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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

28
Ago25

Conhece este gatinho?! Mais uma foto para o Instagram!

Francisco Carita Mata

Conhece, certamente.

É o célebre, valente, resistente, Gato Gil!

20250827_184955.jpg

Em poses instagramáveis, muito peculiares!

20250827_184919.jpg

Nesta 2ª foto, percebe-se que lhe falta a perna e o pé, traseiro, esquerdo. Só tem o coto correspondente  à anca e coxa.

Resultado de ter ficado preso numa armadilha, em Outubro de 2023.

(Pensava que fora um acidente casual e aleatório.)

Recentemente, fiquei a saber que não será algo fortuito. É propositado!

Um tipo mata os gatos! 

***

Dir-me-á, e com razão, que há por aí quem ande a matar e mandar matar Pessoas!

Infelizmente, bem verdade!

Saúde e Paz!

 

26
Jul25

Gato Branco, na Rua.

Francisco Carita Mata

Numa Rua, com jardins e flores, junto ao Hospital.

(Na Cidade de Régio.)

20250719_204200.jpg

(Na mesma Rua, onde tirei a foto do vaso com rosas vermelhas.)

Digam lá, se não é por demais sugestivo?!

Sugestivo ou sugestiva: Não sei se é gato ou gata!

Perplexo/a?!

Perante as adversidades do mundo dos humanos?!

Tanta guerra sem sentido, invasão de países soberanos, massacres, genocídios...

Quem ganha com as guerras? Porque não promovem a Paz? Porquê tanta intolerância?

Saúde e Paz, que tanta falta faz.

 

20
Jul25

Falsa vinha em valsa noturna!

Francisco Carita Mata

Na bela e notável Vila de Nisa!

20250718_220108.jpg

Bem perto dos locais das "Festas de Nisa" e da celebérrima "Valquíria"!

(Fica tudo perto. Lá está o contraditório. Nem tudo é mau no centralismo! Tudo perto, fica mais à mão. Até se pode ir a pé!)

Renovados votos de Saúde e de Paz, que tanta falta faz.

Nisa, Chamiço, Carita.

idem...

11
Mar25

Crónicas de Beja (IV) – Março 2025!

Francisco Carita Mata

Degradação do Centro Histórico e Problemáticas dos Imigrantes!

20250308_163307.jpg

A foto…

Conhece o edifício, Caro/a Leitor/a?!

Pois, é o imóvel da antiga delegação do Banco de Portugal!

Como a maioria das delegações de Bancos, por esse País afora, foi desativada. Em Portalegre, também. Funcionam serviços das Finanças. Em Beja, o edificado parece querer tomar o aspeto de muitas casas, palacetes, igrejas, do Centro Histórico da Urbe. Degradar-se. Muitos edifícios, deduzem-se de importância, vão-se destruindo. Civis, religiosos, públicos, privados. É cirandar, e ver!

Tanta falta de casas e tantas casas ao abandono! Não é só em Beja. É um pouco por todo o país. Que se vai deteriorando: por cidades, vilas e aldeias. Mas, em Beja, é praticamente todo o Centro Histórico!

Nesta Cidade, como um pouco pelo Alentejo, muitas construções perderam as respetivas funcionalidades, o valor de uso. Não lhes atribuíram outras funções e vão-se degradando. Atestam, muitas delas, marcas de uma grandeza passada, que se extinguiu. Mas as casas, principalmente, podem, devem e precisam ser reconvertidas em novas habitações. É urgente que, quem pode e manda, diligencie e equacione nesse sentido. E há tanta gente de valor, no nosso Alentejo, e fora, que é capaz de operacionalizar, deixando-se de questiúnculas que não levam a nada.

Mas é o País que temos!

(Um parêntesis, sobre este aspeto. Quem viajar pelo nosso Alentejo observa, em quase todas as Vilas e Cidades, especialmente junto das antigas linhas de caminho de ferro e respetivas estações, os célebres silos de cereais. Que novas funcionalidades poderão ter esses edificados monumentais que marcam, atestam, memórias de tempos ainda relativamente recentes, em que o “Alentejo era o Celeiro de Portugal”?!)

O fim de semana, passado na Cidade, antiga “Pax Julia”, apesar do tempo não ter ajudado, deu para passear, mironar, observar, vivenciar.

Praticamente só estivemos no sábado “Dia Internacional da Mulher”! Aí, observámos uma manif à moda antiga. Já não via também há alguns anos! (Tirei fotos e fiz vídeo. Talvez consiga editar foto.) Slogans habituais. Triviais?! “Pão… Paz…” Não falavam na Habitação! Também o pessoal que por ali ia, atrás dum rancho de bombos, tem certamente casa. E, por outro lado, na Cidade o que não faltam são casas, palácios, palacetes, igrejas e conventos… Muita, muita coisa abandonada, é certo, mas casas não faltam!

