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Apeadeiro da Mata

Apeadeiro da Mata

13
Out21

Arranjo da valeta no “Vale de Baixo”

Francisco Carita Mata

A propósito de “Muita areia para a minha camioneta”!

Cano da valeta. Foto original. 2021.10.07.jpg

(A foto anterior ilustra o que eu já fizera.)

Obrigado é uma palavra muito bonita. Gosto sempre de agradecer.

E, por isso, estou grato à Junta de Freguesia de Aldeia da Mata, pela forma expedita como responderam à minha solicitação.

Apresentara a situação diretamente, por mail; indiretamente, através do blogue, no postal “Muita areia para a minha camioneta”. Presencialmente, na 4ª feira, dia 06/10, antes da reunião semanal.

Houve concordância imediata, sem quaisquer entraves. Ficou combinado que 6ª feira, dia 08/10, pelas 8 horas, o funcionário adstrito a estas funções seria disponibilizado para a atividade.

E assim foi. Obrigado, também ao Srº Carlos, pelo desempenho da tarefa proposta. Houve sintonia entre todos os intervenientes.

Parabéns e Obrigado a todos: executivos e funcionários da Junta de Freguesia de Aldeia da Mata.

As fotos ilustram excertos do trabalho.

Intervenção da máquina. Foto original. 2021.10.08.jpg

A execução da tarefa pelo funcionário, com a máquina.

Execução da máquina. Foto original. 2021.10.08.jpg

O trabalho concluído pelo funcionário.

Trabalho concluído. Foto original. 2021.10.08.jpg

Foto da valeta antes da intervenção. Para comparação.

Valeta antes da intervenção. Foto original. 2021.10.07.jpg

Também houve trabalho subsequente com a minha intervenção e as minhas máquinas. Melhor, as ferramentas: enxada, sempre presente; o ancinho, a forquilha, a tesoura das sebes e a pá.

Trabalho manual. Foto original. 2021.10.08.jpg

Com a enxada, o instrumento mais utilizado, retirei parte da areia, gravilha e terra, que ficou na valeta. Puxei para o exterior. Deixei um “parapeito” largo, de modo que a terra não volte à valeta quando chover.

Com o ancinho aliso essa terra, retirando as balsas cortadas, verdes e secas. As verdes que, a ficarem na terra, reverdecerão crescendo. As secas, para que o gado as não pise e não se magoe.

Junto-as em magote e com o ancinho e a forquilha, transporto-as para a parede, de modo que os javalis não atirem com as pedras do muro.

Com a tesoura de aparar sebes, corto ramos de silvas que a máquina não cortou, de modo que a parede vegetal constituída pelas balsas fique mais organizada.

Com a pá vou atirando alguma areia e terra que ficou acumulada em maior quantidade.

Sim, há muito trabalho que tem de ser feito manualmente.

Trabalho manual. Foto original. 2021.10.08.jpg

Mas este trabalho mais artesanal não poderia ter sido feito sem a intervenção da máquina.

Há um complemento de ambos. Trabalho mecânico e trabalho artesanal e braçal.

Daí o meu agradecimento. A Junta cumpriu o seu dever. Parabéns e Obrigado.

E um reparo para os Habitantes da Aldeia, Aldeões, como eu.

A imagem seguinte apresenta parte do lixo, em plásticos, latas e vidros, que encontrei na sequência da limpeza da valeta. Que encheu um vaso!

Lixo. Foto original. 2021.10.08.jpg

Reflita sobre isso. E coloque os lixos nos recipientes certos.

(Estas atividades executaram-se maioritariamente de manhã. Eu ainda voltei de tarde.)

E não posso deixar de frisar um reparo.

De tarde, constatei que no célebre “cruzamento” da “Azinhaga da Atafona” / Travessa do Fundão, com a “Azinhaga do Poço dos Cães” voltou a ser reposta gravilha.

Gravilha no cruzamento. Foto Original. 2021.10.09.jpg

E que significado tem tal facto?!

Que, quando chover, grande parte desse material escorrerá direito à célebre valeta, acabada de limpar. Não gostei.

O que fazer?! Isso será tema para futuro postal.

Haja Saúde! E, Obrigado!

 

02
Out21

Gatos no meu Quintal!

