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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

21
Jun22

Descortiçamento – Ervedal – Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Descortiçamento Ervedal. Foto Original. 2022.06.15.jpg

15 de Junho de 2022 – 4ª feira

Irei publicando algumas fotos sobre este acontecimento extraordinário. Sim! Extraordinário! Porque a especificidade do trabalho, as particularidades desta função, deste trabalho agrícola, o esforço e tenacidade exigida aos profissionais, assim o categorizam. Extraordinariamente importante!

É um trabalho sazonal: Maio - Junho, de cada ano. Também conforme o tempo, mais ou menos quente. E periódico. Relativamente a cada sobreiro, a cada montado de sobro, só se realiza de nove em nove anos.

Dadas estas duas variáveis, sazonalidade e periodicidade, resultou no facto de, só neste ano de 2022, eu ter assistido, pela primeira vez na minha vida, ao exercício desta tarefa da nossa agricultura alentejana. E que tarefa! Por esse facto pessoal, também é extraordinário!

Foi uma experiência interessantíssima sobre que irei abordando alguns postais.

Ademais porque se concretizou em território de que somos proprietários, terrenos herdados de minha Avó Carita, a que me contava contos tradicionais. E o mais relevante ainda, porque foram sobreiros semeados pelo meu Pai e por mim. 

Todos estes aspetos valorizam sobremaneira este acontecimento.

Mérito de quem o exerceu, os trabalhadores, a quem agradeço a disponibilidade e sobre quem irei escrevendo e documentando.

Saúde e Paz. E, o Verão que continue fresquinho!

 

11
Jun22

A Anta do Tapadão - Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Concelho do Crato – Distrito de Portalegre – Alto Alentejo

(Capítulo X, a partir de J. P. Dias)

Anta do Tapadão. Lado Leste. Foto original. 2022.05.18.jpg

Sobre este majestoso monumento, emblemático da freguesia de Aldeia da Mata, concelho do Crato, distrito de Portalegre, vou escrever pouco, porque pouco sei.

Anta Tapadão. Lado Norte. Foto original. 2022.05.18.jpg

Quem se dirija de Crato para Aldeia ou vice-versa, não deixará de reparar na majestade desse edificado a sul da estrada, ademais porque lhe falta parte do esteio do lado visível, na respetiva face norte. Dando-nos a sugestão de uma possível entrada. Nada mais ilusório!

Remeto para sites onde se explica sobre as antas ou dólmenes e sobre esta, especificamente.

Apresento quatro fotos, segundo a orientação dos pontos cardeais: Leste, Norte, Oeste, Sul. Que este sugestivo monumento foi construído precisamente de acordo com esse princípio.

Anta Tapadão. Lado Oeste. Foto original. 2022.05.18.jpg

Com este postal, continuo com a divulgação do Património Material de Aldeia da Mata. Sem dúvida o elemento patrimonial mais antigo. E mais portentoso. Marcante na paisagem! Da colina onde se situa, temos vistas, a sul, leste e oeste, até aos confins das paisagens alentejanas.

Anta Tapadão. Lado Sul. Foto original. 2022.05.18.jpg

Agora, Caro/a Leitor/a, imagine que esta edificação tumular, à data da respetiva construção, há cerca de cinco mil anos, fora toda coberta de terra, que de um túmulo se tratava. Designava-se de mamoa, a essa colina artificial erguida sobre a colina natural!

E que tipo de tecnologia terá sido usada na sua edificação?!

E os recursos humanos necessários?! E que ferramentas e utensílios?!

E como sustentar todo o pessoal a trabalhar?! Quantos anos terá durado esse trabalho?!

(…)

Tantas perguntas sem resposta, que as escavações efetuadas ao longo dos séculos subsequentes, umas como pilhagem, outras com caráter mais ou menos “científico”, pouco terão esclarecido sobre essas dúvidas, que permanecerão talvez tão eternas como o monumento!

