Túnel de bambús!
Ainda no Jardim da Gulbenkian, no dia 31/08/2025, último dia do mês de Agosto:
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Se os bambús que tenho no meu Vale de Baixo, tivessem acesso à água que estes têm, bem lindos que estariam!
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Ainda no Jardim da Gulbenkian, no dia 31/08/2025, último dia do mês de Agosto:
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Se os bambús que tenho no meu Vale de Baixo, tivessem acesso à água que estes têm, bem lindos que estariam!
TERTÚLIAS de POESIA
CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia
8 de Maio, 5ª feira, às 15.30
Bar da Casa do Alentejo
(pela primeira vez.)
***
Contamos consigo!
Um grande abraço:
Maria Olívia e Rolando Amado Raimundo
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TERTÚLIA POÉTICA AMÉRICA MIRANDA
10 de Maio de 2025, às 16:00 horas
«CENTRO CULTURAL FRANCISCANO»
PROGRAMA – Versão Final:
Abertura – Voz da América (disco)
Hino – Bocage Sonhador
Apresentadora – Fátima Arnauth
Poesia – Lúcia Pedrosa
Poesia – M.ª Otília Henriques
Poesia – Guida Machado
Canções – José Gonçalves (disco)
Poesia – Conceição Cotrim
Poesia – João Raposo
Poesia – Celeste Pereira
Poesia – Solange Oliveira
Canções – Rolando Amado (disco)
Poesia – David Margarido
Poesia – Elisabete Dente
Poesia – Lucília Meleiro
Poesia – Ângelo Jesus
Canções – GRUPO DE CANTARES ANAC &
Teresa Machado
Poesia – João Pela
Poesia – Mariabia Nunes
Poesia – Maria Cabana
Jograis – Trio «Boa Esperança», Fátima
Arnauth, M.ª José e Francisco Assis
Poesia – Júlio Correa
Poesia – Tita Tavares
Poesia – Fátima Bravo
Poesia – Aline Mamede
Canções – Rolando Amado (disco)
Poesia – Maria Antonieta Oliveira
Poesia – Clara Borges Marques
Poesia – Judite Cavaco
Poesia – Sânzia Henriques
Poesia – António Topa
Encerramento: Trio «Boa Esperança» e
Rolando Amado.
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E a foto?!
Original, de minha autoria. (Vale o que vale!) Em local icónico da Cidade de Lisboa. Adivinhe qual, SFF. Orquídeas?! Só para quem pode! Há lá flor mais bonita que a Poesia?!
Pascoinha: no novo espaço do "Jardim da Gulbenkian"!
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(Na entrada Sudeste do Parque, do Centro de Arte Moderna: frente à saída do Metro de São Sebastião!)
(Série "Que Planta é esta?! XXIII)
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A primeira planta conheço. Pascoinha!
A segunda, não.
Na Grande Cidade!
Um esquilo!
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De Londres… um esquilo!
Num Parque. Não sei o nome. Não me disseram. Não perguntei! Hei-de saber.
Na minha Aldeia e arredores, também haverá esquilos?!
Penso que não.
Já vi javalis, raposas, doninhas(?!), saca-rabos, texugos, gatos bravos (há muitos!), ginetas… Sei lá que mais!
Há muitos javalis. A ponto de se tornarem praga. Precisam ser caçados. Os prazos de caça aos javalis devem ser alargados. E mais liberalizados. Tornam-se perigosos nas estradas. Destroem paredes, sebes e culturas. São uma praga, repito!
Qualquer dia são os lobos que se tornam praga. Se continuarem deixando que proliferem pelos campos, sem os controlarem.
(Mas nada disso interessa, por agora.)
Os esquilos, a modos que, nos Parques de Londres, são comuns.
Não sairão para as ruas, estradas e avenidas? Não interferirão no trânsito?! Não serão praga?!
Não sei e também não me interessa.
Devem ser giros nos parques.
Já li que também há no Parque de Monsanto, em Lisboa!
Pode ser que um dia veja! Só que nunca vou a esse Parque Lisboeta.
Por agora, termino, sem escrever ainda sobre os meus preconceitos, de anos, sobre Inglaterra!
***
Sobre o apagão já haverá conclusão?! Talvez sim, talvez não!
Felizmente, estávamos longe de Lisboa. Terá sido uma grande confusão!
Quem estivesse longe de casa, fechado em carruagens de metro ou de comboio, terá sido cá um “aperto”!
Pouco se tem divulgado sobre essas ocorrências. Também não interessa.
Saúde, Paz... e haja Luz!
