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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

12
Ago25

Rua do Saco: Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

(Aldeia da Mata - Alentejo - Portugal)

Um poema de António Falcão da Costa e fotos minhas.

***

«Poema dedicado à Rua do Saco»

20250807_181138.jpg

«A rua do Saco sempre a cantar

Era o celeiro das raparigas

Tudo tem vindo acabar

Já não há rapazes já não há raparigas

 

Rua do Saco sempre a marcar

Com gente muito boa

Com tantos grupinhos a dançar

Fazia a festa e batia palmas a ti, Baloa

 

Rua do Saco com pessoas de muita gentileza

Pessoas sempre de mãos dadas

A caminho da loja da senhora Maria Teresa

Que facilitava muitas coisas fiadas

 

Rua do Saco, nada, nada faltava

O ti Saboga a vender o pão

Era uma rua que marcava

E o Pelado com suas bailaradas no seu Salão

 

Palavras de verdade

Nas pedras ficou gravado

Os passos da mocidade

Que passeavam com seus pares de braço-dado»

***

20250807_181039.jpg

(Uma porta peculiar na Rua do Saco)

E o nome atual da Rua do Saco:

20250807_181242.jpg

(A 1ª foto ilustra o porquê de terem batizado a Rua do Saco de Rua das Curvas.)

***   ***   ***

Postal publicado em mais um dia de calor extenuante. De fogos matando este desequilibrado País, lentamente. De guerras absurdas, sem final à vista. De massacres de inocentes, que Herodes há muitos, por este Mundo desgovernado!

Saúde e Paz.

22
Jul25

7 Quadras Tradicionais!

Francisco Carita Mata

l“Um Património Colectivo a Preservar”.

20250622_095503.jpg 

A alegria de uma mãe

É uma filha solteira

Casa a filha, vai-se embora

Vai-se a rosa da roseira.

 

A terra rebate a terra

E a terra rebate o homem

A terra é que nos cria

E a terra é que nos come. ***

 

Ao meu pai peço desculpa

Se me puder desculpar

Quero ir a correr mundo

Quero a casa abandonar.

 

Cantei uma, cantei duas

Com esta já são três

Canta lá ó rapariga

Que agora é a tua vez.

 

Deixa-me ver se ainda sei

Minha cantiga cantar

E os pontos que escolhi

Se ainda os sei juntar.

 

Eu bem sei que sabes, sabes

Eu bem sei que sabes bem

Eu bem sei que sabes dar

O valor a quem o tem.

 

Felicidade encontrada

Vela à noite na mão

Basta um ventinho de nada

E estamos na escuridão.

 

In. “Quadras Tradicionais (e não só) – Um Património Colectivo a Preservar”

Deolinda Milhano

(Pag.s 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56)

20250624_134255.jpg

Notas e Questões Finais…

*** O meu Pai também dizia esta quadra, dizendo home – em vez de homem – como, tradicional e oralmente se dizia, no Alentejo. E também para rimar.

7 Quadras de 7 páginas de números múltiplos de 7!

E porquê 7?!

 

07
Mai25

Poesia: Lisboa – Maio 2025

Francisco Carita Mata

TERTÚLIAS de POESIA

20250504_151510.jpg 

CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia 

8 de Maio, 5ª feira, às 15.30

Bar da Casa do Alentejo

(pela primeira vez.)

***

Contamos consigo!

Um grande abraço:

Maria Olívia e Rolando Amado Raimundo

***   ***   ***

TERTÚLIA POÉTICA AMÉRICA MIRANDA


10 de Maio de 2025, às 16:00 horas

«CENTRO CULTURAL FRANCISCANO»

 

PROGRAMA – Versão Final:

Abertura – Voz da América (disco)
Hino – Bocage Sonhador
Apresentadora – Fátima Arnauth
Poesia – Lúcia Pedrosa
Poesia – M.ª Otília Henriques
Poesia – Guida Machado
Canções – José Gonçalves (disco)
Poesia – Conceição Cotrim
Poesia – João Raposo
Poesia – Celeste Pereira
Poesia – Solange Oliveira
Canções – Rolando Amado (disco)
Poesia – David Margarido
Poesia – Elisabete Dente
Poesia – Lucília Meleiro
Poesia – Ângelo Jesus
Canções – GRUPO DE CANTARES ANAC &
Teresa Machado
Poesia – João Pela
Poesia – Mariabia Nunes
Poesia – Maria Cabana
Jograis – Trio «Boa Esperança», Fátima
Arnauth, M.ª José e Francisco Assis
Poesia – Júlio Correa
Poesia – Tita Tavares
Poesia – Fátima Bravo
Poesia – Aline Mamede
Canções – Rolando Amado (disco)
Poesia – Maria Antonieta Oliveira
Poesia – Clara Borges Marques
Poesia – Judite Cavaco
Poesia – Sânzia Henriques
Poesia – António Topa
Encerramento: Trio «Boa Esperança» e
Rolando Amado.