Quando puder, visite, SFF. Respeitando o Monumento. Lembre-se que era um túmulo! A paisagem! Sagrada! As propriedades que atravessar, não deixando lixo; fechando devidamente os portões. Os proprietários e trabalhadores que nelas desenvolvam as suas atividades e labutas diárias.

Tenha Saúde. E Paz! E, Obrigado, por me ler até aqui.

 

11
Jun22

Ainda a Horta do Carrasqueiro - Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

Um Capítulo IX, a partir de J. P. Dias, que as conversas são como as cerejas…

 

Sim, porque estamos no tempo delas. E também vou falar de outras frutas...Dióspiros, outros frutos e outros assuntos colaterais.

Carrasqueiro, vem de carrascos, azinheiras, Carrasqueiro, local onde existiriam estas árvores, provavelmente em abundância, no local onde foi criada a Horta, num pequeno vale harmonioso, de encostas muito suaves, virado a sudoeste, no início do leito do Ribeiro de Pucarinhos.

As árvores de fruto dominantes eram as laranjeiras, produzindo regalo de fruto, a tão apetecível laranja, de excelentes e diversificadas qualidades e de durabilidade relativamente prolongada.

Mas havia outras árvores. Não que tenha conhecido presencialmente, não me recordo se na infância ou adolescência terei visitado a Horta. Não tenho memória dessa eventualidade.

Tenho recordação muito agradável de dióspiros que a minha Avó Materna, Conceição, me trazia dessa Horta, quando certamente aí trabalharia, ainda nos finais dos anos cinquenta do séc. XX. Esta minha Avó faleceu de forma trágica na sequência de um incêndio, em casa da minha Madrinha Isabel, em 1959.

Ficou-me a gratificante recordação desse delicioso mimo que ela me trazia da Horta mencionada: dióspiros. Perpetuei essa suave lembrança e agradecimento no poema: “O Voo da Vida”! (Já publicado em Antologia do CNAP e também no blogue Aquém- Tejo.)

 

E voltando ou continuando na Horta, a Mãe lembra-se de caseiros / hortelãos que nela trabalharam, a partir dos anos quarenta, era ela cachopa. O Ti Carrilho, o Ti Albano, o Ti Gregório. (Anteriormente a esta data, não conheceu.)

Também me lembro, indiretamente, do Ti Gregório lá trabalhar na 2ª metade dos anos sessenta. Indiretamente, porque através da esposa, a Srª Primitiva que de lá nos trazia laranjas. Esta Srª, apesar de parecer muito ríspida, para mim, sempre foi uma simpatia. Também de mim mereceu uma quadra inspiradora, quando faleceu: “Quando morre alguém amigo…”

Eira do Carrasqueiro, foto original. 2022.05.18.jpg

E de uma das funcionalidades dessa Horta e dos terrenos circundantes, nomeadamente o Tapadão, não posso deixar de mencionar a eira, para onde era transportado o milho produzido nas searas, e onde era descamisado. Situada numa pedra granítica, alta e extensa, a nordeste da Casa, mas perto e fora da Horta. A enorme pedra, conforme a foto documenta, foi adaptada à função de eira, através de muretes de granito, para que as maçarocas não escorregassem pedra abaixo.

(Atente também no nome dos terrenos situados a Leste e Sul da Horta: Tapadão! Isto é, terreno murado, “tapado”, mas extenso. Mais que uma “Tapada”: um “Tapadão”!)

E deixamos a Horta, porque entrámos no Tapadão, aonde iremos visitar a Anta.

Será em próximo capítulo!

 

 

05
Jun22

J. P. Dias - Um Personagem intrigante de Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

No dealbar do séc. XIX para o séc. XX

 8º Capítulo duma narrativa especulativa

A Casa do Proprietário – A frontaria lateral e Leste

Frontaria Leste. Foto Original. 2022.05.18.jpg

E neste capítulo oitavo sobre J. P. Dias, apresento foto documental com a janela, na frontaria lateral e leste da casa de habitação do proprietário.

