Árvore de Natal 2025!
Casa Museu Aldeia da Mata
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Feliz Natal!
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Casa Museu Aldeia da Mata
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Feliz Natal!
Se fosse vivo, faria 99 anos!
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Ilustro com uma imagem do Vale de Baixo, propriedade que o Pai e Mãe compraram, em 1974, ao Sr. Gouveia.
O Pai haveria de gostar de ver. O terreno lavrado. A direita, o Eucalipto plantado pelo Pai. Antecedido de uma Oliveira centenária, em que tantos anos terá ripado a azeitona.
Ao centro, certamente nunca viu, o Choupo, agora no amarelo outonal, que eu plantei há pouco tempo. Relativamente!
Descanse em Paz, Pai!
Que pouco descanso teve em Vida!
Feliz Natal, a quem ler este postal.
Não resisto a publicar este excerto...
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... do azulejo apresentado em Aquém Tejo!
Um triângulo com a base no Céu e o vértice na Terra!
A doçura e encanto dos anjos, espetadores divertidos da Cena. A Pomba iluminando a serenidade compassiva da Virgem!
E este simples quadro imaginário, no contexto da parede, esvaziando-se da cal, na voragem e incúria do tempo.
Fica a mensagem anunciadora de um futuro Nascimento!
Feliz Natal!
Haja Luz, que a escuridão é ignorância!
Sim!
A minha Aldeia da Mata também teve, e tem, direito a enfeites natalícios nas ruas.
Pena não apresentar fotos, mas, como tenho vindo a esclarecer, estamos interditados de editar fotos nos blogues. Atingimos o limite permitido.
Ficamos todos a perder, porque não vemos os adereços colocados nas “ruas principais” e no “centro” da Localidade. No “resto” não!
A Rua Larga – para mim a mais importante – não tem?! E isso que importa?!
Bem que poderia ter. Ao centro, entre as casas das Primas Constância e Rosária, que são bem altas para permitirem um arco. Fica a sugestão para próximo ano.
Também poderia haver um enfeite, a meio da Rua de São Pedro, onde esta confina com a referida Rua Larga. Não tem?! Fica a sugestão para próximo ano.
Todas as localidades deste nosso Portugal, atualmente, disporão de luzes natalícias. Digo eu, ou imagino, que não visitei o país todo.
A Cidade de Régio, do Alto Alentejo, tem uma Árvore de Natal bem sugestiva, no Rossio.
Bonita, estilizada, simbólica. Deveras! E outros adereços, mais ou menos icónicos, espalhados pela Cidade.
A minha Aldeia também tem um presépio, tal como no ano passado.
Na Igreja também há um presépio, que não fui ver. Há sessenta anos, participava nesse trabalho. Giro era ir apanhar os musgos para a Fonte do Salto e a Ribeira estar congelada!
Casas particulares, na Rua Larga, também têm presépio. Luzes nas janelas. Ícones de Natal, originais, nas portas.
Faltam as coroas, na porta da Casa – Museu, que, este ano, o autor não teve vagar, nem paciência, nem disposição. Ficámos todos a perder?!
As “Luzes de Natal e Ano Novo” são sempre muito bonitas, embora se repitam por todo o lado. Originais – relativamente – as da bela Vila de Nisa!
Sobre idiossincrasias natalinas refiro também a das renas do Pai Natal!
Pirosice, por demais, é, quando, nalgumas lojas, supermercados, centros comerciais e afins, as empregadas compõem o penteado com os corninhos das renas!
De livre vontade ou imposição?! Acho o máximo de mau gosto! (Por corninhos, nos basta a menção do tal, que nós sabemos, na Assembleia da República!)
E sobre Natal e Ano Novo e luzes… Que, no próximo ano, na minha Aldeia, distribuam as luzes mais pela periferia e menos pelo centro.
E não se esqueçam de pedir à EDP para instalar duas lâmpadas nas Azinhagas: entradas da Fonte das Pulhas e da Fonte do Salto. Os postes já lá estão!
Seria uma bela prenda de Natal e Ano Novo!
(Haja Luz, que a escuridão é ignorância!)
E comam o bolo-rei! Que já não tem nem prenda nem fava!
... e um intruso!
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Tal como no postal de "Aquém-Tejo", também não tenho a certeza absoluta que esta planta também seja Frésia.
Esta tem a particularidade de ser bem bonita, nas suas três cores: vermelho, preto e amarelo. Bastante atrativa. Que o diga o "escaravelho" que por ali aterrou!
