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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

27
Nov22

Cogumelos (II) – Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Cogumelos. Foto original. 14.10.22.

E uma foto de líquenes, num tronquito de azinheira!

Apresento novamente uma coleção de fotos de cogumelos, deste Outono primaveril, em Aldeia da Mata. Fotografados, em Outubro e Novembro, nos locais habituais que tenho frequentado nestes últimos anos, com especial incidência neste de 2022.

No postal anterior sobre o tema, em "Aquém-Tejo",  “Cogumelos (I)”, num comentário, tiveram a amabilidade de sugerir que pesquisasse em “Google Lens”. Tentei. Mas não consegui entender-me com a metodologia. Ainda não é desta que apresento designações específicas e científicas sobre o assunto.

No respeitante a estes espécimes nem a designação comum conheço. Os dois tipos cujo nome vulgar sei, ainda não os consegui documentar este ano.

O 1º exemplar abrindo o postal, documentado a 14/10, inserido na Oliveira do Quintal de Cima. Onde é residente habitual. Aparece regularmente e encontro exemplares semelhantes junto de diversas oliveiras nos terrenos que percorro.

O segundo conjunto é uma verdadeira colónia. Foto de 01/11, julgo que no “Chão da Atafona”. Também observei semelhantes noutros locais. Nome?!

Cogumelos. Foto original. 01.11.22.

A 3ª foto, também de 01/11, apresenta, bem visível, um parzinho desigual. Um terceiro esconde-se debaixo do chapéu do maiorzito. Inseridos no meio de ervas secas em decomposição, resultantes das limpezas que fiz durante os dias tórridos de Julho e Agosto. No enquadramento da foto, observam-se duas folhas de “jarro” campestre e um pedaço de ramo de figueira da Índia, dos que plantei junto aos muretes. Parcialmente comida pelas ovelhas. No “Vale de Baixo”, imediatamente à entrada, no lado esquerdo. Nome de batismo?!

Cogumelo. Foto original. 01.11.22

Os dois exemplares seguintes, fotografados a 10/11, localizei-os no “Caminho da Fonte das Pulhas”. Enquadrados na vegetação herbácea. No segundo, a planta dominante é a erva-canária. Como se chamam?!

Cogumelo. Foto original. 10.11.22

Cogumelo. Foto original. 10.11.22

Observe este belo conjunto de quatro, em foto ampliada, de 16/11. Junto a rede protetora de planta, também à entrada do “Vale de Baixo”.

Cogumelo. Foto original. 16.11.22

O duo que se segue, imagem de 16/11, estagiavam no “Chão da Atafona”. Havia bastantes desta tipologia, cuja nomenclatura também ignoro. (É caso para dizer: Tanta ignorância!)

Cogumelo. Foto original. 16.11.22

As duas fotos seguintes, de 21/11, registei-as na Tapada do Rescão, quando fui aos espargos, raríssimos nesta época, contrariamente aos cogumelos.

A próxima foto, e penúltima, é de cogumelo. Parece-me tortulho, mas de pequena dimensão. Será?! Ou de algum que parecendo, não o é, mas é perigoso?! Cuidado!

 

Cogumelo. Foto original. 21.11.22

A última deste acervo, ampliada, mostra-nos líquenes indexados a um ramito morto de azinheira.

Líquenes. Foto Original. 21.11.22

Líquenes são da família dos cogumelos?! (Ora, vá ao google, SFF! Dir-me-á, o/a Caro/a Leitor/a. E fui! A explicação deduzi-a. Líquenes são uma simbiose entre fungos e algas. Cogumelos são fungos.  Logo, serão categorias diferentes.)

Saúde e Paz! E cuidado com os cogumelos, que alguns são venenosos ou tóxicos! Provavelmente todos os que aqui apresentei.

 

31
Out22

Trabalhos no Ginásio (II) - Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Vale de Baixo. Espaços de limpezas. Ginásio IV. Foto original. 28.09.22

Já sabemos que em Aldeia da Mata há vários ginásios.

Há até vários Conterrâneos que têm ginásios idênticos aos meus.

Com esta narrativa pretendo esclarecer como tem sido este meu ginasticar há alguns meses.

O trabalho tem consistido na limpeza das valetas e dos muretes que bordejam a propriedade. As várias ações têm dependido das condições climatéricas. Durante as inclemências tórridas dos meses de Junho, Julho e Agosto, as regas foram uma constante diária, nos vários espaços: Quintais, de Cima e de Baixo, Chão da Atafona e Vale de Baixo. Ao final da tarde e ao princípio da manhã. Para além de outras atividades.

A valeta longitudinal, de sentido leste – oeste, foi sendo sujeita a trabalhos de limpeza de manutenção.