Também o que não falta, percorrendo ruas e ruelas, praças e pracetas, é pessoal da estranja! Não sei se por ser sábado, se pelo dia chuvoso, o que mais se viam eram pessoas de origem indostânica e africana, calcorreando a urbe, de um lado para o outro.

Normalmente sós ou em pequenos grupos, quase exclusivamente homens. Não sei mesmo se vimos alguma mulher! Com casa? Sem casa? Com trabalho? Sem trabalho? Legalizados? Ilegais? … Tantas questões a saber e tantas problemáticas a resolver.

Estes dois aspetos são questões a equacionar resolução:

Degradação do Centro Histórico e Problemáticas Sociais dos Imigrantes.

(Darão “pano para mangas” a futuros Autarcas.)

Crónica I

Crónica II

Crónica III

 

17
Fev25

O Zé Gomes morreu!

Francisco Carita Mata

O Zé Gomes morreu! Disse-me ontem, a minha Mãe.

O Zé Gomes era do meu tempo, da minha geração, embora fosse dois anos mais velho.

Coincidimos na Aldeia, na infância e na adolescência.

Na infância e adolescência, anos 60/70, morava na Rua de São Pedro, na casa que já era dos avós maternos, frente ao final da Rua Larga. O começo desta Rua é o Largo do Terreiro, onde a mãe do Zé, a senhora Guilhermina, tinha uma loja, frente à do senhor João. Duas lojas icónicas na Aldeia.

O pai do Zé era o senhor Guilherme: Guilherme e Guilhermina.

A loja era de mercearias, artigos alimentares, guloseimas, carnes de porco variadas. O senhor Guilherme tinha muita iniciativa. Lembro-me de ter moagem, transportava mercadorias diversas, iniciou a venda de frangos, venda de fruta e hortaliças a granel, de gelados: Olá / Rajá! Tinham salsicharia. Faziam os enchidos na casa da sogra. Comprava os porcos aos vários habitantes da localidade, faziam a matança e preparavam a carne para venda. Nos anos 60/70, quase todos os habitantes da Aldeia criavam o seu porquito.

O Zé Gomes tinha, assim, acesso a bens alimentares, de que não dispúnhamos com tanta facilidade. Também era mais encorpado, anafado.

A Rua Larga, desde o Largo do Terreiro até à Rua de São Pedro, era um mundo. E o Mundo! Casas habitadas, diferentes gerações: velhos, novos, crianças, miúdos e miúdas. Ricos, pobres, remediados. Gente de trabalho: homens e mulheres. Profissões do campo, pequenos agricultores, alguns profissionais por conta própria.

A meio da Rua, ao alto, morava a senhora Júlia. Era, assim a víamos, madrinha do Zé Gomes. À hora de lanche, especialmente em férias, ouvia-se a senhora Júlia, a chamar o Zé, que estaria no Largo ou na loja da mãe: Zé Gomes… Zé Gomes…

E lá ia o Zé, na Rua Larga, a caminho da casa da madrinha Júlia!

E que ia fazer a casa da madrinha?!

Em breve saía, na mão, uma valente sandocha de papo-seco, apertando uma omelete de ovo e chouriço. Saía, comendo, para o Largo, em frente à loja da mãe ou do senhor João. Anafando! Encorpando!

Fomos colegas nas aulas do Padre José Maria, no 1º ciclo. Eu no 1º ano e ele no 2º. À data,1965/67, era assim que se se designavam esses dois anos de escolaridade, não obrigatória.

O Padre Zé Maria lecionava as disciplinas correspondentes a este ciclo de estudos. Preparávamo-nos para irmos fazer exames finais no 2º ano, ao Liceu Nacional de Portalegre, onde estávamos matriculados como alunos externos. Era um modo de ensino particular, privado. Pagávamos, obviamente. Mas ficava mais barato do que se fossemos estudar para Liceu ou Escola, tendo de ficar a residir na Cidade, pagando alojamento e alimentação. Foi um modelo de ensino que funcionou, de que eu tenha conhecimento, pelo menos nos distritos de Portalegre e Castelo Branco, ligado à Diocese. Este modelo valeu a dezenas, centenas de jovens, permitiu-lhes acesso a educação formal escolar, que de outro modo não teriam. E muito bem preparados!

Também havia a preocupação de nos proporcionar preparação global, para além das disciplinas sujeitas a exame. Tínhamos também aulas de Educação Física. Os jogos eram fundamentais e, nestes, os jogos tradicionais. Praticávamos no adro, em volta da Igreja.