Francisco Carita Mata

Sim! Que no meu Quintal não há apenas flores!

E também um ninho.

A propósito do postal anterior e de “Cats”, hoje escrevo sobre os gatitos que resolveram adotar o Quintal, como poiso de contemplação, de amesendação fugidia, de treino atlético, de veraneio.

Gato no quintal. Foto original. 2021.08.08.jpg

Sim! Porque foi mais ou menos no início do Verão, finais da Primavera, que eles começaram a assentar mais no espaço.

Terão começado a frequentar o território ainda antes, que não consigo precisar bem.

Primeiro foi a mãe gata. A breve trecho, apareceu com dois gatinhos. Ou gatinhas, que não sei distinguir. São pedreses, conforme a imagem documenta.

Foram ganhando confiança. Fomos deixando comida em recipientes, à sombra, abrigados do calor. Que no Verão abrasa. Também vários depósitos com água, espalhados pelo espaço. Água também para a passarada e outros animais, insetos, que abundam. Também as aves, na Primavera, têm poiso certo. Inclusive, fazem ninhos todos os anos. Este ano, pelo menos dois que detetámos. Hei de apresentar mais fotos.

Ninho. Roseira Avó. Foto Original. 2021.09.05.jpg

Os gatos, nos meses anteriores, Agosto e Setembro, foi vê-los nas poses tão peculiares, de esfinges, observando-nos. Como a foto evidencia. Nos muros, emoldurados pela videira e as uvas. Nos taludes, sempre a alguma distância. Se nos deslocamos, logo fogem, subindo as árvores, trepando os postes das latadas, galgando os muros.

Mas sempre à coca.

Gato observando. Foto original. 2021.08.08.jpg

Acompanhando-nos, principalmente ao final da tarde. Buscando comida, sempre a correr… fugidios.

Coisas de Gatos, digamos… ou Gatas, que não sei!

Saúde!

28
Set21

Muita areia para a minha camioneta!

Francisco Carita Mata

Entupimento na valeta, no Vale. Trabalho de campo.

Questão Pertinente!

Cruzamento Azinhagas. Foto original. 2021.09.20.jpg

Neste blogue “Apeadeiro…”, bem como no “Aquém-Tejo”, já abordei o problema da erosão exercida pela força da água das chuvas, no “cruzamento” da “Azinhaga da Atafona” com a “Azinhaga do Poço dos Cães”.

Erosão Cruzamento. Foto original. 2021.09.20.jpg

As fotos documentam esse facto.

Azinhaga. Foto original. 2021.09.23. jpg

Sendo que as águas se deslocam pela força da gravidade, correm naturalmente para “baixo”. Transportando todas as areias mais grossas ou mais finas, os areões e os cascalhos. E para onde?!

Precisamente para uma valeta que corre no lado sul do “Vale de Baixo”.

Valeta e cano. Foto Original. 2021.09.21.jpg

Valeta que drena única e exclusivamente as águas provenientes da Localidade, provindas do Largo do Terreiro, com tudo o que isso representa. Lixo também. E as águas das referidas Azinhagas, que não estando calcetadas nem alcatroadas, mas cobertas de areão e gravilhas, materiais facilmente erodidos, os transportam para essa valeta. Que vão entulhando, impedindo a água de fluir.

Valeta. Foto original. 2021.09.21.jpg

As fotos documentam a situação.

Valeta III. Foto Original. 2021.09.21.jpg

No dia 21 de Setembro, último dia de Verão, na sequência de chuvadas fortes, na semana anterior, constatei que a valeta estava toda atulhada e o cano que escoa a água da Aldeia, praticamente entupido.

Ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Pus mãos à obra, que não sou de ficar parado.

Peguei no carro de mão, para levar as ferramentas, enxada e ancinho e tesoura de aparar sebes para cortar o balsedo.

Valeta e ferramentas. Foto original. 2021.09.21.jpg

Limpei apenas a parte inicial da valeta. As fotos mostram fases do trabalho.

Mas é preciso continuar, porque a valeta continua entupida ainda mais uns metros abaixo.

E, eu, tenho de reconhecer, este trabalho já é “muita areia para a minha camioneta”!