Por demais extraordinário! Muitas questões se nos levantam, interpelando-nos!

Qual o significado das letras?

E porquê uma cruz? Deduzo que se pretenderia sacralizar o lugar, abençoando-o e cristianizando-o. E porque virada a Leste?! Pelo nascimento do Sol? Alguma ligação com a Anta, que também fica a Nascente e cuja entrada também se direciona a Oriente? Qual o significado que esse portentoso monumento, bem perto do local da Casa, teria para os seus moradores?! Causar-lhes-ia admiração? Respeito? Temor? Indiferença?! Lembramos, que estamos nos finais do séc. XIX, pouco se saberia, cientificamente, sobre o assunto.

E as letras… especialmente a segunda, sobre que não estou plenamente certo se será b ou h.

Conjeturo se serão iniciais de expressões latinas!

 

Reproduzindo as letras: I  b ou h (?)  S  - M  P  -  C A M

Que significados e significações?!

Se forem iniciais de expressões latinas, ligadas ao Cristianismo e a 2ª letra for h, teríamos:

I h S

Jesus Hóstia Sagrada?!

Conjeturo eu.

 

E o/a Caro/a Leitor/a conseguirá elucidar-me sobre o assunto?

E o significado de M P ?!

E de C A M ?!

Serão apenas especulações minhas?!

Haverá uma significação mais prosaica?!

Não sei mesmo!

 

Obrigado pela sua atenção.

Em próximo capítulo, ainda(?!) voltarei à Horta e ainda iremos visitar a Anta do Tapadão!

 

 

02
Jun22

A Horta do Carrasqueiro – Aldeia da Mata

Francisco Carita Mata

As funcionalidades da Horta, as Casas

Casas Horta Carrasqueiro. Foto Original. 2022.05.18.jpg

7º Capítulo ainda sobre J. P. Dias!

A Horta do Carrasqueiro situa-se a Leste de Aldeia da Mata e, in loco, pode verificar-se que em linha reta, estes dois locais se interligam ao espaço territorial onde se insere a Anta do Tapadão.

Como horta, murada, terá sido criada para a finalidade a que se destinam as hortas: produção de legumes e frutos para alimento da família que a concretizou e para as que se sucederam na sua posse. Ainda resta parte do laranjal e algumas plantas que embelezavam as hortas: uma rosa loureira, uma lúcia lima. Uma buganvília, junto à parede leste da habitação. O olival, ou parte dele. Não serão necessariamente da época em que a Horta foi constituída.  A Horta e o Tapadão chegaram por herança ao Srº Joaquim Lopes, 2º sobrinho do Srº J. P. Dias. Provavelmente terão sido primeiramente propriedade da sua mãe, D. Maria das “Polverosas”, após o falecimento do tio.

Dona Josefa Gouveia comprou as propriedades ao mencionado Sr Joaquim Lopes, aí pelos anos cinquenta do séc. XX, sendo atualmente da Família Gouveia.

O elemento indispensável a qualquer horta é a água. Para o respetivo abastecimento, dispunha de uma nora situada a norte, movida por tração animal. A água para chegar aos terrenos cultivados, situados a sul e a uma cota inferior, era transportada pela força da gravidade. Inicialmente por canalização subterrânea e já no espaço da horta, por canalização à superfície, concentrando-se num pequeno tanque de distribuição para os diversos espaços do hortejo e para o tanque principal, onde também figuram pedras para lavagem da roupa. Todas estas funcionalidades ainda se percebem no espaço, embora já sem a utilidade para que foram criadas. A Horta já não funciona como tal, nem as habitações têm moradores.

