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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

02
Abr24

Gil e Marinete: Gatos dos meus Quintais (XXII)!

Francisco Carita Mata

O Gato Gil e a sobrinha Marinete!

20240317_144302.jpg

Há muito que não publico nada sobre os gatos dos meus quintais!

Da última vez que publiquei, ainda pensava que Marinete era um gato e, por isso, lhe chamavámos "Riscadinho"! Entretanto, revelada a verdadeira identidade, passou a nomear-se Marinete.

Na foto, da primeira quinzena de Março, estão tio e sobrinha. Gil é irmão de "Dona Mi-Dú", mãe de Marinete, que há dias não aparece. Julgo que estará novamente de bebé, segunda gestação. Mas não sei!

O Gil bem se vê que lhe falta a perna traseira esquerda.

Haviam acabado de comer.

Felizes, os gatos?!

Saúde e Paz!

(O tempo continua frio, ventoso e chuvoso!)

 

15
Nov23

“Gatos dos meus Quintais XXI”

Francisco Carita Mata

Riscadinho e Du - Dú. Original. Nov.23

Crónica… sobre ausências!

Ontem, consegui ainda publicar dois postais, um em cada blogue, mesmo ao final do dia. Já bem de noite!

O que publiquei em “Apeadeiro da Mata” foi sobre os “Gatos dos meus Quintais – XX”!

Na foto inicial, não muito boa em termos técnicos, mas por demais sugestiva como documento, surgem Gil e os dois sobrinhos: Riscadinho, a quem Gil “cumprimenta” com afeto e um pouco mais distante – Du-Dú, observando.

E porque é documentalmente importante esta foto?! (...)

Na semana passada, estivemos ausentes das lides campestres, das vivências aldeãs. (Em incursões (sub)urbanas.)

Regressámos Domingo e indo aos quintais, ao findar do dia, estranhámos a ausência da gataria. Apenas apareceu “Dona Maria Eduarda” – Mi-Dú!

Que seria feito dos filhotes, Du-Dú e Riscadinho, agora já jovens adultos?! E do Gil?! Como se terá desenrascado?! Será que continua vivo? Ter-se-ão ausentado procurando outros locais de amesendação?!

Pelo sim pelo não, deixei a gamela da comida bem recheada. Na segunda-feira veria…

E, na 2ª feira, a gamela estava vazia! Mas nada garantia que fossem os gatos “amigos” que tivessem comido o manjar. Há por aí muitos mais, vadios! E só quem apareceu novamente foi Dona Mi-Dú!

Fui para o campo - Quintal, Chão e Vale - em habituais atividades campesinas. Até sol-posto.

Vale de Baixo. Original. 14.11.23.

E, se lhe disser que estranhei. Estranhei bastante a ausência dos bichanos, acompanhando-me nos campos. Questionava-me sobre o que lhes poderia ter acontecido! Que é dos manos?! E Gil, terá sobrevivido?!

No final do dia, já para regressar a casa, no “Quintal de Cima”, surge Riscadinho. Meio esquivo, como habitualmente, mas cirandava perto, corria, procurava paparoca. Bom sinal!

Perguntei-lhe pelo mano, Du-Dú, pelo tio, Gil. Miou, miou muito, mas não entendi o que disse. (Sou um pouco surdo!) Deixei novamente comida.

Ontem, 3ª feira, quando após o almoço fui para o quintal, para continuar as tarefas, aparece também Du-Dú! Foi um feliz reencontro de parte a parte. Este irmão é mais afoito que Riscadinho.

E, brincando os dois, foram-me acompanhando até ao Chão, até ao Vale e por ali andaram comigo, enquanto fui trabalhando. Exploraram o ambiente. Caçaram…

Riscadinho e Du - Dú. Original. Nov.23

Ao findar as tarefas, no retorno, lá voltaram eles também ao quintal. Comeram, que novamente lhes dei da ração especial. Descansaram, velaram, em cima do murete da antiga pocilga, enquanto eu fazia outras tarefas. (Foto inicial.)

