que tenha nome de explorador: Gil (Eanes)!!!

Termino esta crónica desalentada sobre gatos. Para não falar da desumanidade dos seres humanos. Que se matam estupidamente e que destroem tudo o que constroem em guerras atrozes, em que milhares de inocentes morrem, são sacrificados… em nome de quê??!!

*******

Fotos Originais, de minha autoria, para o bem e para o mal! Todas de 2023.

4 Março: Gil, descansando no Caminho.

14 Março: Gil, vigilante, desperto por algum ruído.

07 Maio: Gil, seguindo-me, apanhando-me na passeata.

28 de Setembro: Gil e sobrinhos.

28 Setembro: Gil, a irmã e os filhos desta, seus sobrinhos.

28 Setembro: Gil e sobrinho Du-Dú.

24 Setembro: Gil, deitado, numa postura que lhe era muito peculiar, esfregando-se na areia.

 

 

23
Jul23

Gatos do(s) Quintal(ais) (XV ): Novo rebento!

Francisco Carita Mata

Há um novo elemento na trupe! No Gatil, diga-se.

Voltamos, apresentando fotos dos elementos do Gatil dos Quintais.

A foto titulando o postal, apresenta Maria Eduarda – Mi-Dú, a 27/05/23, no regresso

Mi-Dú. Original. Maio 23.

…após o desaparecimento em Abril, com o mano Bart – Bartolomeu Dias. Ele nunca mais se viu. Ela, viríamos a constatar, estivera em trabalhos de parto, no “Quintal do Ti Zé Fadista”.

No dia 31 de Maio, observei aí, espreitando de fugida, três rebentos, dos quais apresento um, na última foto.

(A pose está estruturada na entrada de uma casa “abandonada”, sobre que tenho pugnado a respetiva limpeza!!!! Nada feito!!!! Não fossem os gatos e aquilo seria um ninho de ratos e cobras!)

Na 2ª foto, Ricardina e o mano Gil – 27/06/23

Ricardina e Gil. Original. junho.23.

Ricardina, a solo – 28/06/23

Ricardina. Original. junho.23.

02/07/23 – Gil, quando me acompanha nas minhas deambulações pelos terrenos.

Gil. Original. Julho.23.

Eu trabalho. Ele descansa periodicamente. Faz-se à foto, no caso! Muitas vezes caça, mostra as habilidades. Geralmente acaba por se perder nas pesquisas e explorações que faz pelos “matos”. Caça. É terrível! Pena que não cace os javalis, que faz imensa falta caçar os javalis todo o ano! Mas as competências de Gil não chegam a tanto! Toupeiras, ratos, certamente, que nunca mais se viram; lagartixas, pássaros, licranços. Cobras também não. Isso é mais Ricardina.

E a célebre cena de 07/07/23

Gil e Ricardina. Original. 07.07.23.

Ricardina guardando o troféu: a cobra. Gil "desligado" (?) do trabalho da mana?!

E a última foto: Um “rebento” de "Maria Eduarda"!

DuDu. Original. Julho 23

Precisamente também na soleira da porta da casa “abandonada”, onde fotografei a progenitora: Mi-Dú (Maria Eduarda).

(Como chamar-lhe?! Por enquanto, Du-Du. Não sabemos se é menino, se menina! Depois, veremos como baptizá-lo.)

Quando observei os “rebentos” pela 1ª vez, a 31 de Maio, vi três. Dois assim da cor deste aqui apresentado e um malhado.

Que terá sido feito dos outros?!

Aguardamos notícias em futuros postais.

 

08
Jul23

Ricardina: a Gata Heroína!

Francisco Carita Mata

Ricardina gata heroína. original. 07.07. 23.

Gatos no Quintal (XIV) - Aldeia da Mata

Se eu me pusesse a escrever sobre os “Gatos do Quintal”, todos os dias tinha motivos para narrativas!

Basicamente são quatro irmãos, que, com o conhecimento obtido sobre os mesmos, foram adquirindo identidades e direito a nome: Gil (Eanes), Bartolomeu (Dias) – Bart; Ricardina e Maria Eduarda – Mi-Dú.

Gil e Ricardina são patentes no quintal, há meses, sem interrupções. Bart e Mi-Dú despareceram, por Abril. Mi-Dú reapareceu em Maio, aparentando ter parido. No dia 31 de Maio, observei três gatinhos, assomando-se por entre o telheiro do quintal do Ti Zé “Fadista”.