Valeta. Ancinho. Enxada. Foto original. 2021.09.21.jpg

A foto seguinte, de 23 de Setembro, e na sequência de nova queda de chuva, bem chovida, como se costuma dizer, mostra a água a escorrer naturalmente pela parte da valeta arranjada.

Água correndo. Foto original. 2021.09.23.jpg

Agora, Caro/a Leitor/a, gostaria de deixar uma questão pertinente.

Atendendo que a mencionada valeta serve, única e exclusivamente, para escoar águas da Localidade e a gravilha, areia, lodo e lixo que a vai entupindo, também é proveniente dos espaços públicos, devo ou não requerer à Autarquia que venha limpar a valeta?

(Acresce que a Autarquia tem máquinas para o efeito e pessoal adstrito a essas funções.)

Obrigado pela sua atenção e votos de muita Saúde.

Sabugueiro. Foto original. 2021.05.02.jpg

(A última foto é de flor de sabugueiro, de planta precisamente junto a essa valeta.

É proveniente de Almada, na sequência de atividade que organizam na Primavera, em que trocamos lixo para reciclagem, por plantas. Ação que operacionalizam já há uma catrefada de anos. Mais de uma ou duas dezenas!)

Nota Final: Felicitar todos os eleitos para funções nas Autarquias: Freguesia e Concelho. Que trabalhem, em conjunto, para o bem da comunidade. Muita Saúde para todos.

 

 

 

 

26
Set21

Flores do meu Quintal (I)

Francisco Carita Mata

Frutos do meu Vale!

Em sotaque alentejano, Quintal e Vale, até rimam!

Rosa no Chão. Foto original. 2021.09.23. jpg

Esta semana pré-eleitoral passei-a na minha Aldeia. Mas não por quaisquer razões relacionadas com esse facto. Vamos até lá, regularmente. Gostei de ver o entusiasmo dos candidatos. Que, ao assumirem a gestão da Autarquia, mantenham esse afã, é o que eu desejo a todos. Com muita Saúde. São os votos que formulo para todos e cada um, quem quer que seja que venha a tomar o “leme do barco”. Friso!

Rosa de Santa Teresinha. Foto original. 2021.09.18.jpg

Hoje, trago-vos, Caros/as Leitores/as, imagens de “Flores do meu Quintal”.

Rosas de Santa Teresinha. Foto original. 2021.09.19.jpg

A foto que titula o postal é de uma linda rosa rosa. Essa é do Chão, que é um "prolongamento" do Quintal. Resultou essa roseira de um enxerto que fiz de roseira rosa, numa matriz de roseira brava branca. Vive num contexto adverso, mas todos os anos floresce.

Rosas de Santa Teresinha, as segunda e terceira fotos. Extraordinárias estas rosas, florescem praticamente todo o ano.

Rosa branca

Rosa branca. Foto original. 2021.09.18.jpg

Alecrim florido, em final de Verão.

Alecrim florido. Foto Original. 2021.09.20.jpg

Rapaziada.

(Esta tem flores vermelhas e brancas!)

Rapaziada. Foto original. 2021.09.20.jpg

Despedidas de Verão

Despedidas de Verão. Foto original. 2021.09.19.jpg

Despedida de Verão, em botão.

Despedida de Verão em botão. Foto original. 2021.09.19.jpg

E os “Frutos do meu Vale”?

Esses aparecerão noutro postal, ainda em botão, no blogue “Aquém-Tejo”!

 

18
Set21

Na minha Aldeia também houve arruada.

Francisco Carita Mata

Sim! Numa aldeia que também é Aldeia!

Aldeia. Foto Original. 2021.07.29.jpg

E na minha Aldeia, ontem, também houve arruada. Com o atual Presidente de Câmara.

A Mãe lembrou-lhe a limpeza das ruas… e dos quintais. Também aproveitei para enviar um mail a reforçar o pedido que já fizera a 25 de Junho. E reportar para os blogues.

Azinhaga Atafona. Foto Original. 2021.05.22. jpg

É preciso aproveitar estas ondas das eleições a ver se o pessoal se compromete. Que depois esquecem-se com facilidade.

Quintal. Foto original. 2021.07.29.jpg

Nesta euforia, anda tudo numa azáfama… Para não esquecer!