E por falar em habitações, que é a expressão correta. A foto documental traduz o afirmado. Duas casas bem harmoniosas, uma destinada ao proprietário, a leste e a do hortelão / caseiro, a oeste. A frontaria virada a sul. Ambos os edifícios encimados por esbeltas chaminés, embora completamente distintos. A merecer uma análise sociológica sobre toda essa distinção bem vincada entre forma, conteúdo, função, estratificação social. A casa do hortelão seria habitada permanentemente, a do proprietário, periodicamente, dado que todos os proprietários tinham habitação na Aldeia.

No caso do Srº J. P. Dias, personagem que desencadeou estas minhas pesquisas, já referi que era a casa atual da Prima Maria Constança, situada na Rua Larga, onde, na adega, está testificado o mesmo sistema documental de posse: siglas do nome e ano de execução, no caso 3  900. Isto é, Março de 1900! (Esta casa também foi de habitação do referido Sr. Joaquim Lopes, ainda nos anos sessenta, de que me lembro muito bem.)

E concluindo, no espaço da horta ainda existe um antigo palheiro e uma pocilga. A criação de um porco, no vertente caso, certamente vários, era indispensável para provimento da salgadeira, isto é, o frigorífico da época, até ao aparecimento e generalização dos ditos cujos a partir de finais de setenta, inícios de oitenta. Grande parte dos aldeãos tinham o seu porquinho que criavam numa pocilga, em quintais próximos das povoações. No inverno, eram mortos para o fumeiro e a referida salgadeira. Tempos idos.

Mas, voltando à Casa. No lado nascente, encimando uma janela no último piso, figuram também iniciais, letras gravadas em pedra, encimadas por uma cruz. Intrigantes as letras, a cruz...

Mas esse assunto fica para próximo capítulo!

 

25
Mai22

J. P. Dias – Joaquim Pedro Dias – Joaquim Pedro “Cego”

Francisco Carita Mata

Continuação da saga sobre um Homem notável e peculiar de Aldeia da Mata

Que gostava de fazer e deixar Obra e de a testificar, gravando as siglas do respetivo nome e as datações.

Horta do carrasqueiro. Foto original. 2022.05.18 jpg

Caro/a Leitor/a, nesta saga sobre o Srº Joaquim Pedro “Cego”, que viveu em Aldeia da Mata, no dealbar do séc. XIX para o séc. XX, vamos já para o sexto capítulo da narrativa.

O ponto de partida foi a Ermida de São Pedro, modesto, mas interessante monumento que sacraliza / cristianiza o espaço territorial da Povoação, a Norte, precisamente onde o Povoado se iniciou e, perdoem-me habitantes de outros locais da Freguesia, onde reside a respetiva Alma. (Isto, se as Terras têm Alma!)

Essa narrativa continuou por mais três capítulos, sobre o senhor e as suas obras, sobre a companheira, sobre a casa que para ela mandou construir. E um capítulo V, sobre o Ti Domingos “Cego”, que ia com o casal para a Horta do Carrasqueiro.

Ficámos de saber se no Monte / Horta de Sampaio, onde ele cegou, haveria algum registo e de confirmar o que, segundo a Mãe, existe na Horta do Carrasqueiro.

Aproveitando estes meses primaveris de Abril e Maio, passados na Aldeia, pesquisei sobre o assunto.

Em conversa com o Sr. Augusto Basso, penúltimo proprietário da Horta de Sampaio, fiquei a saber que aí não existe nenhum registo nominativo na obra, nem respetiva datação.

No dia 17 de Maio, tendo encontrado o Sr. José Gouveia, atual proprietário da Horta do Carrasqueiro, aproveitei para lhe perguntar se aí havia algum registo, conforme a Mãe me dizia. Confirmou o facto, referindo ser na frontaria e também a existência de uma janela lateral com gravação de letras na ombreira superior e encimada por uma cruz.

Pedi autorização para ir à Horta observar, confirmar e fotografar. Pedido prontamente aceite. Não deixei de questionar sobre as vacas, mas referiu que são mansas.

Ficou projetada uma ida, logo que pudesse.