O findar do dia, aproximando-se o ocaso, perspetivava lindas fotos.

Pôr do sol. Foto original. Nov.23.

O Sol já se esconde muito mais a Sul. Não proporcionando vistas tão interessantes no Chão da Atafona, fui tirar fotos ao adro da Igreja Matriz.

E, não é que, já depois das dezassete e trinta, ao abrir o portão do Quintal, me deparo com o Gil?!

Gil e sobrinhos. Original. 14. Nov. 23

Eu e os sobrinhos! Pois que a reação dos animais denotava que já não se veriam há algum tempo!

Por onde terão andado nestes dias de ausência?!

E, é possível animais e pessoas sentirem as respetivas ausências?!

 

14
Nov23

Os Gatos do Quintal (XX )

Francisco Carita Mata

Gil e os sobrinhos: Riscadinho e Du - Dú

(Gil faz festas ao sobrinho Riscadinho!)

Gil e sobrinhos. Original. 14. Nov. 23

Du - Dú e Riscadinho no cimo do muro da antiga pocilga!

Du - Dú. Original. Nov. 23

Riscadinho e Du - Dú, no Vale de Baixo 

Riscadinho e Du - Dú. Original. Nov.23

(Estas fotos são todas de hoje, 14 de Nov. 23. Hoje não tenho tempo para desenvolver uma crónica sobre os gatos. Amanhã, tentarei elaborar uma narrativa. Obrigado pela sua atenção, Caro/a Leitor/a. Boa noite!)

 

19
Out23

Visualizações em “Apeadeiro da Mata” Outubro 23

Francisco Carita Mata

Um postal que não gostaria de escrever… (Gatos do Quintal - XVIII)

Na sequência da publicação do postal citado em epígrafe, em 15/10/23, as Visitas e Visualizações em “Apeadeiro da Mata” subiram exponencialmente, face ao que é habitual no blogue.

Totais: 16/10/2023) - 369 Visitas - 432 Visualizações

Totais: 17/10/2023) - 859 Visitas - 958 Visualizações

Totais: 18/10/2023) - 632 Visitas - 711 Visualizações

Páginas mais visitadas: Visualizações:

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18/10/2023:

*******

Fiquei intrigado. Verifiquei nos destaques do SAPO blogs e na plataforma noticiosa do SAPO e o postal referido não aparecia. 

(Habitualmente estas funcionalidades provocam mais visitas e visualizações.)

Não estando o postal nestes destaques, como se terá processado esta “inflação” de visualizações?!

Fiquei deveras intrigado!

(Vi também nas plataformas do Facebook da minha Aldeia. Mas não observei partilhas do postal.)

O que se terá passado para o facto de o postal referido ter aumentado significativamente as visualizações, face ao que é comum no blogue?!

Caro/a Leitor/a, já lhe tem sucedido situação semelhante?!

Obrigado pela atenção. Votos de saúde e de Paz!

 

18
Out23

O gato Gil voltou!

Francisco Carita Mata

Mas... voltou ferido!

Gatos do Quintal (XIX)

Hoje, quando fui dar almoço aos gatos, já no final, aparece-me um que nem reconhecia.

Magrérrimo! Só depois me apercebi que era o Gil!

Mas... fiquei chocadíssimo!

Arrastando a perna traseira esquerda, toda esfacelada!

Foi, de certeza, apanhado numa armadilha.

Tirei fotos, mas ainda não me atrevo a revelar.

Pelo menos voltou.

Como devo proceder?!

Dar-lhe comida com antibiótico?!

Será que ele aceita tratamento de algum veterinário?!

É chocante ver assim o animal!

Tanta guerra! Tanto ódio! O Mundo anda perdido!

 

15
Out23

Um postal que não gostaria de escrever… (Gatos do Quintal - XVIII)

Francisco Carita Mata

Mas que vai ter de ser escrito!

Gil. original 04.03. 23

Gatos do Quintal XVIII – Crónica de tristeza e desalento!

Gil. original 14.03. 23

Não gostaria de escrever, porque encerra duas notícias desagradáveis.

Gil. Original. 07.05.23.