***
(Foto Original de DAPL)
Série: "Sabe que planta é XXVII?!"
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Esta rubrica "Sabe que planta é?!" que já vai no XXVII postal registado - agora vem sendo alojada em "Apeadeiro".
Foto tirada ontem, 23/02/2025, numa Rua de Lisboa, junto ao caixote do lixo, onde estava puzzle de "Vidas Glamorosas - Lixosas"!
Como a Vida é simples, despretensiosa, e como as plantas são resilientes às adversidades.
Numa nesga entre duas pedras da calçada vive, sobrevive, este humilde trevo. Até quando?!
Saúde e Paz, que tanta falta faz!
Antologia de Poesia de APP – Associação Portuguesa de Poetas
Como referi em postal de Aquém-Tejo, venho aqui expor alguns aspetos referentes à Antologia do ano passado - 2023
Nela participaram 53 Associados, nos moldes habituais.
Coordenação: Maria Graça Melo
Revisão e Capa: Carlos Cardoso Luís, que assim exprime mais uma das suas facetas artísticas – artes plásticas.
Impressão: Print “on demand”
Edição. APP – Associação Portuguesa de Poetas, fundada a 3 de Abril de 1985.
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Quero agradecer e felicitar a todos os Participantes Associados – Poetas e Poetisas. Deste modo, cooperativamente, conseguimos editar alguma da nossa Poesia e levarmos a vários Leitores o produto da nossa inspiração e labor poéticos. Divulgando e espalhando a nossa Arte Poética!
Especialmente grato à Direção da APP, à Coordenação, Edição, Revisão e Autoria da Capa. Sobre este último aspeto, nomeio – Carlos Cardoso Luís – que fisicamente já não está entre nós, mas assim deixa documentado mais um testemunho do seu estro multifacetado. Obrigado a todos, pelo trabalho desenvolvido em benefício de todos nós. Ao Carlos, obrigado e que esteja em Paz!
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Como costuma ser habitual neste modelo de Antologias, com participação de vários Autores, na página anterior ao(s) Poema(s), de cada um, vem uma pequena “Biografia”. Mais ou menos desenvolvida, englobando uma página A5 – é esta a estrutura do livro editado – é de responsabilidade do Poeta ou Poetisa, que, nela explana, o que considera relevante.
Sequenciando esta “Biobibliografia”, o/s texto/s poético/s de cada Autor.
Nesta Antologia, a ordenação não foi feita alfabeticamente. Em devido tempo, fiz essa sugestão à Direção da APP e à Coordenação. Mas não foi aceite.
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Participei com:
“3 Quadras Vagabundas! Errantes em Dia Mundial da Poesia!”
“Maios: Liberdades de Abril!”
“Vou contar-lhe um segredo! Menino que não gostava de tomar banho!”
“4 Quadras Campestres”.
(Não sei se já foram publicados nos blogues, se só alguns poemas. Verei!)
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Lembrar que, amanhã, será apresentada a XXVIII Antologia APP, deste ano – 2024.
Votos de excelente realização poética: Tertúlia mensal da APP, na Sede – Lisboa (Olivais).
Hoje é daqueles dias em que não faltarão assuntos sobre que opinar.
Mas propus-me escrever algo sobre a “Tragédia de Valência”!
Bem sei que o assunto já vai estando esquecido – esse é o mal – que outros temas, mais mediáticos, surgiram nas agendas. (Mas eu não gosto, nem sei surfar!)
Sobre o que quero escrever, vou reportar-me, inicialmente, à minha Aldeia. Parafraseando o célebre “ditado”: “O Mundo é uma Aldeia e uma Aldeia é um Mundo”!
A minha Aldeia fica situada numa colina, altitude média 249 metros. Ponto mais alto, final da Rua do Saco: 250 m.
A norte da localidade, passa a célebre Ribeira de Cujancas – célebre, porque já escrevi sobre ela várias vezes. Ribeira que é Ribeiras. Porque tem muitos nomes/designações, quando passa junto da Localidade. Junto à Ponte e Ribeira das Pedras, a 200/300 metros da Aldeia, a respetiva cota será de 210/220 metros de altitude.
Esta “Ribeira” passa, simultaneamente, perto e longe da povoação.
Perto, porque se chega fácil e rapidamente à Ribeira das Pedras, para ver as cheias. Longe, porque, quando estas ocorrem, nunca a água chega ou chegará à Aldeia. Só se houver – algum dia – quem sabe(?!) um Dilúvio Universal!
Mas, as cheias acontecem!