Quintal Aldeia. Foto original. 2021.07.29.jpg

Lixo e mais lixo é o que mais abunda por essas terras portuguesas. Muito, mas muito ou a maior parte, é da responsabilidade das pessoas, dos cidadãos.

Almada é por demais. (Lixos diversos, pontificando dejetos de cães.)

Na minha Aldeia os quintais de casas desabitadas, os terrenos circundantes da povoação a precisarem de limpezas, são um perigo entre tudo o mais.

Mas é só nas Aldeias?

Veja-se Almada, o Koi Park, entre o Fórum Almada e a A2. O mato e o lixo vêm até à saída da autoestrada. Zonas de imenso movimento diário, de gentes e carros. Situação que persiste há anos!

Responsabilidade dos particulares, proprietários. Sem dúvida!

Mas não agindo estes, qual o papel das Entidades Públicas?!

Têm ou não a obrigação de agir, de intervir?!

Têm, sim.

Como?!

Primeiro, notificando, avisando, genericamente.

Não vendo resultados, avisar e notificar especificamente, cada um dos infratores.

Não agindo estes, como é sua obrigação, os Órgãos Autárquicos podem intervir, substituindo-se aos particulares. Exigindo-lhes pagamento do trabalho efetuado.

Mesmo particulares, vizinhos, podem substituir-se aos prevaricadores, exigindo-lhes reembolso de despesas e trabalhos.

(Este ónus é sempre a parte complicada da questão.)

Esta boa e santa gente que não providencia as limpezas de quintais, campos próximos das localidades, parques e outras coisas que tais, são como os que se recusam às vacinas.

São um perigo público!

O que acha o/a Caro/a Leitor/a?! 

Obrigado pela atenção e votos de muita Saúde!

Sabugueiro. Foto original. 2021.05.02.jpg

 

 

17
Set21

Apeadeiro… e Topónimo

Francisco Carita Mata

O Topónimo de Aldeia da Mata

Aldeia. Vista Tapada das Freiras. Foto Original. 2021.02.21.jpg

Apeadeiro, s.m. (de apear). 1. Lugar da linha férrea, geralmente sem estação, onde alguns comboios param apenas para deixar ou receber passageiros.”

“Aldeia, s.f. (do Ár. ad.-dai’a). 1. Pequena povoação rural, de poucos vizinhos, de menor categoria do que a vila.”

“Mata, s.f. (do Lat. matta). 1. Bosque cerrado; grande extensão de terreno onde crescem árvores silvestres.”

In. Lexicoteca – Moderno Dicionário da Língua Portuguesa – Círculo de Leitores – Vol I e Vol II – 1985.

*******

E as fotos?

Sobre o Apeadeiro da Matta, onde durante mais de vinte anos me apeei de e para comboios, ainda não tenho nenhuma foto específica. Quando tiver oportunidade, tirarei algumas fotos para ilustrar postais.

Rosa do Apeadeiro. Foto original. 2021.05.22.jpg

Neste postal, documento com foto de uma rosa, gálica(?), de roseira que tenho no quintal, obtida a partir de bacelo de roseira, que havia junto à casa da guarda da passagem de nível. Enquanto houve comboios a circular na Linha do Leste e nas dezenas de Linhas que havia por este nosso País, as estações de comboio e respetivas passagens de nível estavam sempre floreadas.

Sobre Aldeia, duas fotos, de locais diferentes.

Uma vista, a partir do Caminho que leva à Baganha, Ribeira das Caldeiras e à Tapada do Sabugueiro e Ribeira da Várzea. Caminho percorrido milhares de vezes. Caminho centenário ou mesmo milenar. (Oliveira Milenar!)

Aldeia. Vista a partir do Caminho da Baganha. Foto Original. 2021.02.01.jpg

********

Vista a partir da Tapada das Freiras, entre a Fonte do Salto e a Fonte das Pulhas, a que inicia o postal.

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Neste blogue, “Apeadeiro da Matta”, irei citando postais de “Aquém-Tejo”, em que me debrucei sobre temas respeitantes a Aldeia da Mata.

Hoje, deixo a ligação para:

O Topónimo Aldeia da Mata.

*******

Termino com foto de "Despedidas de Verão". Que o dito está quase a abalar.