No início de Junho, voltei a vê-los, fugindo, ao final da Azinhaga, entrando para o Chão da Atafona. Nunca mais os vi. Mi-Dú, quase de certeza mãe, passou a ser presença permanente no Quintal de Baixo, local de amesendação. Sempre renitente relativamente à minha pessoa, embora prontamente aceite pelos irmãos - Gil e Ricardina, compartilhando refeições e companhia.

De Bart nunca mais soube nada. A modos que o Cabo foi mesmo das Tormentas. Ainda tenho Esperança que volte, que não tenha ficado lá pelas Índias!

Relembrados estes introdutórios, vamos às heroicidades!

Ontem, já depois das dezoito, quando fui regar, observei o gato e as gatas em rebuliço, no final da Azinhaga, junto ao Chão da Atafona e da figueira verdeal. Fui observar.

O que se passava?! (...)

Andavam de roda de uma cobra!

Andavam, é como quem diz… Que, Maria Eduarda depressa fugiu para o quintal, não sei se com medo de mim, se da cobra. Gil, valentão, trepador, contorcionista e equilibrista, predador de pássaros, depressa saltou para o muro do quintal. E este não foi com medo de mim!

Quem lutou, batalhou, se engalfinhou com a cobra, descobrindo estratégias e táticas para a conseguir filar pelo pescoço, foi Ricardina! Ricardina, a Heroína!

Eu, a bem dizer, fiquei um pouco atarantado. Consegui algumas fotos, fiz um pequeno vídeo.  Mas não tive qualquer intervenção sobre o acontecimento. Deixei que a Natureza funcionasse na sua plenitude.

A cobra defendia-se, atirando-se de boca aberta para a gata, esta afastava-se, mas depressa retomava a refrega. O réptil, a estratégia que usava era tentar fugir, subindo pelo muro do quintal de Doutor Agostinho. Mas não tinha qualquer sucesso. O muro é muito alto e revestido de cimento. Estes animais sabem que não vencem qualquer luta com predadores de topo, como são os felinos. A saída e defesa é fugir. O mesmo que fazem com os humanos. Abrir a boca é só para assustar!

O bicho ainda se lembrou de correr para o muro do Chão da Atafona, que é de pedra solta. Correr, correu, ainda se tentou infiltrar na parede… “lá foge a bicha…” pensei eu. Mas Ricardina, felina e heroína, não desistiu. Conseguiu puxá-la, apanhá-la pelo pescoço e mandá-la para “outro destino”.

As fotos documentam alguns dos factos.

A 1ª apresenta Ricardina junto do troféu. Gil, deitado, observando, que foi o que fez, após ter fugido de medo.

A 2ª foto mostra a cobra, enrolada, ferida ou morta (?), que, agora, à posteriori, apresenta-se-me esta dúvida...

Cobra. Original. 07.07.23.

Caro/a Leitor/a, espero que não se assuste com a(s) cobra(s). Não fazem mal. Mas eu, na verdade, também me assusto, se as vejo. Mas não as costumo matar. São também predadoras de animais prejudiciais para as agriculturas, os ratos, por ex. Competem com os gatos.

Votos de saúde, paz e bons passeios.

Hoje, está mais fresquinho, aqui, por este Alentejo do Alto!

 

06
Jun23

No “Vale de Baixo” – Aldeia da Mata!

Francisco Carita Mata

No Caminho da Fonte das Pulhas – Alto Alentejo

No início do Caminho da Fonte das Pulhas que também vai dar ao “Porcos Unho” - (horta, ribeira e passadeiras) – após o “Chão da Atafona”, nem cem metros percorridos, temos no lado direito – Norte – o “Vale de Baixo”!

Imagem global, o Vale, enquadrado por ramo de Catalpa:

Vale de Baixo. Original. 27.05.23.

(O campo semeado de azevém, uma parte já ceifada. Em plano médio, o renque de árvores formado pelos freixos e o choupo negro)

Um ramo de Catalpa florida.

Catalpa. Original. 27.05.23.

A planura semeada de feno – azevém (?) – e mal se vendo, falta de habilidade fotográfica, uma ave.

Vale. original. 27.05.23.

Uma pega azul! Que me lembre, este ano foi a primeira vez que vi este tipo de ave, na minha região. (Já vira no Algarve.)

Fotos da romeira cheia de flor.

Romeira. original. 23.05.23

E o “amigo” Gil (Eanes), o “Caçador”, numa das suas passeatas, acompanhando-me.

Gil. Original. 28.05.23.

(Quis realçar a flor da silva, mas ficou "desfocada". O gato estragou a foto?!)

(As fotos são todas de finais de Maio, já havia chovido ou estava em vias de...)

Bons passeios, com saúde, e Obrigado pela visita!

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2025
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2024
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2023
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2022
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2021
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D