Um dos jogos praticados era o “Jogo do eixo”. Também lhe chamávamos “jogo da anteira”.

Numa das vezes que jogámos, o colega Zé Gomes, que ia à minha frente, em vez de se baixar, para eu saltar, levantou-se. É claro que eu estatelei-me no chão, à frente dele. Bati e parti a testa na terra dura. Desmaiei! Nunca mais joguei ao eixo.

Também nunca cheguei a perceber porque é que ele se levantou.

Nunca me lembro de lhe ter perguntado! Também já não vou perguntar!

Que a Alma do José descanse em Paz! RIP!

***   ***   ***

Também era Benfiquista! Mas ferrenho! (Não sou!)

 

16
Fev25

Cremação: Sim ou Não?!

Francisco Carita Mata

20250213_180619.jpg

Em tempos, escrevi estes postais no blogue Aquém-Tejo:

Cremação.

Cremação: Que destino dar às cinzas?

Continuo pensando que é uma alternativa muito válida para a situação em causa.

Aliás, é cada vez mais utilizada, tanto nas grandes cidades, como por todo o país, pelo menos nas regiões que conheço. Nas grandes cidades, com a falta de espaço, julgo ser metodologia indispensável. Ignoro, se será ou não poluente.

(Interessante que o postal "Cremação: que destino dar às cinzas" é um dos mais visualizados no blogue "Aquém-Tejo", desde que foi publicado, em 19/04/2017. Há quase oito anos!)

***

Também tinha destinado que fosse essa a metodologia que se me aplicasse, quando chegasse o "Dia e a Hora". Chega a todos, como todos sabemos!

Todavia, na última semana, tive assim uma espécie de "clique". Um "insight" - revelação repentina! Uma nova percepção, introspeção, sobre o assunto pessoal.

No que se me diz respeito, pessoalmente, quero que se proceda, pelo modo tradicional.

No Cemitério da minha Aldeia há muito espaço. Aliás, o meu querido e saudoso Pai comprou duas campas. Aquela em que ele está, que ele comprara para a minha Avó Carita e a do meu Padrinho, e seu Irmão, Joaquim Carita. Há espaço suficiente para a Família.

Concordo que cada Pessoa e cada Família proceda como pode e entende. Que cada um sabe de Si. 

No que a mim - pessoalmente - diz respeito, mudei de opinião, face ao que vinha defendendo nos últimos anos.

Isto tudo se a Vida correr normalmente. Em Paz e em Saúde.

Que eu vejo o Mundo à beira de um descalabro, de uma hecatombe, que nem sei!

Tantas guerras sem sentido, altamente destrutivas, na iminência de se alastrarem! Gente nos destinos do Mundo, que assusta! E a palavra PAZ, tão pouco invocada. Só se fala em guerra, guerra... guerra...

E a Saúde?! Estamos livres de sofrer nova epidemia ainda mais mortífera que a que vivemos em 2020?! Que não acabou! Que o vírus continua por aí, a fazer das dele!

Desculpe-me, Caro/a Leitor/a, hoje - ademais Domingo - deu-me para isto!

(Tem havido uma série de mortes, mais ou menos (in)esperadas, entre familiares e amigos.)

Saúde e Paz!

(Foto original, de 13/02/2025, no Miradouro da Porta do Crato - Cidade de Régio!)

 

31
Dez24

Feliz 2025!

Francisco Carita Mata

Com Saúde e Paz!

Para todos e todas: amigos e amigas, conhecidos e conhecidas, conterrâneos e conterrâneas, familiares, leitores e leitoras - deste Blogue.

Este postal é o único que escrevi, em "Apeadeiro", neste mês de Dezembro de 2024. Por isso mesmo, não quero deixar de publicar um, ainda que apenas um, postal neste blogue tão especial.

Sem fotos! Que ainda estou interditado de publicar fotografias!

Ainda tentarei fazer ligações para outros postais em que editei imagens.

Votos de Felicidades, de Saúde e de Paz!

(Um dia, ainda explicarei porque insisto habitualmente no slogan: Saúde e Paz!

Um dia que tenha oportunidade.)

29
Fev24

Passo, por aqui, só para dizer “Olá”!

Francisco Carita Mata

Rosa Salmão. jan.24. Foto original.

Caro/a Leitor/a

Há imenso tempo que não escrevo nos blogues. Em “Aquém-Tejo”, ainda escrevi em Fevereiro. Mas, no “Apeadeiro”, não escrevi mesmo nada.

Por isso aqui estou hoje. Só para dizer “olá”! E desejar tudo de bom. Com muita Saúde e Paz!