E, nem de propósito, o Amigo Marco estava de folga no dia seguinte e entusiasta destes passeios culturais pela Natureza, combinámos uma visita ao local para essa data: 18 de Maio, 4ª feira.

Passeata que viria a incluir visita ao Carrasqueiro e ao Tapadão, para revisitar a respetiva Anta, aonde já não ia há várias décadas, quiçá, meio século.

Na Horta do Carrasqueiro confirmámos a respetiva datação: 1896 e as primeiras letras do nome, conforme foto titulando o postal.

E ficamos, por aqui?!

Caro/a Leitor/a, nos aguarde em próximo capítulo, SFF!

 

28
Abr22

De Pai/Mãe para Filho/Filha!

Francisco Carita Mata

Um apelo à Paz! Uma mensagem de Esperança!

Filho/Filha, tal como a Pomba, tu és portador/a da Paz, mensageiro/a da Esperança, anunciador/a da Boa Nova.

Na adversidade dos tempos atuais, tu transportas a Bonança, a Fé nos tempos vindouros, um sinal de que há Terra, para além da imensidão do Mar!

A tua Alegria de viver, a tua Sensibilidade e boa disposição, as tuas qualidades, que não fica bem a um Pai/Mãe mencionar, são e serão a matriz do teu Ser, a plataforma do teu Existir, a raiz do teu Querer, a força do teu Poder.

*******

(P.S. - Este pequeno texto foi escrito em 05 de Maio de 2014. É publicado, hoje, "Dia da Educação". Andava perdido no meio de papeladas. Se conseguir, ainda colocarei uma foto. Obrigado pela atenção.)

 

21
Mar22

Poema de J. G. P. em "Dia Mundial da Poesia"

Francisco Carita Mata

«Fonte do Salto»

(Poesia de João Guerreiro da Purificação)

 

«Aqui estou,

Com montes de saudades,

De ti,

E das pedras

Que aqui piso com amor,

E daquelas

Que não posso lá chegar

Para beijar.

Aqui estou,

Para beber,

Só beber,

E falar contigo

Até querer,

E ficar

Como se fosse desejado.

Ali está a velha ponte

Com água suja a passar,

Fedorenta e sem vida

Ao pé da tua tão pura.

Ó fonte do salto,

Minha amiga

Das horas más,

Minha esperança.

 

Aqui estou

Não em pensamento

Nem empurrado pelo vento,

Aqui estou

Com o que resta de mim!...

Ah!… Fonte do salto,

Como foi ,

Este caminho

Que contigo no pensamento!...

Percorri,

Mas se a chorar,

Prometi voltar

Para beber da tua água,

Aqui estou,

Bebendo, bebendo

A água pura que vem de ti

Como jurei,

Lá muito longe,

Que viria beber

Da tua bica,

Aqui.»

  

In. “ANTA” Poesias - João Guerreiro da Purificação – Aldeia da Mata – 1992 – Edição de Autor – Gráfica Almondina, Torres Novas. (pag. 92)

******* 

Há algum tempo que não publico textos em “Apeadeiro da Mata”.

Hoje, dia 21 de Março de 2022, “Dia Mundial da Poesia”, um Poema lindíssimo do Sr. João. Sobre a “Fonte do Salto”!

(O poema terá sido escrito em época em que a “Ribeira de Cujancas” corria de água suja, devido ao lagar existente junto a Vale do Peso. Atualmente esse lagar já não funciona, há alguns anos, e a água corre mais limpa.)

(Continuamos na divulgação de “Património Imaterial de Aldeia da Mata”.)

 

Ontem, em “Aquém-Tejo”, também houve direito a Poesia: “Primavera e Paz”!

Ligação para outros poemas sobre Fontes. E também com Fotos:

Fonte-de-alter-poesia

Fonte-do-boneco-poesia

Fonte-do-salto-poesia 

Votos de Saúde e de Paz!

 

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