O gato Gil, um dos protagonistas que deambularam por estas crónicas sobre “Gatos do Quintal” anda desaparecido há oito dias! O que, dado o historial dos irmãos – Ricardina, em Julho e Bart, em Abril – não mais aparecerá.

E, não aparecerá, porquê?! Presume-se, deduz-se que terá morrido!

Mas de “morte natural”?! Duvido completamente. O mais certo é ter sido morto.

Propositadamente?! Provavelmente não! Alguma armadilha colocada nos campos, para “apanhar” outros bichos. E, os gatos… exploradores e curiosos como são, nelas terão caído.

Isto é o que eu imagino. Que não sei nada sobre o assunto. Não vi. Não sei! Mas que as há, há!

Mas este é já o terceiro gato que desaparece! Dos quatro irmãos, apenas resta Mi-Dú e os dois filhos: Du-Dú e Riscadinho, sobrinhos duplamente de Gil!.

E esta é necessariamente a segunda notícia desagradável: Quem terá armadilhado?!

(Não vou escalpelizar mais o assunto. Ponto final.)

Gil e sobrinhos comendo. original. 28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos! A desenvoltura, a sofreguidão na comida, o afago e simpatia que demonstrava sempre, apesar de lhe chamar “chato”, a companhia que fazia, uma presença tutelar, de guarda, enquanto eu cirandava no Chão ou no Vale. A correria, a subida às árvores a mostrar as habilidades, o instinto caçador, catando, espreitando, atento ao menor ruído e movimento. Lá que caçava pássaros, lá isso apanhava; talvez até os ninhos, é provável; também as lagartixas, nunca mais se viram! Mas também ratos, nunca mais houve nos quintais, nem no palheiro. Cobras também, mas pequenas. Que caçadora de cobras como nenhum, era Ricardina – heroína!

Mi-Dú sempre foi mais recatada. É mais maternal. Julgo que andará novamente de bebé! É para povoar o espaço. Que, agora, só ela e os filhotes.

Gil, Mi-Dú, Du-Dú, Riscadinho. Original. 28.09.23.

Destes, Du-Dú tenta imitar o tio Gil, mas ainda não consegue. Esperemos que se afoite mais e me acompanhe nas passeatas. Também ainda não é adulto. Estará nos cinco meses.

Gil e Du - Dú.  28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos!

Gato GIL. Foto original. 24.09.23.

É uma sensação de perda, de algo que falta, situação que eu julgaria completamente improvável, há dois anos (2021)! Mas a Vida é uma constante aprendizagem e nada é a preto e branco. Tudo muda e há imensas cambiantes na realidade em que vivemos e que nos cerca.

Neste Mundo atroz, em que as guerras, a destruição, imperam, às mãos dos homens entre si. Que importância tem um gato ser morto, provavelmente numa armadilha?! Mesmo que tenha nome de explorador: Gil (Eanes)!!!

Termino esta crónica desalentada sobre gatos. Para não falar da desumanidade dos seres humanos. Que se matam estupidamente e que destroem tudo o que constroem em guerras atrozes, em que milhares de inocentes morrem, são sacrificados… em nome de quê??!!

*******

Fotos Originais, de minha autoria, para o bem e para o mal! Todas de 2023.

4 Março: Gil, descansando no Caminho.

14 Março: Gil, vigilante, desperto por algum ruído.

07 Maio: Gil, seguindo-me, apanhando-me na passeata.

28 de Setembro: Gil e sobrinhos.

28 Setembro: Gil, a irmã e os filhos desta, seus sobrinhos.

28 Setembro: Gil e sobrinho Du-Dú.

24 Setembro: Gil, deitado, numa postura que lhe era muito peculiar, esfregando-se na areia.

 

 

30
Ago23

Mi-Dú e Du-Dú ou Dudete?!

Francisco Carita Mata

Gatos do Quintal (XVII)

Gatos no telheiro. Foto original. 29.08.23.