Despedidas de Verão. Foto original. 2020.10.04. jpg

Caro/a Leitor/a:

Como costuma designar a planta que oferece, espontaneamente, estas lindas flores?

 

12
Set21

A Caminho da Fonte das Pulhas

Francisco Carita Mata

Hoje, a proposta de passeio é à Fonte das Pulhas.

Fonte das Pulhas. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Sugestão: ir a pé. Faça essa caminhada, SFF. Pela sua Saúde. Bem sei que tem uma barreira um pouco difícil de subir, no regresso e exigente de cuidados a descer, na ida.

Mas vá. Com cuidados redobrados nessa zona.

Primeira recomendação: Não deixe qualquer lixo ou porcarias no caminho. Recomendação para todas as pessoas que percorrem esse caminho. Já bastam os javalis!

Muito menos nas redondezas da Fonte. Siga as recomendações do Srº João Guerreiro da Purificação, registadas em bonita quadra, num dos azulejos do singelo fontanário.

E, como "o caminho se faz caminhando…"

Azinhaga do Poço dos Cães. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Inicia-se junto à Igreja Matriz, vai descendo, sentido Sul - Norte, pela Azinhaga do Poço dos Cães, inflete-se para a esquerda, Oeste, pela designada Azinhaga da Fonte das Pulhas ou do Porcozunho, uma vez que se dirige aos dois locais, que ambos bordejam a respetiva Ribeira do Porcozunho. A fonte, na margem esquerda, a horta, na margem direita.

(Na imagem supra, a sombra do poste indica o caminho. Na foto, lado direito, porque esta foi tirada no sentido oposto.)

Caminhos marcantes e identitários de ancestralidade, percorridos pelos nossos antepassados, ao longo de centenas ou milhares de anos, comprovados, por ex., pelas oliveiras que os bordejam, de escala temporal milenar.

Interesse-se pela vegetação autóctone: Sanguinho

Sanguinho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Observe a ação devastadora dos javalis

Ação dos javalis. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Colha amoras, se for no tempo delas.

Amoras. Foto original. 2021.07.21.jpg

Um ramo de loureiro, um raminho de alecrim, no regresso. Uns figos, mas não à hora do calor. Uns figos da Índia, se for capaz.

Caminho do Porcozunho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Antes, beba água na fonte. Utilize o cocho.

Cocho. Foto original. 2021.07.08.jpg

Traga uma garrafa de água ou duas, se puder.

Aprecie a paisagem circundante.

Monte acima da Horta do Porcozunho. Foto Original. 2021.07.08.jpg

E, dir-me-á se é ou não é um passeio salutar! Haja Saúde!

E conseguiu ver as passadeiras ou alpondras ou poldras?!

E o nome: Fonte das Pulhas! Peculiar. O que estará na base deste nome?!

Agora, uma curiosidade literária. No livro “O Lugar das Árvores Tristes”, a Autora, Lénia Rufino, com ascendentes maternos na Aldeia, nomeia um lugar de ação da narrativa como “Fonte dos Pulos”. Será que se inspirou, de certo modo, nesta Fonte ou na Fonte do Salto?!

Fonte e margem esquerda da Ribeira. Foto Original. 2021.07.08.jpg

Às Entidades competentes:

Organizem, estruturem passeios pedestres pelas Fontes

Por “Fontes, Passadeiras e Pontes…”

E aos passeantes ou utentes: Não deixem lixo. Não conspurquem o caminho!

Grato pela sua atenção!

 

11
Set21

A Luz e a escuridão!

Francisco Carita Mata

No Apeadeiro… Apeie-se, SFF!

 

Neste segundo postal em “Apeadeiro da Mata”, coloco uma ligação para o postal “Luz e Escuridão em “Aquém-Tejo”.

Azinhaga Atafona. Foto Original. 2021.05.22.jpg

Aí abordo algumas questões importantes que gostaria de ver resolvidas na “minha” Aldeia. Estão ilustradas com fotos. Neste blogue “Apeadeiro…” aonde passarão a figurar temáticas específicas sobre Aldeia, apresento outras fotos exemplificativas dos pedidos, sugestões, propostas efetuadas.

Quintal abandonado. Foto original. 2021.07.29. jpg

 

Obrigado pela sua atenção. Votos de muita e santa Saúde!

 

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