A última vez que publiquei foi sobre a casa que ruiu na Rua Larga nº 96.

Pois, saiba o/a Caro/a Leitor/a que está tudo na mesma. Nem faço comentários.

Ilustro o postal com uma linda rosa salmão. Do “Quintal de Cima”, de 13 de janeiro de 2024.

Muito Obrigado pela atenção. Muita Saúde e Paz!

15
Out23

Um postal que não gostaria de escrever… (Gatos do Quintal - XVIII)

Francisco Carita Mata

Mas que vai ter de ser escrito!

Gil. original 04.03. 23

Gatos do Quintal XVIII – Crónica de tristeza e desalento!

Gil. original 14.03. 23

Não gostaria de escrever, porque encerra duas notícias desagradáveis.

Gil. Original. 07.05.23.

O gato Gil, um dos protagonistas que deambularam por estas crónicas sobre “Gatos do Quintal” anda desaparecido há oito dias! O que, dado o historial dos irmãos – Ricardina, em Julho e Bart, em Abril – não mais aparecerá.

E, não aparecerá, porquê?! Presume-se, deduz-se que terá morrido!

Mas de “morte natural”?! Duvido completamente. O mais certo é ter sido morto.

Propositadamente?! Provavelmente não! Alguma armadilha colocada nos campos, para “apanhar” outros bichos. E, os gatos… exploradores e curiosos como são, nelas terão caído.

Isto é o que eu imagino. Que não sei nada sobre o assunto. Não vi. Não sei! Mas que as há, há!

Mas este é já o terceiro gato que desaparece! Dos quatro irmãos, apenas resta Mi-Dú e os dois filhos: Du-Dú e Riscadinho, sobrinhos duplamente de Gil!.

E esta é necessariamente a segunda notícia desagradável: Quem terá armadilhado?!

(Não vou escalpelizar mais o assunto. Ponto final.)

Gil e sobrinhos comendo. original. 28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos! A desenvoltura, a sofreguidão na comida, o afago e simpatia que demonstrava sempre, apesar de lhe chamar “chato”, a companhia que fazia, uma presença tutelar, de guarda, enquanto eu cirandava no Chão ou no Vale. A correria, a subida às árvores a mostrar as habilidades, o instinto caçador, catando, espreitando, atento ao menor ruído e movimento. Lá que caçava pássaros, lá isso apanhava; talvez até os ninhos, é provável; também as lagartixas, nunca mais se viram! Mas também ratos, nunca mais houve nos quintais, nem no palheiro. Cobras também, mas pequenas. Que caçadora de cobras como nenhum, era Ricardina – heroína!

Mi-Dú sempre foi mais recatada. É mais maternal. Julgo que andará novamente de bebé! É para povoar o espaço. Que, agora, só ela e os filhotes.

Gil, Mi-Dú, Du-Dú, Riscadinho. Original. 28.09.23.

Destes, Du-Dú tenta imitar o tio Gil, mas ainda não consegue. Esperemos que se afoite mais e me acompanhe nas passeatas. Também ainda não é adulto. Estará nos cinco meses.

Gil e Du - Dú.  28.09.23.

Mas que sentimos a falta de Gil, lá isso sentimos!

Gato GIL. Foto original. 24.09.23.

É uma sensação de perda, de algo que falta, situação que eu julgaria completamente improvável, há dois anos (2021)! Mas a Vida é uma constante aprendizagem e nada é a preto e branco. Tudo muda e há imensas cambiantes na realidade em que vivemos e que nos cerca.

Neste Mundo atroz, em que as guerras, a destruição, imperam, às mãos dos homens entre si. Que importância tem um gato ser morto, provavelmente numa armadilha?! Mesmo que tenha nome de explorador: Gil (Eanes)!!!

Termino esta crónica desalentada sobre gatos. Para não falar da desumanidade dos seres humanos. Que se matam estupidamente e que destroem tudo o que constroem em guerras atrozes, em que milhares de inocentes morrem, são sacrificados… em nome de quê??!!

*******

Fotos Originais, de minha autoria, para o bem e para o mal! Todas de 2023.

4 Março: Gil, descansando no Caminho.

14 Março: Gil, vigilante, desperto por algum ruído.

07 Maio: Gil, seguindo-me, apanhando-me na passeata.

28 de Setembro: Gil e sobrinhos.

28 Setembro: Gil, a irmã e os filhos desta, seus sobrinhos.

28 Setembro: Gil e sobrinho Du-Dú.

24 Setembro: Gil, deitado, numa postura que lhe era muito peculiar, esfregando-se na areia.

 

 

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