*** *** ***

Viva a Poesia!

***

E a foto?!

Original, de minha autoria. (Vale o que vale!) Em local icónico da Cidade de Lisboa. Adivinhe qual, SFF. Orquídeas?! Só para quem pode! Há lá flor mais bonita que a Poesia?!

Poesia merece!

 

14
Mar25

Mário Beirão: Castelo de Beja (Poema)

Francisco Carita Mata

Crónicas de Beja (IX)

Hoje, antecipando o "Dia Mundial da Poesia", e, contracenando com "Aquém - Tejo"

... lembramos... 

20250308_113010.jpg

Abençoadas Localidades que lembram os seus Poetas, lhes prestam homenagem, publicando, gravando, os seus Poemas... em pedra!

20250308_113036.jpg

(Junto à entrada do Castelo de Beja!)

(6 estrofes, de 4 versos - quadras - e 5 sílabas métricas!)

Há várias citações do poema na internet:

Mário Beirão: Poeta de Beja

Tratado do Cante...

Belos poemas...

Rumo ao sul...

Hoje, tem estado um dia de Sol, contrariamente aos últimos oito dias!

Viva a Primavera, que se anuncia! Viva a Poesia!

16
Jan25

Último pôr-do-sol de 2024!

Francisco Carita Mata

20241231_171850.jpg

Peripécias sobre edição de fotos… em versos!

Sonetilho estrambótico?!

(Minha mágoa por não poder publicar!)

 

Que lindas fotos eu tenho

Pudesse eu editá-las

Mesmo assim aqui venho

Ficando ele a guardá-las.

 

Celular, eu me sustenho

Vontade de apagá-las

Fogo de Natal, de lenho

Sem eu poder publicá-las!

 

Lindas fotos do Boi D’Água

Astro-rei, quase a morrer

Sem fotos p’ra você ver!

 

Não editar, minha mágoa

Problema foi resolvido

Por Alguém do coração.

 

Ficou assim esquecido?!

Retomei publicação!

 ***   ***   ***

Resolvi estruturar de outro modo estes versos, mantendo a mesma problemática.

A foto é do último pôr-do-sol de 2024.

(31/12/2024)

23
Nov24

“A Nossa Antologia” – XXVII Edição – 2023

Francisco Carita Mata

Antologia de Poesia de APP – Associação Portuguesa de Poetas

Como referi em postal de Aquém-Tejo, venho aqui expor alguns aspetos referentes à Antologia do ano passado - 2023

Nela participaram 53 Associados, nos moldes habituais.

Coordenação: Maria Graça Melo

Revisão e Capa: Carlos Cardoso Luís, que assim exprime mais uma das suas facetas artísticas – artes plásticas.

Impressão: Print “on demand”

Edição. APP – Associação Portuguesa de Poetas, fundada a 3 de Abril de 1985.

***   ***   ***

Quero agradecer e felicitar a todos os Participantes Associados – Poetas e Poetisas. Deste modo, cooperativamente, conseguimos editar alguma da nossa Poesia e levarmos a vários Leitores o produto da nossa inspiração e labor poéticos. Divulgando e espalhando a nossa Arte Poética!

Especialmente grato à Direção da APP, à Coordenação, Edição, Revisão e Autoria da Capa. Sobre este último aspeto, nomeio – Carlos Cardoso Luís – que fisicamente já não está entre nós, mas assim deixa documentado mais um testemunho do seu estro multifacetado. Obrigado a todos, pelo trabalho desenvolvido em benefício de todos nós. Ao Carlos, obrigado e que esteja em Paz!

***   ***   ***

Como costuma ser habitual neste modelo de Antologias, com participação de vários Autores, na página anterior ao(s) Poema(s), de cada um, vem uma pequena “Biografia”. Mais ou menos desenvolvida, englobando uma página A5 – é esta a estrutura do livro editado – é de responsabilidade do Poeta ou Poetisa, que, nela explana, o que considera relevante.

Sequenciando esta “Biobibliografia”, o/s texto/s poético/s de cada Autor.

Nesta Antologia, a ordenação não foi feita alfabeticamente. Em devido tempo, fiz essa sugestão à Direção da APP e à Coordenação. Mas não foi aceite.

***   ***   ***

Participei com:

“3 Quadras Vagabundas! Errantes em Dia Mundial da Poesia!”

“Maios: Liberdades de Abril!”

“Vou contar-lhe um segredo! Menino que não gostava de tomar banho!”

“4 Quadras Campestres”.

(Não sei se já foram publicados nos blogues, se só alguns poemas. Verei!)

***   ***   ***

Lembrar que, amanhã, será apresentada a XXVIII Antologia APP, deste ano – 2024.