(Mi-Dú e Du-Dú, mãe e filho, no telheiro abandonado, do antigo galinheiro. Após terem lanchado comida destinada a quatro, mas que eles comeram apenas os dois. Que Gil andaria em explorações pelos campos e Riscadinho é muito tímido.)

Estes gato(s) e gata(s) que têm deambulado pelos quintais, nestes quase dois anos, são gatos silvestres. Os nomes que titulam o postal são enganadores, nesse aspeto. Não se pense que são gatos de alta escola, de pedigree, aconchegados em lindos palacetes. São gatos de campo, nascidos algures em quintal abandonado, quintais que percorrem, afugentando ratos, caçando também, certamente. E cobras! Nunca tinha visto! Que o dissesse Ricardina, heroína - matadora / lutadora / caçadora de cobra - entretanto desaparecida - Ricardina - já lá vai um mês, em parte incerta.

Mas este deambular de escrita é apenas para lhe apresentar mais duas fotos "instagramáveis" - de 29/08/23 - de Dona Maria Eduarda, conhecida nos meios sociais, por Mi - Dú e seu filho, ou filha (?), Du - Dú, não sabemos se Dudete! 

(Já mostrou o cartão de identidade, mas ainda não consegui perceber, se rapaz, se rapariga.)

Gatos no quintal. Foto original. 29.08.23.

( Mãe e filho/a, novamente. Na parede da antiga pocilga, há muito desativada.)

Assim concluo mais uma crónica sobre gatos dos meus quintais, após mais uma ausência demasiado prolongada dos blogues.

Saúde, Paz e que diminua o calor, que me mata as árvores, que não páro de regar.

 

18
Ago23

Porque desaparecem os gatos?!

Francisco Carita Mata

Gatos novos. Foto original ampliada. 18.08.23.

Os Gatos e as gatas, frise-se.

Crónica sobre Gatos do Quintal (XVI)

Voltamos a falar sobre os gatos e gatas que nos adotaram e adotaram o “Quintal de Baixo”, como local de amesendação.

Estas rondas e crónicas sobre gatos já nos seguem desde finais de 2021, com especial incidência a partir de 2022. De uma ninhada de quatro elementos que fomos acompanhando, identificando, conhecendo, interagindo, aos quais até atribuímos nomes: Gil, Bart, Mi-Dú e Ricardina.

Gato GIL. Foto original. 15.08.23.

Gil tem-se revelado o mais consistente na interação, sempre no quintal, acompanhando-me nos campos, na passeata pela azinhaga. Por vezes até se tornando chato, quando se me enrosca nos pés e eu com receio de tropeçar, de o pisar e magoar e ele ter alguma reação própria de felino.

Dava dinheiro para saber o que é que o bicho “pensa”, ou julga que é, qual a perceção que terá do respetivo papel, quando me acompanha, seguindo ao meu lado, ou quando, estando eu nalguma tarefa, ele se deita na posição esfíngica, observando-me. Processam-se um conjunto de interações, que eu pagaria para conseguir desvendar o respetivo significado!

Sempre presente, sempre pronto para comer, é de todos o mais persistente, mais confiante, mais afoito, mais “convencido”. Só tem medo de cobras! (Ricardina que as mate!)

O irmão Bart (Bartolomeu – Dias) desapareceu em Abril, mais a mana Mi-Dú (Maria Eduarda) e nunca mais regressou!

Esta voltou em Maio, com filharada.

Ricardina, a heroína, protagonista da encapelada luta com a cobra, que venceu e matou, por estranho que pareça, também deixou de dar sinais de vida a partir de 21 de Julho. Pensei que lhe acontecera o mesmo que à mana Mi-Dú e ressurgiria com filhos, mas já lá vai quase um mês e nada.

Interessante constatar que, após a luta encarniçada com o réptil, Ricardina, até aí muito discreta e tímida, ganhou outro modo de ser e de estar. Muito mais autoconfiante, destemida, ousada, demonstrando-o, por ex., subindo veloz e desenrascada as oliveiras, tal como o mano Gil. E acompanhando-me também nas fainas campestres com o mano. Subitamente, sem mais nem porquê, foi um ai que lhe deu! O que lhe terá acontecido?