A última ocorrida foi em Dezembro de 2022. Em vez de uma, foram duas: a 13 e a 20! Presenciei. Fotografei. Observei a força e o poder das águas. E documentei.
Mas antes houve outras. Pessoas sábias deixaram assinaladas as datas: em 1941 e em 1959. Talvez para lembrar e não esquecer! Desta última, lembro-me. Foi a que destruiu os muretes da ponte da Ribeira do Salto.
A Mãe também me falou que houve outra grande cheia, em Janeiro de 1975. Mas desta não me lembro. À data, não estava a viver na terra. Estava em Lisboa.
(Não sei se houve mais alguma grande cheia neste intervalo de 1975 a 2022.)
Interessante que, em Janeiro de 2022 – longe de imaginar o que aconteceria em Dezembro – não tenho esse poder de adivinhação – eu fora limpar a pedra granítica onde estas datas estão registadas. Para permitir a visualização desse esboço epigráfico. Testemunhar o Património Material e Imaterial da Aldeia, que é constituído de memórias e lembranças. E as cheias são uma delas.
Mas só se lembra das cheias na ribeira da sua aldeia?! Perguntar-me-á, o/a Caro/a Leitor/a.
Também me lembro de ouvir contar sobre as cheias de 67, lá para Lisboa. (Mas, nessa data, estava a milhas da cidade!)
E, regularmente, nas “Cheias do Ribatejo”, quando as havia! E nas cheias da Ribeira, no Porto! E, nas do Mondego, quando elas eram cíclicas…
E, de tantas outras, em tantos lados e lugares, por esse mundo fora… Que acontecem todos os anos.
E, agora, destas de Valência! (…)
«O Percurso Interior das Palavras»
*** ***
«Meu Canto»
«Sigo
o percurso interior das palavras
e o rio da esperança
das águas de todo o ano.
E gritam:
deixa o Dom Quixote
que tens dentro de ti,
larga a lança
que investes
contra moinhos de vento.
Ouço,
respiro fundo
e persisto.
Sigo o percurso interior
das dores do mundo
e o rio de fogo,
do ânimo,
nas asas do sonho
abertas ao vento.
E gritam:
deixa o voo de Ícaro
que tens dentro de ti,
vê a cera derretida
no pó da frustração,
do rasto sem sentido.
Ouço
respiro fundo
e persisto.
Persisto, porque acredito
que o terreno do homem
nos passos da vida,
não se limita ao espaço,
exíguo,
onde se move Sancho Pança,
nem se constrói
nos olhos do ódio
na baba hiante,
na raiva incontida
e no argênteo atropelo
da ambição desmedida.
Persisto.
Não sou herói
nem santo,
mas não desisto.
Não apago a minha voz
e persisto.
E com as mãos,
ambas,
moldo o barro
das pegadas
que deixo marcadas
no chão do caminho.
E nas palavras
que lavro,
nas linhas que escrevo,
deixo o eco e a voz
deste meu canto.
In. “O Percurso Interior das Palavras” – pp. 13 e 14
Poemas de Rogélio Mena Gomes
Ilustração de Susana Veiga Branco
*** *** ***
(Livro interessantíssimo: um Poema – uma Ilustração ou uma Ilustração – um Poema?!)
Revejo-me bastante neste Poema que apresentei supra.
Parabéns, Rogélio. Parabéns, Susana Veiga Branco.
Caro/a Leitor/a, fixe esta data: 14 de Maio de 2024. S.F.F.!
Ah! Bem sei.
Foi nesta data que foram decididas 3 grandes Obras a concretizar:
Aeroporto em Alcochete.
Nova e 3ª Ponte no Tejo, na Grande Lisboa.
E TGV de Lisboa a Madrid, em 3 horas!
Mas... desculpe-me, SFF!
Estas Obras não vêm sendo prometidas, de realizar, há dezenas de anos?!
(... ... ...)
E não só, Caro/a Leitor/a
Foi neste dia que a "Gatinha Marinete" resolveu, finalmente, apresentar os seus rebentos!
Também são três!
Mas, por enquanto, só consegui tirar-lhe foto com um dos filhotes.
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Veremos se conseguirei tirar mais alguma foto, hoje.
(Sobre os gatos no quintal ainda desenvolverei mais o tema.)
(...)
São mais 3 bocas para alimentar!
(Como as "Grandes Obras" também serão um sorvedoiro de dinheiro.)
Caro/a Leitor/a,
Conhece, por aí, Alguém, alguma Alma bondosa, que queira adoptar os gatinhos?!
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