Votos de excelente realização poética: Tertúlia mensal da APP, na Sede – Lisboa (Olivais).

 

14
Nov24

Quadras inspiradas em motes alheios…

Francisco Carita Mata

Que podem concluir-se em poemas.

O tempo e a inspiração o dirão…

 

Mote: Sepultei minha tristeza / Na raiz do alecrim / …”

 

Glosas:

 

Guardei a minha tristeza

Em caixinha d’alecrim

Confiante na certeza

Ficasse longe de mim!

 

Alecrim é flor de cheiro

Branco azul, arroxeado

Ilumina ano inteiro

Cheiro e cor em todo lado!

 

***   ***

Dos olhos ao coração

Um saltinho de pardal

Podes tu, crer, pois então

Meu Amor, não tens igual!

***

Estas quadras foram inspiradas em motes alheios. A “metodologia Camoniana”, bebida em “Sociedade Perfeita”!

Sepultei minha tristeza…” cantiga de oito pontos – oitava – que me foi dita por senhora Catarina Matono, em 1982, na minha casa. Quando o meu Pai também me disse uma. Ambas publicadas no blogue e em “De altemira fiz um ramo”.

A última quadra inspira-se na célebre quadra: “o coração mais os olhos…”

Este postal completa, melhor, complementa, o que foi publicado em Aquém-Tejo.

O mesmo modo de funcionamento. Publico estrofes, neste caso, quadras, de possíveis poemas a completar, quando a Inspiração chegar! E a Vida deixar!

 

25
Out24

“Meu Canto” – Poema de Rogélio Mena Gomes

Francisco Carita Mata

«O Percurso Interior das Palavras»

      ***   ***

«Meu Canto»

 

«Sigo

o percurso interior das palavras

e o rio da esperança

das águas de todo o ano.

E gritam:

deixa o Dom Quixote

que tens dentro de ti,

larga a lança

que investes

contra moinhos de vento.

 

Ouço,

respiro fundo

e persisto.

 

Sigo o percurso interior

das dores do mundo

e o rio de fogo,

do ânimo,

nas asas do sonho

abertas ao vento.

E gritam:

deixa o voo de Ícaro

que tens dentro de ti,

vê a cera derretida

no pó da frustração,

do rasto sem sentido.

 

Ouço

respiro fundo

e persisto.

Persisto, porque acredito

que o terreno do homem

nos passos da vida,

não se limita ao espaço,

exíguo,

onde se move Sancho Pança,

nem se constrói

nos olhos do ódio

na baba hiante,

na raiva incontida

e no argênteo atropelo

da ambição desmedida.

 

Persisto.

Não sou herói

nem santo,

mas não desisto.

Não apago a minha voz

e persisto.

 

E com as mãos,

ambas,

moldo o barro

das pegadas

que deixo marcadas

no chão do caminho.

 

E nas palavras

que lavro,

nas linhas que escrevo,

deixo o eco e a voz

deste meu canto.

 

In. “O Percurso Interior das Palavras” – pp. 13 e 14

Poemas de Rogélio Mena Gomes

Ilustração de Susana Veiga Branco

***   ***   ***

(Livro interessantíssimo: um Poema – uma Ilustração ou uma Ilustração – um Poema?!)

Revejo-me bastante neste Poema que apresentei supra.

Parabéns, Rogélio. Parabéns, Susana Veiga Branco.

  1. (Apresentação do livro, amanhã, dia 26, Biblioteca de AlcântaraLisboaPortugal.)

 

01
Out24

Momentos de Poesia: 28/Set./2024

Francisco Carita Mata

Hotel José Régio – Portalegre

Conforme tinha planeado, fui a “Momentos de Poesia”. Vale sempre a pena ir aos eventos poéticos.

Inesperadamente, mal se iniciava a sessão, ocorreu uma situação que nos deixou a todos chocados. Uma senhora, já com alguma idade, ao entrar na sala, não sei bem como, caiu! Prontamente, organizou-se ajuda. Uma amiga telefonou para os bombeiros, o professor João Banheiro acalmou a senhora caída, providenciando e aconselhando que ela não se mexesse, nem se levantasse. Deu-me um telefone e liguei para a filha, que prontamente compareceu, ainda antes dos bombeiros.

Estes, com todos os cuidados e requisitos, aconchegaram a velhota, que gemia e chorava, quando se mexia. Devidamente protegida, resguardada, levaram-na para o hospital.

Depreendia-se que teria partido, certamente a perna, de que se queixava. Viemos a verificar ser esse o facto. Temos mantido contacto com a filha, que diz que ela deverá ser operada.

Situações destas acontecem nestas idades, com alguma frequência, nos mais diversos contextos e lugares. A maioria, na própria casa ou nos lares, onde se encontram pessoas de mais idade.