A mana – Mi-Dú - agora também é presença assídua com Gil, embora não tenha nada o à vontade que tem o irmão. Mas está sempre presente na amesendação, embora revele algum receio.

Mi-Dú e Du-Dú. Original. 05.08. 23.

Já sabemos que é mãe. Inicialmente, final de Maio, observei-lhe 3 rebentos: dois claros e um malhado. Mas, agora, apenas aparecem dois.

Um claro, que nomeámos Du-Dú, até poderá ser Dudete, pois ainda não percebemos a verdadeira identidade. (Também já sugeriram Ninja!) E um malhado, que batizámos Riscadinho, mas poderá ser Riscadinha!

Du-Dú, perante a comida, já aceita a minha presença.

Riscadinho, ainda não. Só quando me ausento.

(Sobre Du-Dú, descobrimos que ainda mama. Certamente Riscadinho/a também.)

Por isso Maria Eduarda (Mi-Dú) anda sempre alquebrada!

Mas... a crónica sobre gatos termina, por agora.

E, as fotos, o que acha?!

(Na 1ª, os dois rebentos de Mi-Dú, assomando-se, a partir do quintal do "Ti Zé Fadista", local de pernoita, de nascimento...

Na 2ª, Gil, numa pose peculiar, de "chefe bem na vida".

Na 3ª, Mi-Dú e o rebento claro - Du-Dú.)

 

23
Jul23

Gatos do(s) Quintal(ais) (XV ): Novo rebento!

Francisco Carita Mata

Há um novo elemento na trupe! No Gatil, diga-se.

Voltamos, apresentando fotos dos elementos do Gatil dos Quintais.

A foto titulando o postal, apresenta Maria Eduarda – Mi-Dú, a 27/05/23, no regresso

Mi-Dú. Original. Maio 23.

…após o desaparecimento em Abril, com o mano Bart – Bartolomeu Dias. Ele nunca mais se viu. Ela, viríamos a constatar, estivera em trabalhos de parto, no “Quintal do Ti Zé Fadista”.

No dia 31 de Maio, observei aí, espreitando de fugida, três rebentos, dos quais apresento um, na última foto.

(A pose está estruturada na entrada de uma casa “abandonada”, sobre que tenho pugnado a respetiva limpeza!!!! Nada feito!!!! Não fossem os gatos e aquilo seria um ninho de ratos e cobras!)

Na 2ª foto, Ricardina e o mano Gil – 27/06/23

Ricardina e Gil. Original. junho.23.

Ricardina, a solo – 28/06/23

Ricardina. Original. junho.23.

02/07/23 – Gil, quando me acompanha nas minhas deambulações pelos terrenos.

Gil. Original. Julho.23.

Eu trabalho. Ele descansa periodicamente. Faz-se à foto, no caso! Muitas vezes caça, mostra as habilidades. Geralmente acaba por se perder nas pesquisas e explorações que faz pelos “matos”. Caça. É terrível! Pena que não cace os javalis, que faz imensa falta caçar os javalis todo o ano! Mas as competências de Gil não chegam a tanto! Toupeiras, ratos, certamente, que nunca mais se viram; lagartixas, pássaros, licranços. Cobras também não. Isso é mais Ricardina.

E a célebre cena de 07/07/23

Gil e Ricardina. Original. 07.07.23.

Ricardina guardando o troféu: a cobra. Gil "desligado" (?) do trabalho da mana?!

E a última foto: Um “rebento” de "Maria Eduarda"!

DuDu. Original. Julho 23

Precisamente também na soleira da porta da casa “abandonada”, onde fotografei a progenitora: Mi-Dú (Maria Eduarda).

(Como chamar-lhe?! Por enquanto, Du-Du. Não sabemos se é menino, se menina! Depois, veremos como baptizá-lo.)

Quando observei os “rebentos” pela 1ª vez, a 31 de Maio, vi três. Dois assim da cor deste aqui apresentado e um malhado.

Que terá sido feito dos outros?!

Aguardamos notícias em futuros postais.

 

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