Murete Central. Vale de Baixo. Foto original. 30.09.22

O já referido murete central também veio sendo limpo. Em ambos os casos, fui raspando as ervas e silvas secas, afastando-as das paredes, deixando uma espécie de clareiras, de modo a evitar possíveis focos de incêndio. Estávamos nos meses da berra do calor e dos fogos que lavravam por esse país fora. Não fosse o diabo tecê-las.

Trabalho idêntico fiz no Quintal de Baixo, que ficou totalmente limpo e no Chão da Atafona, que limpei à volta do cabanal e junto à parede norte. As ovelhas fizeram o primeiro trabalho, primordial nesses meses de Verão. Posteriormente, fui fazendo montureiras que foram decompondo a matéria orgânica, formando estrume. A chuva caída no final do verão ajudou imenso nessa decomposição e, no final de Setembro, esses vegetais decompostos serviram de lastro para as árvores.

Voltando ao murete, da parte central do Vale de Baixo, que as fotos documentam.

Murete central visto de Leste. Foto original. 22.10.22

As silvas secas e a maioria das verdes foram cortadas e retiradas. Deixei alguns ramos de silvas verdes, sensivelmente ao nível do caminho, dado que o terreno está em cota inferior à azinhaga. Essas silvas servirão de suporte ao murete, que é muito antigo, e está muito desfalcado de pedras estruturais. As ameixoeiras silvestres libertei-as de todas as silveiras que as enxameavam. As videiras de embarrado, que trepavam pelas ameixeiras, encaminhei-as paralelamente ao muro, de forma a protegê-lo e impedir a hipotética entrada de animais a partir do caminho.

Plantei algumas árvores e arbustos ao longo do muro: espinheiros, loureiro, figueira, romãzeira e figueiras da Índia. Acrescentam vegetação a pequenas árvores que semeei no ano passado, algumas nascidas: loureiros, carvalhos. Pretendo formar uma sebe, preferencialmente de árvores autóctones, mas também exóticas. Coloquei ramos de figueiras da Índia em vários espaços. Crescem rapidamente, supostamente servirão de suporte às pedras do muro. Darão figos no futuro, nem saberei o que fazer a tantos figos! Também são plantas que aguentam as secas… tanto se fala em alterações climáticas… São alimento excelente para os ovinos, que se regalam com tal iguaria. Aliás, tenho de as proteger, para que o gado não as coma antes de se desenvolverem. Aparentemente só vantagens! Excetuando os picos.

Também semeei arbustos: espinheiros/pilriteiros/carapeteiros, tantos nomes tem esta planta! E espargos. Tenho feito espargueiras nos quintais, para não ter de andar a correr campos alheios. Já há espargos, e já colhi.

Neste mês de Outubro tem chovido. Abençoada chuva! Ainda precisamos mais.

*******

P.S.Este texto foi escrito para ser publicado no início de Outubro. Mas as minhas dificuldades com a net impossibilitaram tal facto. Acontece agora, na finalização do mês. Obrigado pela sua atenção, Caro/a Leitor/a. Saúde e Paz!

 

19
Jun22

Os miúdos ainda vão aos ninhos?

Francisco Carita Mata

Em miúdo, nunca tive muito o hábito de ir aos ninhos.

Ninho de Rola. Vale. Foto original. 2022.06.13.jpg

Em contrapartida, agora, em adulto e na terceira idade, são os ninhos que vêm ter comigo. Que não faço propriamente nada para os encontrar, mas o que é certo e sabido é que eles me vão surgindo nos diversos locais que frequento como “escritórios”. No “Quintal de Cima” já referi, ontem, em “Aquém-Tejo”.

No “Chão da Atafona”, também por acaso, descobri outro ninho, não sei de que pássaro. Mas isso já é costume. Em contraponto, umas aves que conheço muito bem, as poupas, andam e debandam pelo Chão, mas não consigo descortinar onde têm o abrigo de nidificação.

No “Vale de Baixo” também descobrimos dois. O primeiro, foi a Filha que o localizou no pinheiro manso, plantado no extremo sudoeste da propriedade. Para não fugir à regra, não sei a autoria.

Na Amoreira da Barca D’Alva também encontrei outro. Este sei que é de rola. Das rolas turcas ou de colar, que abundam por todo o país. Tanto nos campos como nas cidades. Migraram para cá há alguns anos e não arredaram pé. Portugal é um País de acolhimento.

Esta ainda estava a chocar, anteontem, 6ª feira, dia dezassete, quando por lá passámos perto. Hoje, não sei e não faço conta de ir chatear o bicho. Que choque, faça criação e haja um bom nascimento, sem constrangimentos nas maternidades!

(A foto é deste ninho. Imagem ampliada, para se poder observar bem o modelo.)

E, por aqui me fico, sobre ninhos.

Saúde! Paz! E bons nascimentos. Sem constrangimentos!

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