Ficámos todos afetados pela situação. (Eu alterei o que pensava dizer de poesia.)

Como referi, estes “Momentos de Poesia” são sempre cativantes. Há poesia. Há música. Há canções! Há convívio. Há boa disposição.

Há Poesia original de quem a diz. Há Poesia de autores consagrados.

Desta vez, a música e as canções foram privilégio do Professor João Banheiro e do “Grupo Coral de Momentos de Poesia”.

O Amigo João Banheiro, qual “Rouxinol da Ilha do Pessegueiro” cantou, acompanhou à viola e encantou com “Porto Covo”; com uma canção sobre Portalegre, de que ainda não sabe quem foi o Autor! Também “se fores ao Alentejo” – isto é para o pessoal de fora – e lembra-me o Paco Bandeira. (Será impressão minha?!)

O Grupo Coral, que o Professor ensaia nas horas vagas, também cantou o Hino de “Momentos”, acompanhado pelo Mestre. Faltaram algumas coralistas, mas foi apresentada uma jovem, de nome Micaela, como novo elemento. Parabéns a todas, especialmente à jovem, que deles – jovens - será o futuro.

Abriram a Poesia, pessoas do Grupo, que nos trouxeram clássicos e mestres consagrados desta Arte. Cada “Dizedor / Declamador” com direito a dois poemas.

Luísa disse poema de Ary, sobre a infância e de Ricardo Reis. Madalena disse de João Roiz de Castelo Branco e de Almeida Garrett (?) “senhora partem tão tristes” e “pescador da barca bela”.

Uma senhora, a quem não tive tempo de perguntar nome - o meu pedido de desculpas – disse um poema original e outro de José Régio: “não vou por aí”.

Um jovem de Arronches, Gonçalo Mota, disse poemas de sua autoria, a partir de livro que publicou.

Deolinda Milhano disse “porquê andorinha” e “mãos que Deus me deu”, também a partir de livro seu.

Silvina Candeias também disse, de sua autoria, “primavera” e poema dedicado à neta.

Eu também disse. Um poema de José Branquinho, homenageando-o, “farol na escuridão”. E um poema meu: “triunfará o amor”.

E o “Grupo Coral” executou uma performance poética subordinada ao tema Cor, representando através de lenços de diversas cores, associando palavras / pensamentos a condizer.

Esta “teatralização poética” não terminou a sessão, mas poderia ter encerrado, com “chave de ouro”, como se costuma dizer.

Esta narração é enviesada, como todas as minhas crónicas. Incompleta, limitada. Não segue a cronologia dos acontecimentos. O meu pedido de desculpas a todos os intervenientes. O que esteja incorreto, incompleto, errado, se algum dos participantes não concordar- e tiver a lembrança de ler este texto - deixe ficar um comentário, que eu registarei, conforme for conveniente.

Obrigado a todos os participantes, assistentes, organizadores, ao hotel José Régio.

Obrigado, também a si, Caro/a Leitor/a, por me ler até aqui. Votos de saúde e de paz!

 

 

30
Set23

Altemira, uma planta singela, mas peculiar!

Francisco Carita Mata

Altemira. original. 29.09.23.

“De altemira fiz um ramo”!

Altemira. original. 29.09.23.

Um postal de agradecimento a José Silva Costa: Blogues “Cheia” e “Sociedade Perfeita”.

O José, através dos seus blogues, e nos comentários que vai deixando nos nossos, é uma Pessoa que espalha Simpatia, Luz, Boa Disposição, Alegria, Poesia, Positividade, nas redes.

A propósito do livro “De altemira fiz um ramo”, em subtítulo neste postal, José Silva Costa teve a amabilidade de tecer simpáticas considerações e divulgar alguns excertos por demais interessantes do livro.

As Pessoas que comentaram também foram bastante simpáticas.

(Obrigado.)

Nem de propósito, esta planta, ainda que simples, mas sempre persistente no quintal, voltou a estar florida neste Outono tão especial que estamos vivendo.

Também ela agradece. A Natureza consegue ser extraordinária e interage connosco, ainda que nós possamos não nos aperceber.

(“Altemira” é o nome por que sempre conheci esta planta. Noutros contextos, designam-na por Artemísia e outras denominações que não me ocorrem.

Altemira. original. 28.09.23.

Quando editámos o livro, fiz questão de o intitular com esse primeiro verso da quadra tradicional, precisamente para grafar, em livro, esta palavra, este regionalismo.)

“De altemira fiz um ramo / De alfazema bem composto / O amor que agora amo / Foi escolhido ao meu gosto.”

Uma questão / Uma pergunta:

A quadra anterior tem quantas sílabas métricas?!

Sete ou oito?!

O que acha O/A Caro/a Leitor/a?!?!

Obrigado a todos/as Poetas e Poetisas!

*******

(Fotos originais.)

 

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