A foto é de 24/03/24. E as flores estão no "Quintal de Cima". A planta foi para aí trazida, através de um exemplar proveniente da Serra de Portalegre, de uma espécie de aterro, junto ao Cabeço das Antenas. Numa das últimas passeatas que realizámos pela Serra. De quando tinhamos oportunidade de realizar passeios pedestres pela Serra. Terei de ver quando foi. (Confirmei através das ligações que apresentei anteriormente: Abril de 2021. Ainda estávamos mais ou menos em "pandemia"!)
Os campos estão floridos e verdejantes, Tem chovido bastante neste final de Março, já Primavera, mas bastante invernosa. Vento, chuva, frio. Neve, nas terras altas.
A chuva faz sempre falta!
A Páscoa está a ser bastante molhada. Lembra-se como foi o Natal?!
Há um ditado que diz mais ou menos o seguinte: "Natal na rua, Páscoa em casa".
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Daqui: da minha Aldeia Natal!
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Este cantinho - “Apeadeiro da Mata” - também tem direito a um Postal Natalício.
Ademais, ilustrado com bonitas fotos da minha Aldeia Natal!
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Votos de Festas Felizes para Visitantes, Leitores deste blogue. Para Conterrâneos. Para Amigos e Familiares. Para Associados dos vários Grupos Poéticos: APP – Associação Portuguesa de Poetas, CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia, Mensageiro da Poesia; “Momentos de Poesia”, SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.
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A todos, um Santo e Feliz Natal!
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(P.S. - A menina Marinete e o tio Gil também se associam aos Votos Festivos!)
(A 1ª e última foto são de 13/12. As outras de 15/12. Todas de minha autoria.)
Saúde e Paz!
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Na porta da Casa-Museu Aldeia da Mata.
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Reconheço que esta “Árvore de Natal” foge um pouco aos parâmetros habituais.
Mas se observar com atenção, na estrutura apresentada estão os elementos fundamentais, alguns simbólicos, das componentes de uma “Árvore de Natal”.
A base estrutural assenta numa forma bidimensional triangular. Se fizermos um corte longitudinal num pinheiro, não será essa a forma geométrica que obtemos?!
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É quase exclusivamente construída com elementos naturais. Ou reciclados.
Os enfeites produzidos artificialmente reportam-nos para a sinalética das prendas natalícias: fitinhas dos embrulhos, pequenos acessórios, lembrando pequenas prendas, os chocolates de antigamente… (Não ia colocar ratinhos, pais Natal, bombons, expostos na rua… e às inclemências do tempo!)
Os adereços naturais são de plantas autóctones: base – folhas de loureiro; um patamar com murtas frutificadas.
E frutos – bagas vermelhas - do espinheiro
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No topo da Árvore, novo elemento natural: uma pinha de pinheiro manso. Lá está o pinheiro!
As fotos documentam o trabalho efetuado a 8 de Dezembro.
No dia 10, concluí e coloquei também uma “Coroa de Natal”!
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(Mantive a Cruz simbólica, feita de ramos de alecrim, associada ao "Domingo de Ramos".)
E, a propósito de Cruz, sabe como se designa a Cruz inserida no dístico da Casa Museu?!
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Um conjunto de fotos sugestivas e evocativas desta quadra natalícia.
O Nascimento. O desvelo, o Amor maternal!
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Em locais, onde, na infância, íamos recolher musgos para o presépio, na Igreja Matriz.
Será que ainda se faz o Presépio na Igreja Matriz?! (Não sei de todo.)
Imagens em tapadas limítrofes da Tapada do Rescão, na margem esquerda da Ribeira do Salto.
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Ruínas de um antigo castelo?!
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Colossos pétreos de gigantes ancestrais?!
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No imaginário infantil, todos os sonhos eram possíveis, perante o que desconhecíamos. Podíamos “navegar” em mundos ancestrais ou futuristas…
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Um Natal Feliz para todos/as Conterrâneos/as!
Muito particularmente para Si, Caro/a Leitor/a, que tem tido a amabilidade de nos acompanhar neste percurso de postais, neste “Apeadeiro da Matta”. Saúde e Paz!
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Que raio de nome para Cão!!!!
E a Cadelinha?!
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Tareca!
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Nome a condizer.
Fotos tiradas no dia da “Grande Cheia” – 20 de Dezembro de 2022.
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No Caminho para a Fonte do Salto, junto à horta do Primo Valério. Que já cá não está. Será que a água entrou na casa?! Até parece que sim.
Dono dos Cães?! Um Amigo dos tempos da Escola Primária e da Admissão.
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Para si, Caro/a Leitor/a que nos acompanhou até aqui, Votos de Feliz Natal e Excelente Ano Novo!
Vamos ter Presépio?!
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Este carrinho de mão cheio de musgos resultou do trabalho da Prima Maria Constança e da menina Catarina. Foram apanhá-los para o Caminho do Porcozunho.
Haveremos de ver o presépio.
Feliz Dezembro!
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